Natal em Outubro, Ganância; De Quebra, Complexo de Vira-Lata!!!

José Simão fala que o Brasil é o País da piada pronta.  Pior do que isso é que os motivos/ fatos  para piadas prontas e críticas  prontas  se repetem todos os anos.

Saudades dos tempos em que os enfeites de Natal começavam a ser colocados nas casas, lojas e ruas a partir da primeira ou segunda semana de Dezembro.

Nos dias de hoje, há pelo menos dois anos, o Natal, digo, enfeites  do Shopping Páteo Higienóplis,  começa(m) em outubro.  Ontem à noite, na entrada principal – da Av. Higienópolis – já havia oito pequenas árvores de Natal  montadas, 6 iluminadas e duas não, certamente com defeito.  Como se não bastasse,  outras tantas miniatura de chalés, todos com telhados bem inclinados, caso neve em Novembro/Dezembro em São  Paulo.

Natal em Outubro +Chalés europeus com neve é somatória indigesta demais da ganância do comércio e Complexo de Vira-lata (sentimento de inferioridade do Brasileiro em relação a Estados Unidos e Europa, tradução/definição  livre minha  do termo de Nélson Rodrigues).

++++++++++++

Divirta-se com Piada a respeito de Comércio/Comerciantes – clique aqui – Piada, a partir do sexto parágrafo

Complexo de Vira-lata para Tudo Quanto é Lado, clique aqui

Campanha Serra – Desesperada – Golpeia Abaixo da Linha da Cintura e Afronta a Lei!!!

A lei do Telmarketing, como ficou conhecida, já é toda ao contrário e mesmo assim a Campanha Serra Prefeito, certamente ultra-desesperada com a eminente e avassaladora derrota que se aproximava ,  não respeitou.

A lei é ao contrário pois  determina que quem não quer ser molestado por telemarketing  precisa cadastrar seu número em uma central.  Deveria ser exatamente o oposto. Mas vou deixar barato.

O fato é que  cadastrei o telefone de casa e do meu escritório;  de fato,  desde então nunca mais havia recebido  essas inoportunas ligações.

Repare no tempo verbal NUNCA MAIS HAVIA RECEBIDO

HAVIA RECEBIDO porque hoje de manhã, a secretária eletrônica do escritório  registrava    duas mensagens, as mais apelativa possíveis,  da derrotada e desesperada campanha Serra prefeito

Lá vai o texto, como a mensagem é automática e a secretária que atendeu,  ficou truncado, mas lá vai.  Uma mulher falando:

… a secretária gravou  a partir daqui  “condenados à cadeia, por formação de quadrilha e corrupção,  Agora, vamos mostrar que S. Paulo lidera o Brasil, também no Campo da  Ética. Domingo, faça justiça com o seu voto. Diga não para a turma do mensalão em nossa cidade.  Escolha quem é honesto,  preparado e competente.  Vote José Serra 45.

Muito obrigada”

A outra mensagem é idêntica.  Não vou repetir porque, ao contrário da Campanha Serra, eu considero  o meu leitor.

A respeito da ética mencionada pela locutora, repito: meu telefone está cadastrado para não receber esse tipo de mensagem.  Empresas e Comércios respeitam a minha vontade.  Já a desesperada e derrotada campnha serra…

Bom Momento para Reler Microcontos Sobre Políticos e Recordar Episódios

Como fiz às vésperas do primeiro turno, recapitulo mais uma vez como  os políticos são vistos pelos escritores de microliteratura.

Para começar microconto  meu – 119 dígitos.  Sem qualquer dúvida, o menos bom dos três.

O candidato só teve um voto.  Quem não conhecia, não conhecia.  Quem o conhecia é que não votou nele de maneira alguma.

O próximo é do amigo Fernando Vasqs, com o qual  ele participou do 1. Concurso de Microcontos do Salão de Piracicaba em 2011 e, para fechar, o de André Luis Gabriel, que ganhou esse concurso de Piracicaba:

Lá vão:

Fernando Vasqs:

Título: “Latidos”

“A Velhinha vê novela, o cachorro late no quintal. Intervalo, propaganda política. A velhinha grita:
– Cala a boca, cachorro!”

Para concluir:

André Luis Gabriel – Como já foi dito,  vencedor do  Primeiro Concurso de microcontos Salão de Humor de Piracicaba, em 2011.
Título: “ In Memoriam”

“O político morreu, virou estátua. Agora são os pombos a prestar-lhe justas homenagens”.

++++++++++++

Se ainda conseguir ler mais sobre Serrahaddad

Clique aqui 1

Clique aqui2

Clique aqui 3

Clique aqui 4

Clique aqui 5

Clique aqui6

Clique aqui 7

Clique aqui 8 – Jatinho para o  Jovem Haddad

Finalmente,  lembre-se que as assessorias dos dois candidatos não conseguiram responder a carta que lhes enviei. Clique aqui 9– Como eu digo no texto, e pensar que o Homem já chegou à Lua, há mais de 40 anos!!!

