Big Brother, Cervejas Skol, Skin, Brahma, Antártica…

Respondendo email do jornalista  amigo  Pawwlow,   redigi um período curioso, sem falsa modéstia, que eu poderia transformar em uma frase.

Lá vai.

“Quanto às cervejas de maneira geral, exceto a Heineken, viraram todas um nada.  Um nada ao quadrado seria assistir ao Big Brother bebendo Skol, Antártica, Brahma.”

A  assistir Big Brother, prefiro ficar em casa sem energia, no escuro.  A beber essas cervejas, prefiro tomar água.

Big Brother e/ou essas cervejas, como dizem os que se comunicam com cinqüenta vocábulos, NINGUÉM MERECE!!!

Usando bordão de Caco Antibes, formidável personagem vivido por Miguel Falabela na série da TV Globo, Sai de Baixo, eu diria: essas cervejas e o programa são a Visão do Inferno.

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Caso não tenha tempo para ver tudo, não deixe de ler  sensível e densa crônica  do Pawwlow sobre Finados nos Cemitério do Bonfim, em Belo Horizonte, terra dele.  Clique Garanto que você vai gostar!!!

Sarnas e Pulgas Por Livre e Espontânea Vontade

Ontem de manhã, na Av. Angélica com R. Maranhão,  Higienópolis, São Paulo, loja de animais, ou Pet Shop, na língua corrente dos portadores de Complexo de Vira-lata, * montes de cachorro candidatos à adoção.

Os “adotadores” que, muito provável, irão até conversar com os bichos, literalmente, vão arranjar sarna (ou pulgas) para se coçar.

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* Complexo de Vira-lata  é o sentimento de inferioridade do Brasileiro em relação a Estados Unidos e Europa, “tradução”/definição  livre minha  do termo de Nélson Rodrigues. Quiser ler mais sobre Complexo de Vira-Lata, que acomete até brilhantes intelectuais, clique aqui

 

 

Sem Educação só Aprendem na Porrada!!!

Não assisti à cena, mas soube que, cerca de uns cinco  meses atrás, sujeito arranjou confusão do tamanho de um bonde com uma mulher em padaria de Higienópolis, por conta do cachorro dele que estava sem coleira.

Há pouco, cruzo com o mesmo cara e o mesmo cão.  O sujeito gritava em um celular, desses acoplados à orelha (e ao cérebro – se é que ele tem um) e o cachorro,  belo e fagueiro, sem coleira, é lógico.

Domínio Público, a natureza limitou a inteligência, mas não limitou a burrice.

Eu, há  limite para a boa Educação.  Você pode imaginar pessoas educadas como os membros da realeza europeia (inferno, agora é sem acento), acima disso, não há coisa alguma.  Para a barbárie, entretanto,   não existe limite.

Talvez,  se um dia,  esse sujeito levar umas belas porradas, ele aprenda.  Conhecia um orgão sensível dos sem educação – o bolso.  Agora, me dou conta de que o nariz e a cara estropiadas  também doem.

E esses sujeitos  acabam  encontrando  outro cara como eles!!!  Aí, eu quero ver!!!  Na manhã seguinte, nem o sujeito  nem  o cachorro estarão pelas calçadas do bairro!!!

 

Cachorros Sentados às Mesas de Buteco – Era o que Faltava. Não falta mais.

Há cerca de dois anos, em uma mesma semana, pelas ladeirentas ruas de Perdizes, vi dois carrinhos de bebês,  sem bebês dentro, mas com cachorros.  De vez em quando, ainda vejo a mesma cena.

Até aí,  os desinfelizes  são apenas desinfelizes e podem exercer o direito de carregar cachorros dentro de carrinhos.  Aliás, até prefiro, já que cães pelas ruas é praga inevitável, sobretudo em Higienópolis.  Entretanto,  o que tenho visto em simpático bar, a cerca  de cinquenta metros da meu prédio, já passa a ser absurdo de tão abusivo.   As mesas mais agradáveis desse bar estão, regularmente, colocadas sobre a calçada.  Pois não é que frequentemente  se veem negos, sem a mais mínima noção de educação e higiene, que botam os cachorros para se sentarem  nas cadeiras, de modo que ficam com o focinho, bocas e pelos sobre a mesa.

Um ano atrás, na Padaria da região,  um energúmeno não pensou duas vezes:  pegou o pratinho em que viera o sanduíche,  derramou café com leite e deu para o cachorro lamber.

O dono da padaria viu, não falou nada.  Fosse eu,  teria arrancado o prato em direção à boca do animal (do animal de quatro patas),  tacaria no chão.  E mais,  na hora em que o sujeito fosse pagar a conta, cobraria o pratinho.  Aliás, cobraria preço bem salgado.   Se o cara reclamasse, chamaria a polícia.  Como diz a garotada, simples assim.

Bem, mas comerciantes são políticos, curioso é que são políticos/delicados   com os búfalos (negos sem educação – não vai aí ofensa alguma aos búfalos propriamente ditos).  O certo, ao invés   de ser político,  seria fazer o que eu faria em consideração aos outros clientes.

Bordão do Trombone:  você pode imaginar pessoas com a Educação das Famílias Reais da Europa, para cima disso é impossível.  Já a falta de Educação/Barbárie, essas, não têm limites.

Muito Bem, em Português, Seria Muito Mal???

Na vitrine  das Casas Pernambucana, ao lado do Cine Belas Artes, Rua da Consolação, Zona Oeste de São Paulo, havia um cabide com  uma camiseta feminina onde estava escrito: Très bien (Muito Bem, em francês).

E se estivesse escrito Muito Bem, será que estaria Muito Mal??? É Complexo de Vira-lata, por todo lado que se olha.

Complexo de Vira-lata  é o sentimento de inferioridade do Brasileiro em relação a Estados Unidos e Europa, “tradução”/definição  livre minha  do termo de Nélson Rodrigues.

Quiser conhecer  diversos exemplos de Complexo de Vira-Lata, clique aqui.  Você vai  ver que a Praga assola até grandes nomes da nossa cultura.