Fórmula Indy na Marginal??? Será que…???

Carros de Fórmula Indy correndo a 300 km/h na Marginal, como vai acontecer nesta semana,  me lembram história instrutiva e comentário jocoso meu.

Publicitário Marqueteiro contou  em palestra  que prestigiada empresa metalúrgica teve a idéia de promover  fim de semana em um sítio com  chefes, subordinados de todos os níveis e as respectivas  famílias  para grande e democrática confraternização.  O comparecimento de subordinados foi baixíssimo, praticamente zero.

Aí, então, explicou o palestrante,  a Empresa foi fazer a primeira coisa que deveria ter sido feita, antes de aplicar um único centavo no aluguel do tal sítio:  tentar descobrir  o que é que os funcionários queriam que a empresa fizesse para eles e suas famílias.

– Vocês sabem o que  queriam praticamente todos os funcionários???, perguntou o Palestrante. 

Ele mesmo respondeu:

– Todos os funcionários  queriam a coisa mais simples do mundo: levar as famílias para conhecer o local onde eles trabalhavam.

Meu comentário jocoso:

– Simples, muito simples.  O saldo de tal visita seria: umas dez crianças com mãos amputadas, mais umas cinco derretidas nos fornos …

Carros a 300 kms em ruas de S. Paulo??? 

Será que a interdição da marginal vai ser feita de forma correta, ou teremos uns cinco carros de corrida embaixo de caminhões, outros três atropelando carrocinhas puxadas por cavalos,  mais uns três carros de corrida dentro do Tietê, porque esqueceram de trocar a grade que separa a pista do rio???

ANVISA RESPONDE. VOCÊ FICOU SATISFEITO??? EU NÃO!!!

Meu texto do último dia 18 pedindo que a Anvisa fiscalizasse a questão de higiene ou da Falta dela na venda de alimentos prontos para serem consumidos em padarias e supermercados foi respondido pelo órgão.  A mim, a resposta não satisfez.

Publico novamente meu texto e a resposta que recebi.  Se os leitores quiserem se manifestar, fiquem a vontade.  Vale comentar e/ou elogiar e/ou criticar tanto o que escrevi, quanto a resposta que recebi. 

Reitero.  Minhas observações são absolutamente ponderadas, pertinentes.  A resposta da Anvisa ficou léguas aquém das minhas expectativas.   Espero que o leitor preocupado com o Assunto seja menos exigente do que eu e fique satisfeito. 

Título do meu texto publicado: 

ANVISA, ALÉM DOS REMÉDIOS, FISCALIZE FALTA DE HIGIENE NA VENDA DE PÃES E PRODUTOS SEM EMBALAGENS NOS SUPERMERCADOS

Tão Logo a Anvisa resolva a questão de como devem ser vendidos remédios nas Farmácias, sugiro nova empreitada para a Agência de Vigilância Sanitária.

Já escrevi sobre isso aqui há mais de três anos.  Antes disso, havia escrito email dirigido à própria  Anvisa.,
Pois bem, recebi uma explicação tão burocrática que me obrigou a me comunicar com a entidade para informar que, apesar de jornalista, com curso Superior Completo, não consegui entender coisa alguma do que me foi enviado.
Vou colar abaixo o trecho do  texto já publicado aqui no Boca.. Quem quiser ler o texto inteiro (é curioso)
http://bocanotrombone.ig.com.br/2007/10/22/proibido-por-lei/
Se nas vezes anteriores, meu êxito  foi igual a zero, quem sabe, dessa vez tenha mais sorte e receba  resposta.  Providências tãmbém são bem-vindas (escreve-se junto de acordo com a nova ortografia,  né???).   Afinal,  a minha saúde e da sociedade devem ou deveriam ser preservadas.
Lá vai:
(…) Politicamente correto, sob todos os aspectos, principalmente do ponto de vista da higiene, seria proibir que os pães fossem colocados sem qualquer proteção no balcão entre o funcionário e o público. Ou seja, todos esses produtos ficam recebendo saliva – democraticamente – tanto do consumidor quanto do funcionário. É óbvio que todo e qualquer produto desembrulhado pra venda deve ser colocado atrás do funcionário. Essa falta de higiene acontece em praticamente todas as padarias. Há grandes padarias onde, inclusive, panetones, bolos devidamente desembrulhados estão pelo meio do corredor. Mandei email a esse respeito para o órgão competente. O burocrata  de plantão me mandou uma resposta que eu não consegui entender. Mandei de volta email dizendo que era jornalista formado e que mesmo assim não consegui entender coisa alguma do que ele escrevera. Providências mesmo, nenhuma!!! (o fato a que me referi no início)