Tá bom, né???

Bom voto para todos os (e)leitores do Boca!!!

Piadinha que me ocorreu, certamente já contada/escrita aqui:

Uma freira falou para a outra:

– Durma com Deus.

A outra respondeu:

– É o jeito, né irmã!!!

++++++++

Adaptando-se:

Tem que votar, né???

Fazer o que???

E pensar que tanto se lutou para que pudéssemos “voltar a votar” para todos os cargos do executivo e do legislativo!!!

De qualquer forma, boa eleição para nós!!!

Menor Slam do Mundo de Poesia – 6. Edição – Logo Mais

Mais uma edição do Menor Slam do Mundo  de Poesia acontece logo mais, a partir das 19 hs na Casa das Rosas, na Av. Paulista, 37 (metrô Brigadeiro Luis Antônio).

Cada poeta tem 10 segundos cravados para mostrar seu poema.  Das 19:00 às 19:30,  Microfone Aberto para quem quiser dizer qualquer coisa.  A partir das 19:30,, a coisa é séria.  Daniel Minchoni, idealizador e apresentador, lembra: “quem não güenta,  joga Mario”.

Informações e regras, abaixo, nas palavras do próprio Minchoni:

“QUEM FOR JOGAR, BRINCAR, GUERREAR OU RIR, NÃO ESQUEÇA DE LEVAR 3 POEMAS NO MÍNIMO.

Baseado nos slams, “o menor slam do mundo” propõe um jogo de poesia em que os participantes têm de apresentar, em dez segundos, suas qualidades poéticas e performáticas. O grande vencedor da noite será premiado com livros de haikais, microcontos etc.

A entrada e palavras são francas. A noite começa 19:30 com ao “Microfone Aberto”, quando  podem ser declamadas (ou lidas) poesias e textos curtos tanto,  autorais como alheios.

Às 20h começa o jogo entre os poetas, O MENOR SLAM DO MUNDO. Qualquer pessoa pode participar tanto do “Microfone Aberto” quanto do “Slam”. É só chegar e se inscrever na hora.

Regras do Slam:
… 1) Um poema (ou texto) por vez, devendo ser de autoria do poeta (podem ser lidos)
2) Sem acessórios, sem figurino, sem acompanhamento musical.
3) Os poemas devem ter no máximo 10 segundos, com mais 1 segundo de bônus. Após esse tempo a cada 1 segundo excedidos 0,5 ponto é descontado.

Um júri formado por cinco pessoas, sorteadas ou escolhidas na hora pelo apresentador (host/mc) entre o público, atribui uma nota após cada poema numa escala de 1.1 a 6.6, podendo haver notas quebradas (por ex:5,8 ou 4,6….). Além do conteúdo do texto o júri deve estar atento a maneira como ele é apresentado.

O que os jurados julgam: Forma + conteúdo, inspiração poética +performance.
A nota mais alta e a mais baixa são retiradas. Um assistente faz as “médias” e as notas são marcadas em um painel onde todos possam ver.

São três rodadas, portanto quem quer participar do Slam deve levar 3 poemas diferentes “na manga”.Todos os poetas inscritos participam da primeira rodada. As melhores notas participam da segunda e assim por diante até a terceira e última, onde é eleito o poetinha da noite.
O poetinha da noite leva pra casa como prêmio uma pilha de livros.

Basedo nas regras do ZAPSLAM, um slam brasileiro

++++++++++++++++++

Se quiser ler mais, antes de se arriscar – CLIQUE AQUI – Há informações em geral, bem como os poemas e poetas vencedodres

Leu???  Gostou???  Então apareça!!!

Só faltei ao último,  tinha compromisso no mesmo horário.   Logo mais tô lá.

Personagens Arrogantes, Sem Escrúpulos e Ordinárias Não se Limitam à Ficção, Infelizmente!!!

Li Gabriela no colegial, há mais de cinco anos.  Brincadeira.  Faz muiiito tempo!!!

O formidável professor Mendonça,  de Português, no Santa Cruz, dava um livro por semana para ser lido e uma prova sobre cada livro.  Fazia questão de apresentar, de cara,  um resumão da obra, exatamente para que não nos prendêssemos ao enredo e obsevássemos os detalhes e, sobretudo, o estilo,   aspectos  literários, enfim.

Desse modo, mal me lembrava dos fatos; entretanto,  o versinho para Tunico Bastos, estava claro na minha cabeça. Se quiser ler o verso, clique

A respeito da morte dos coronel Ramiro Bastos (Antônio Fagundes)  e dos 30 anos de cana para coronel Jesuíno ( José Wilker), piada e frase.

Piada e teoria  para a morte do coronel Ramiro Bastos.

Sujeito vai cuidar do funeral  da sogra. Funcionário pergunta se quer enterrar ou cremar.

Resposta:

– Para garantir, é melhor os dois: crema e enterra.

Teoria sobre a maneira certa de enterrar a sogra:

– Enterrar de bruços.  Caso esteja viva e tente escapar, vai se afuncar mais ainda!!!

As duas situações se aplicam  ao coronel Ramiro Bastos.

Para ambas personagens – Ramiro Bastos e Coronel Jesuíno, frase minha  muito boa, sem falsa modéstia.

Lá vai:

– É importante que os filhos da puta se fodam, mas é fundamental que você (a gente) fique sabendo!!!

Vão com Deus para o diabo que os carregue personagens ordinárias, dissimuladas,  de ficção e  também os que não valem nada de carne e osso.  E eles são muitos!!! Não a maioria, que são pessoas boas; mas filhos da … existem em profusão!!!

BOAS SUGESTÕES PARA O NOVO PREFEITO – CARTA NÃO RESPONDIDA POR HADDAD E SERRA

Tão logo saiu o resultado da eleição do primeiro turno para prefeito, enviei,  através de email, para as Assessorias de Imprensa dos Candidatos Fernando Haddad e José Serra  carta com sugestões bastante plausíveis para serem implementadas pelo vencedor.  Ambas as assessorias acusaram o recebimento por telefone.

Receberam, não se dignaram responder e a cada vez que telefonei, enquanto esperava, fui  massacrado pelas musiquinhas de campanha.

Bem, publico a carta.  Assessores leram, apesar de não terem respondido.   Assim, se alguma, algumas, ou até mesmo várias dessas sugestões forem implementadas, vou escrevendo aqui no Boca e creditando para mim a autoria da idéia.  Nada mais justo, não é mesmo???

Argumento que adoro;   e quem topa com ele pela frente odeia:  há mais de quarenta anos o homem chegou à Lua;  e, em 2012,  as duas assessorias de candidatos  a prefeito não conseguem responder   uma carta!!!  É inconcebível!!!

A CARTA

São Paulo, Vésperas do 2. Turno

Prezados Candidatos Fernando Haddad e José Serra:

Cordiais saudações.

Antes de começar, recebam  meus cumprimentos  pela vitória  no Primeiro Turno

Quando o dinheiro é curto – e isso é crônico no nosso carente país -, os bons administradores devem ser capazes de lançar mão de medidas inteligentes e simpáticas. Um bom exemplo foi dado pelo prefeito Mário Covas, muitos anos atrás,  ao abolir a cobrança do bilhete de ônibus para idosos. O custo da medida para a prefeitura foi/é quase igual a zero, beneficiou/beneficia muito justamente milhares e milhares de paulistanos todos os dias e é imensamente simpática.

Além do Cidade Limpa, iniciativa da primeira gestão Kassab, que transformou a nossa cidade, há uma série de outras medidas que podem melhorar muito a qualidade de vida dos paulistanos, repetindo: melhorar muito.

Lá vão elas. Não se assustem. Não custam caro!!!

A poluição visual foi impiedosamente derrotada. Entretanto, muito mais nefasta do que a poluição visual é a poluição sonora, todo tipo de poluição sonora. O barulho do trânsito pesado de uma avenida, logicamente, incomoda. Mas o que incomoda mesmo é o barulho excessivo e irregular. E a irregularidade é cometida até mesmo pelas viaturas oficiais da polícia, corpo de bombeiros, carros de autoridades com sirenes  ensurdecedoras. Em relação a barulhos causados por veículos, ninguém deve escapar do controle/punição: o caminhão do gás, o vendedor de pamonha, o boyzinho de escapamento aberto, o carro de som que sai pelas ruas anunciando produtos do comércio local. Vale a pena lembrar que bares, boates e até mesmo shows oficiais promovidos nos Parques Públicos podem divertir/ entreter os freqüentadores, mas não podem tirar o sossego da vizinhança.

Após muitos anos fora do Brasil. morando na Europa e, salvo engano, até no Oriente, famoso articulista da nossa imprensa disse que se preparou com empenho para que na sua volta à Pátria não sofresse em demasia como o choque cultural a que seria submetido. Já devidamente instalado, confessou que o suposto choque cultural não ocorrera. Entretanto que não estava suportando era  o “choque dos decibéis” (expressão dele). Mesmo a construção civil, segundo ele, nos países por onde passou, utiliza técnicas de modo a poupar os cidadãos do barulho excessivo. Estacas, naturalmente, têm que ser colocadas no local da obra. O barulho é grande, mas dura pouco.  Já as serras-elétricas, usadas durante toda a construção, deveriam ser proibidas em bairros residenciais e comerciais. As peças já chegariam no tamanho certo nas obras. Imagino que o articulista se referia a isso, entre outras normas/medidas tomadas no exterior.

Como dá para ver, tecnologia mais legislação bem feita mais,  e ( principalmente), fiscalização eficiente dão conta de resolver esse imenso e devastador transtorno a que o Paulistano é submetido. Idéias para Fiscalização Eficiente, de uma maneira geral, serão dadas mais adiante.

O que os senhores vão  fazer para combater a poluição sonora, tão prejudicial à saúde de todos os paulistanos?

Outra providência urgentíssima é reconquistar o Espaço Público para o Público/ para o cidadão. Mostrar que quem faz lei é o Poder Público. É isso mesmo.!!! Aí o desrespeito é tanto que a coisa precisa ser tratada em sub itens.

Comerciantes fazem vitrines que avançam sobre as calçadas, além de muitas vezes exporem seus produtos fora dos limites de suas lojas. Esses mesmos comerciantes, certamente a pretexto de impedir que ambulantes se instalem diante de suas lojas, constroem floreiras de concreto sobre as calçadas. Constroem, edificam. O atrevimento é tanto, a certeza da impunidade é tal,  que eles deixam estateladas em concreto provas de suas irregularidades/arbitrariedades.

O que vai ser feito na sua administração???

Prédios, residências e   comércio têm todo o direito de colocar seu lixo nessas cestas de ferro.   Agora, ninguém tem o direito de construir essas cestas de ferro no meio da calçada ou junto ao meio fio, impedindo que passageiros e motoristas desçam dos carros estacionados.  Quem quiser construir essas cestas que as construa do lado de dentro de suas propriedades e combine sistemas de abertura com o lixeiro na hora de recolher o lixo.  Outra alternativa seriam cestas de ferro sobre rodinhas, com alguma corrente que as prendessem  junto à grade do imóvel.  Essas cestas  seriam colocadas uma hora antes de o  lixeiro passar e recolhidas uma hora após a retirada do lixo.  Do jeito que está, atrapalhando 24 horas por dia o trânsito de pedestres,  o embarque e desembarque de passageiros dos automóveis, é que não pode ficar.

Além de determinar a retirada desses cestos de lixo de ferro da área pública, precisa exigir que a calçada seja entregue exatamente como era antes de tal atrevimento.

Isso vai ser feito na sua administração???

E esses blocos de concreto gigantescos que ocupam grande parte de algumas calçadas, sobretudo diante de  Instituições Israelitas/ Judaicas.  Em frente ao Consulado Americano,  há algo semelhante.  No Jardim América, existe ou existia  também uma casa cuja calçada é/era  tomada por blocos parecidos.  Precisa explicar para Israelitas, americanos e o proprietário dessa tal casa  que a cidade tem legislação e que o país tem leis.  E quem quiser viver em S. Paulo, obrigatoriamente, tem que se submeter à legislação municipal e do País.  Como se diz:   Simples Assim.

Serão removidos esse blocos de concreto???  Quem vai arcar com o custo dessa remoção e recuperação das calçadas???

Coisas mais sutis, entretando, igualmente agressivas e abusivas.

Aquelas tabuletinhas  com luzes piscando colocadas na saída das garagens onde se lê – CUIDADO VEÍCULOS – são de UM ATREVIMENTO QUE NÃO TÊM TAMANHO.

Candidato – deixa eu entender –  um carro vai sair de uma garagem e para alcançar a rua, necessariamente, tem que passar pela calçada.   A calçada é para os pedestres se locomoverem.  O carro, vindo do nada,  tem que passar por uma área de pedestres – e quem tem que tomar cuidado é o pedestre???  É isso mesmo, candidato???  Talvez o senhor, como eu, considere isso  uma piada que já dura muito e determine  que dentro da garagem se coloque  um aviso   lembrando o motorista  de que ele vai passar pela calçada e precisa fazê-lo com todo o cuidado e responsabilidade, uma vez que o pedestre é que está concedendo a ele uma licença para trafegar ali.  Como o senhor sabe, essa   plaquinha/aviso  não surtirá efeito algum.  A solução é apelar para o bolso.   Precisa determinar que meio metro antes do início da calçada, dentro das garagens, sejam construídos quebra-molas que obriguem  o motorista a colocar a frente do carro na garagem a velocidade próxima de zero quilômetros por hora.

Isso ou algo semelhante vai ser feito???

Essas atrevidas plaquinhas – CUIDADO VEÍCULOS – serão exterminadas???

Nesse setor, ainda há outra afronta, o senhor há de concordar,  que chega a ser uma gracinha.  Alguns condomínios têm a petulância de colocar uma imitação de semáforo junto à calçada (em frente ao meu prédio, há um)  Em geral fica na luz verde.  Quando um carro começa a sair da garagem, acende uma luz vermelha.  Ou seja, pedestres e veículos que estão trafegando pela calçada e pela rua precisam estancar imediatamente.   Corrigindo, esse atrevimento não tem nada de gracinha, é Petulância Pura, da mais genuína e inacreditável.

Como é que ficam os  “semáforos desses xerifes” ???  Vão continuar???

Dez entre dez médicos recomendam uma caminhada pelo quarteirão após o jantar.   Não bastassem todos os absurdos acima, mais uma violência ao cidadão impede essa prática saudável.  O pedestre antes de ter caminhado um   quarteirão vai ser acometido por dor de cabeça insuportável.  Sobre o muro de cada casa ou condomínio,  há um jato de luz  fortíssimo  dirigido bem na altura  dos olhos de quem caminha sobre a calçada nos dois sentidos.  Essa luz fica apagada.  Quando o pedestre se aproxima, um censor dispara esse colírio…

Isso vai continuar sendo permitido???

Quem quiser iluminar a frente de sua propriedade pode fazê-lo com lâmpadas de potência/intensidade determinadas  por órgão competente, cujo foco/área de iluminação  esteja absolutamente parelelo ao piso da calçada – permanentemente aceso.  E, se possível, jamais utilizar as famigeradas lâmpadas do apagão.  Vetar a  lâmpada do apagão é Idiossincrasia minha???  Pode ser.  Mas um pouco de generosidade e elegância não fazem mal a ninguém.

Esses jatos de luz terão fim???

Os senhores têm motoristas 24 horas por dia, não têm esse problema.   Mas o munícipe (motorista ou pedestre) não encontra a numeração de prédios, comércios e casas. É impossível, cada número está em um lugar.  Precisa ser padronizado.  Número  no limite à esquerda (ou à direita da propriedade), a um metro e meio de distância do chão.   Das 18 hs, às 6 horas precisa estar iluminado.

É impressionante a criatividade de cada morador de esconder o número de sua casa, isto quando se dignam colocar o número. Nessa neurose obsessiva de medo que domina quase todos, muitos acham seguro simplesmente não exibir o número da casa. E o cidadão de dentro do carro vai guiando, procurando o número, ao invés de olhar para frente. Chega a ser ridículo!!!

O que vai ser feito a esse respeito??? Afinal, trata-se da segurança. 

Como é que o motorista pode guiar e caçar número ao mesmo tempo????

Talvez o  porquê de termos chegado a esse estado de agressão e violência deve-se sobretudo a um dos dois fatores abaixo.

As autoridades e respectivos assessores  que cuidam do assunto estão pouco se lixando para que o pedestre seja respeitado.  Seria um caso de desprezo, puro e simples.

As autoridades estão assaz preocupadas  e são de sensibilidade tocante no que diz respeito ao bem estar da população. Entretanto não percebem coisa alguma por razões bem simples: Jamais andam a pé.

Andam de carro, quando não de helicópteros,  com aqueles vidros nigérrimos, muitas vezes com sirenes ligadas e batedores.

O que acontece de fato para que o cidadão, sobretudo o pedestre, seja tão desrespeitado??

Como será na sua administração???

Dizem que um bom gerente é o gerente que sai de sua cadeira.

Excelências, suponho falar em nome de milhões, com a sensibilidade que os senhores têm para exercer a vida pública, não podem e não devem ficar restrito aos seus gabinetes, confiando em relatos de subordinados.  Precisam, isso sim, ir à rua anônima e discretamente  para verem com seus próprios olhos o que de errado existe por aí.

Os ambulantes, todo mundo sabe, estão irregularmente sobre as calçadas lutando para sobreviver. É compreensível e até louvável uma certa tolerância com eles. Agora, o direito de o cidadão, seja ele rico ou pobre, se locomover pelas calçadas é inalienável. Assim sendo, o ideal era haver empenho efetivo da prefeitura, associações de comércio e lideranças locais de arranjar áreas vagas para instalar ambulantes. Talvez conseguir terrenos vagos, isentar os proprietários de IPTU e instalar os camlôs nessas áreas.  Eventualmente, instalar até em prédios ou casas fechadas, propiciando algum benefício para os proprietários.

Será feito algo para que o pedestre, seja ele rico ou pobre, possa caminhar livremente pelas calçadas???

Ainda a respeito de comerciantes/comércio regularmente estabelecidos. É inconcebível que em ruas de comércio de trânsito intenso como a Teodoro Sampaio – em Pinheiros – (certamente isso acontece em diversas ruas comerciais da cidade) seja permitido o estacionamento,  com ou sem zona Azul. Se isso favorece o comércio local, prejudica imensamente toda a população. Não dá para entender uma rua de trânsito intenso onde há uma pista exclusiva para ônibus, apenas  uma para automóveis e outra para estacionamento. Por mais que se esforce, uma pessoa de inteligência razoável, e bom senso idem, não vai conseguir entender. Isso sem contar que nas transversais dessas ruas – onde em geral o estacionamento é permitido com cartão de zona azul – sobram vagas o dia inteiro.

O estacionamento continuará sendo permitido nessas ruas de grande fluxo de carrros???

Já que o assunto é zona Azul, lá vai sugestão de medida quase tão simpática quanto a do prefeito Mário Covas isentando velhinhos de pagar condução. Trata-se de providência extremamente justa que irá, inclusive, propiciar um clima de cordialidade entre os paulistanos. Determinar que não haja mais necessidade de se colocar a placa do veículo no Cartão da Zona azul. Assim sendo, se eu estacionei por quinze minutos na Zona Azul e não vou mais estacionar o carro na próxima hora, eu posso ser cordial e oferecer o meu cartão para o proprietário do carro que está estacionando e que, muito provavelmente, também não usará mais do que quinze ou vinte minutos do tempo a que o mesmo cartão ainda dá direito.

Prezados candidatos, idéia tão simpática quanto a medida do prefeito Mário Covas de isentar velhinhos de pagar ônibus eu não consigo lhes oferecer. Entretanto, essa do cartão de zona Azul “reaproveitável” não é de se jogar fora, hein!!! Por falar em jogar fora, ainda há o aspecto ecológico da coisa: economia de papel, celulose, produtos químicos de impressão, diminuição de lixo. Vou lhes confessar uma coisa, caros candidatos. Essa idéia não é minha. Logo que surgiu a Zona Azul, o usuário não precisava colocar a placa do carro e os cartões eram reaproveitados. Nessa época, era comum se presenciar cenas de camaradagem entre os motoristas que estavam saindo e os que estavam chegando na Zona Azul.

Os munícipes motoristas vão poder dar o talão, parcialmente usado, para outro motorista que esteja chegando na sua eventual administração???

Sobre calçadas para pedestres, o senhor vai   acabar com esses balcões de Valets Parking (ridículo ter que escrever em Inglês)????.
O restaurante pode oferecer esse serviço, mas não pode ocupar a calçada e, menos ainda, determinar a proibição de se estacionar em frente ao seu estabelecimento. Reiterando, cabe à prefeitura fazer leis e escolher onde se pode e onde não se pode estacionar.

Essa próxima idéia/sugestão de medida visa até mesmo a segurança.

Por falar em neurose obsessiva de medo, que saudades dos tempos em que se encontrava um amigo no trânsito, acenava para ele e falava um pouco mais algo qualquer coisa. Com o insufilme (nem sei como se escreve e meu dicionário não traz a palavra), acabou tudo isso!!! Meu carro não tem insufilme. Espero que quando for comprar carro novo essa praga de insufilme não venha compulsoriamente grudada no vidro.

Aliás, a lei permite esses vidros fúnebres nos carros????

Ou, como diria minha professora de francês, existe uma lei, mas não pegou???

Não é uma boa hora de fazer essa lei pegar???

O senhor vai permitir que esses vidros nigérrimos, que impedem a condução do veículo com segurança, continuem sendo usados???

O carro do senhor e os carros de seus familiares  têm esses vidros???

Agora, o calcanhar de Aquiles de tudo isso: a fiscalização. Minha sugestão é que a Prefeitura e Sub-prefeituras tenham um corpo de fiscais polivalentes com poderes para efetivamente multar tudo o que estiver errado, determinar as providências, dar prazos e voltar a multar, sempre em progressão aritmética ou até mesmo geométrica, caso as providências não tenham sido tomadas.

Prezados candidatos, acho que vale a pena reforçar o quanto mais puder esse calcanhar de Aquiles da Fiscalização. Ao mesmo tempo vai ser necessário aprimorar a legislação. Cá entre nós, diante do benefício de que todos usufruiremos, o esforço até que não é tão grande assim.

Quais as possibilidades de o senhor adotar esses fiscais polivalentes???

Agradecendo todas as providências que serão tomadas por quem for eleito, mesmo aquelas que exijam forças por demais hercúleas, aguardo resposta.

Atenciosamente

Paulo Mayr
Cidadão paulistano desde 1954 – ano do 4. Centenário de S. Paulo

Brasil Divertindo-se Amanhã com Gabriela e Paulistanos Engolindo Serrahaddad. Torço para Estar Equivocado

Trabalho  bem com  computador/Internet, mas espero, do fundo do coração, ter feito alguma barbeiragem e estar completamente enganado.

Queria me certificar  com precisão o horário em que  começaria amanhã o último Capítulo de Gabriela.  Digo, o menos impreciso possível, já que o horário da Globo não é o horário Oficial do Pais.

No site da Globo, referente à programação de amanhã da Globo, consta a seguinte informação:

23:06 hs Gabriela SP  Vê Debate.  Você clica em cima e tem a “Excelente” notícia de que O Brasil inteiro vai se entreter com o último capítulo de Gabriela e nós, paulistanos, estaremos nos deliciando com Serra x Haddad.

Ainda tenho  esperança de ter cometido uma séria barbeiragem  e que eu esteja completamente enganado de que o Brasil estará assistindo Gabriela e nóiiisss  Serrahaddad…

A respeito de o horário da Globo ser diferente do Horário do Brasil, clique e leia Trata-se de imenso absurdo diluído no tempo.

Agora, ter que engolir serrahaddad ou desligar a televisão enquanto o resto do país, depois de meses de expectativa,assiste ao último capítulo de excelente série,  é de uma falta de respeito da Globo, do Tribunal Eleitoral, do SerraHaddad.  Uma afronta!!!

Se eu tiver me enganado,ou me preciptado, e paulistanos também tiverem o “privilégio” de assistir em paz o último capítulo,  retiro tudo o que escrevi.

Caso contrário, mantenho!!!  Trata-se de afronta, pura e simplesmente.

Para Paulistanos, Isso!!! É justo???
Para o Brasil, Ela - Gabriela

Celular, Mistério e a Música Inútil do Ultraje a Rigor

Até hoje não entendi o mistério do celular, tampouco faço a menor questão de saber. De qualquer forma, acabei de me dar conta que tem alguma coisa relacionada com a formidável música INÚTIL  do Ultraja a Rigor.

Eu fico indignado com o preço que pago quando sou obrigado a ligar do meu telefone fixo   para  celular.

Entretanto, vejo sempre  pela rua gente humílima  (superlativo de humilde – pobre para cara… – os palavrões estão voltando???) tranquilamente batendo papo no seus smarts,  aifodes e congêneres.  Me explicam que é nego que liga de tim pra tim, de oi para olá, de claro para branquinho, de escuro para tenebroso.

Por mais que me esforce, eu não consigo entender.

Agora, a relação com a música Inútil (1).

Senhor,  que não sabe ler, ligou do celular dele e não conseguiu,  em hipótese alguma, repetir  o número desse seu celular na minha secretária eletrônica.  Deixei recado de volta, sugerindo que ele pedisse para outra pessoa ligar e deixar o número na minha secretária. Ele pediu auxílio e  conseguimos nos acertar.

A música Inútil diz: A gente não sabemos/Escolher presidente/A gente não sabemos/Tomar conta da gente
A gente não sabemos/Nem escovar os dente

Relação com a música Inútil (2).  Acabei de ligar para esse senhor novamente.  Mensagem do celular informava, de forma eufêmica, que a conta não devia estar paga.  A música diz:

A gente faz carro
E não sabe guiar
A gente faz trilho
E não tem trem prá botar

(…)

A gente pede grana
E não consegue pagar…

Traduzindo: por mais que eles consigam comprar o celular,  falem de oi para oi, de olá para olá, de escuro para escuro, lógico que uma hora a conta vai estourar.

Relembre tudo isso em forma de música e irreverência do Ultraje.  Discorde se for capaz!!!  Aliás, de certa forma, esses fatos sim são Ultrajes/Ultrajantes.

Clique aqui, leia a letra; em seguida, clique sobre a imagem à direita para assistir ao vídeo.

+++++++

Para terminar, conforme já prometi uma vez, ainda escrevo  sobre “Inveja” que tenho do QI de gênio do Roger Moreira, líder do Ultraje desde o início.

Quenga de Galinha em Homenagem às Divas do Bataclã

Quando a série Gabriela começou,  conforme escrevi, supunha que o termo Quenga, sinônimo de Prostituta,  fosse restrito ao nordeste, sobretudo Bahia.  Hoje, o Brasil inteiro já sabe.

Acontece que Quenga de Galinha também é nome de um prato delicioso, cujas receita e breve histórico  publiquei na mesma ocasião.

Em homenagem às lindas atrizes/personagens que interpretaram as Quengas, entre elas, Maria Machadão, Ivete Sangalo,  publico novamente o texto.

Leitores do Boca sabem que não gosto de TV 24 horas por dia.  Digo, detesto.  Entretanto, essas  séries da Globo são excelentes.  Não é novidade o que eu digo, já que o teleteatro (novelas no meio) do Brasil é o melhor que existe e as séries são traduzidas  levadas ao ar  por emissoras de televisão  de todo esse mundo, vasto mundo.

Boa idéia para amanhã seria produzir um jantar em que o Prato Principal fosse Quenga de Galinha (o vinho ideal, arrisco, seria um Chardonais – mas cerveja e caipirinha também combinariam legal).

Lá vai novamente o Post que publiquei com direito a saboroso texto do colega jornalista Moacir Japiassu

Para todos, principalmente, as beldades do Bataclan, lá vai.

Se antes quiser ler como o Bataclan e suas Meninas teriam lugar no Paraíso, clique aqui

Em tempo, se Gabriela nunca mencionou esse prato como integrante do tabuleiro que levava ou preparava no Bar é porque o autor da série não conhece.  Duvido que ele deixaria Quenga de Galinha excluída do cardápio do Bataclan.

++++++++++++++++++

Lá vão o texto, receitas, sugestão de bebidas e lista de compras para vc imprimir e levar ao supermercado. Bom apetite a todos e bom final de Gabriela.

Quenga sempre quis dizer prostituta na Bahia, quiçá no Nordeste.  Agora, graças ao seriado Gabriela, o Brasil inteiro já sabe.

Mas também existe um prato fabuloso da gastronomia daquele Estado  que se chama Quenga de Galinha.

Transcrevo  receita do Livro  DANADO DE BOM –  O melhor da Cozinha Nordestina –  de Moacir Japiassu, Editora Ática. Antes, lembro que a receita é para muita gente, como o  próprio autor  ressalta  no prefácio, já que, de uma hora para outra podem surgir visitas;  caso seja muito improvável surpresa ,  Japiassu sugere que o leitor esperto reduza  pela metade os ingredientes sugeridos.

A partir da linha seguinte, tudo nas temperadas e saborosas palavras de Japiassu.  Lá vai:

“QUENGA DE GALINHA

2 kg de galinha (ou frango)

1/2 kg de camarão limpo

1 kg de quiabo (lavar observação minha)

1/2 litro de leite de coco

1/4 de litro de azeite de dendê

2 cebolas picadas

2 dentes de alho picados

4 tomates maduros picados

1 colher (sopa) de coentro verde picado

1 pitada de cominho

1 pitada de pimenta do reino

Sal

++++++

Corte  a ganhinha pelas juntas. Refogue a cebola e o alho no azeite de dendê, acrescente a galinha, os tomates e os temperos.  Coloque o leite de coco e deixe ferever.***  Junte então os camarões e o quiabo e deixe até estarem cozidos. Sirva com arroz branco e farofa branca.

Olho Vivo

“Quenga” é mulher-dama e galinha, na acepção mais chula e sem vergonha, é mocinha chegada num assanhamento.  Quega de galinha, todavia, freqüenta lares baianos de toda excelência.  Aqui, o quiabo entra para dar consistência ao prato e não deve ser feito separadamente.  Quem não aprecia tal babado que se não estabeleça!!”

++++++

Ficou tudo muito claro, não é mesmo???

Em tempo, penso  que até os três asteriscos *** deva ser seja feito com antecedência.  Dali para frente, na hora de servir. Servir tudo bem quente.

Sugiro, sem nenhuma preocupação com o rigor gastrônomico, caipirinhas diversas para abrir os trabalhos, vinho chardonais para acompanhar o prato e, caso a sobremesa seja um papo de anjo (que combinará perfeitamente), Vinho do Porto…

Muito bom, muito tropicalista (a combinação comida nordestina, chardonais, caipirinha), e, principalmente, muito democrático,  Quenga no Almoço da Família no Domingão, não é mesmo???

Em tempo, já fiz, há alguns  anos, mas era para muita gente; assim, preparei  mais ainda do que recomenda a receita.  Ficou excelente, lembro-me muito bem!!!

++++++++++++++++++

Uma bela salada de alface para acompanhar e  melão com presunto cru para começar também serão bem vindos.

Imprima lembrete para a  Lista de Compas

2 kg de galinha (ou frango)

1/2 kg de camarão limpo

1 kg de quiabo (lavar observação minha)

1/2 litro de leite de coco

1/4 de litro de azeite de dendê

2 cebolas picadas

2 dentes de alho picados

4 tomades maduros picados

1 colher (sopa) de coentro verde picado

1 pitada de cominho

1 pitada de pimenta do reino

Sal

Alface

Azeite,

vinagre

Melão

Presunto Cru

Ingredientes para os papos de anjos ou papos de anjos prontos, ou algum outro doce de ovo

Garrafas de Chardonais

Garrafas de cachaça boa para as caipirinhas

Açúcar

As frutas escollhidas para as caipirinhas (limão, maracujá, indispensáveis; coco, não;  vai ficar redundante)

Gelo

+++++++++++

Mais uma vez,  bom apetite.  Se sobrar muito, garanto, nos dias seguintes não faltará apetite para dar conta de tão saboroso quitute, para usar termo de Gabriela.

++++++++++++++++++

Como não só de pão vive o homem, colírio para os olhos de todos

"Beleza Inspirando Gastronomia"

Japonês que Pagou R$ 1.500.000,00 Pela Virgindade de uma Jovem Faz Lembrar Excelentes Piadas

A notícia de que japonês teria comprado, ou comprou mesmo, a  virgindade de uma jovem brasileira por R$ 1.500.000,00 faz lembrar piadas muito boas.

E traz à mente também  música excelente cantada por Kana do Brasil, japonesa do Japão, minha conhecida, que se encanta com os dotes (se me entendem) do primeiro brasileiro que conhecera.  Não achei o link da música; assim que encontrar, faço novo post.

Lá vão as piadas; a primeira, aliás, já repetida aqui no Boca – espero que ainda agrade.

A menina tava vendo a mãe dar banho no irmãozinho e, apontando pro pintinho do moleque, ela começa a chorar,   e a falar pra mãe:

– Mãe, eu quero um desses para mim, eu quero um desses para mim…

A mãe, apontando para a, como diriei??? – pererequinha???  da menina:

– Minha filha, com uma dessas, você vai ter quantos desses você quiser!!!

+++++++++

Segunda Piada

Menina está com o namorado japonês no cinema, passa a mão na perna e sobre o pinto dele.

Acanhado, o japonês  apressa-se em explicar/se desculpar e diz, sem jeito:

– É drops, é drops.

A namorada:

– Poxa, tá no finalzinho, hei!!!???

++++++
Repito a promessa: assim que receber o Link da música da Kana em que um brasileiro quase “engole” uma japonesa, publico aqui.