Ainda questões de higiene. Nos supermercados da, provavelmente, maior rede do país, azeitonas, picles, frutas secas estão colocados pelos corredores. O público mesmo é quem se serve. Quem quiser, passa, abre ali, pega uma azeitona. Muitas vezes aquela colher cujo cabo foi manuseado por todo mundo ad infinitum cai dentro do produto. Pedir providências do órgão responsável pela higiene é idiossincrasia??? Eu não compro em hipótese alguma pães expostos à saliva coletiva (até rimou, hein!!!), tampouco esses produtos sem embalagens espalhados pelos corredores!!!
Mais uma coisinha só a esse respeito. O  sindicado de bares, restaurantes, padarias, etc deveria passar orientação ensinando funcionários e até mesmo proprietários que não se pode por o dedo na língua antes de pegar o guardanapo que vai ser usado para servir o freguês que pediu um salgado/doce.
A Anvisa também poderia cuidar d isso ( o envio da recomendação e fiscalização se a coisa está sendo cumprida) Essa última frase acrescentei agora

São tantos os bordões do Boca no Trombone para terminar que nem sei qual escolher.  Lá vai um:  O Homem chegou à Lua  há  40 e no Brasil, em pleno século 21,  não se consegue resolver coisas tão rudimentares como essas.
Ficaria contente e suponho que os leitores também se esse texto (que enviarei para Anvisa, desde que não leve bailes burocráticos) fosse respondido e as providências devidas tomadas com a urgência que a coisa requer.  Caso receba alguma comunicação da Anvisa, ela será publicada.
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RESPOSTA DA ANVISA

Prezado Paulo,
Realmente esperamos que a questão das farmácias seja resolvida o mais breve possível. Não há razão para polêmica, considerando que a lei separa claramente o que é farmácia e o que é mercado, nenhuma novidade apenas o cumprimento da lei.

Mas vamos ao que te interessa: o risco de alimentos expostos de forma indevida. Em primeiro lugar é preciso esclarecer que no Brasil, a vigilância sanitária é descentralizada: as atividades de maior risco são regulamentadas pela Anvisa. Já as atividades de menor risco sanitário, ou cujas práticas variam muito de acordo com a realidade de cada região, são regulamentadas e fiscalizadas pelas vigilâncias sanitárias municipais. Exemplos são os salões de beleza e a exposição de alimentos para o consumo em padarias, rotisserias e supermercados. É uma lógica que respeita a independência dos estados e municípios. Essa lógica da descentralização é também uma estratégia já que a vigilância local, do município e do estado, é quem conhece a realidade e os riscos sanitários da cada local. Fora isso seria ineficiente a Anvisa tentar montar uma equipe de 10, 15, 20 mil fiscais para estar presente em todos os municípios brasileiros.

Alguns municípios possuem legislação que regulamenta a forma de expor os pães no balcão para os consumidores, mas é preciso lembrar que a educação da população, aliada a uma fiscalização por parte das vigilâncias municipais, pode surtir muito mais efeito que a simples existência de um regulamento tão específico. A atuação do consumidor também é valiosa. Mesmo onde o município não tem uma lei ou resolução específica, a existência do risco é suficiente para uma fiscalização e para a cobrança de uma providencia no âmbito local.

Digo isso porque no que diz respeito à exposição dos pães no balcão, os riscos não estão bem estabelecidos e carecem de informações científicas que estabeleçam a relação entre a exposição e a ocorrência de uma doença, por exemplo. A exposição a gotículas de saliva poderia representar um risco maior com relação aos alimentos que contém grande quantidade de água em sua composição, já que estes poderiam constituir meio para a proliferação de microrganismos como as bactérias. Mas no caso dos alimentos secos, como os pães assados, cujas fornadas são produzidas em pequenas quantidades e vendidas rapidamente, o grande risco é justamente a contaminação por toque. Por isso os consumidores não devem servir os pães diretamente com as mãos; por isso os funcionários da padaria não devem pegar nos pães com as mãos para levá-los ao balcão. E também por isso, de nada adiantarão extensas barreiras de proteção e detalhadas leis se o consumidor for comer o pão sem antes higienizar suas próprias mãos.

Ou seja, se o leitor deste blog viu algum desses erros acima na padaria da sua rua, não tenha dúvida e cobre uma postura correta do estabelecimento, se não for atendido procure a vigilância sanitária da sua cidade.

A legislação federal existente (RDC 216, da Anvisa) abrange do armazenamento e manipulação da matéria-prima até o momento em que o alimento final fica pronto: estabelece as boas práticas de produção que os serviços de alimentação devem seguir e exige uma série de práticas que devem ser cumpridas por manipuladores de alimentos, a fim de evitar as diversas formas de contaminação. Por que focar a preocupação na manipulação e na produção? Justamente porque nessas etapas se encontram os maiores riscos de contaminação.

Quando falamos na exposição dos pães no balcão, uma medida simples e extremamente eficaz, que não precisa ser imposta por lei, e que já é adotada por iniciativa própria em alguns locais, é a existência de uma placa na qual se pede a gentileza de que os consumidores não conversem enquanto servem os pães. Questão de higiene e de educação, essa simples dica é provavelmente a mais eficaz.

Assina o Documento – (Email)
Carlos Augusto Moura
Assessor-Chefe (substituto) – Anvisa

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Não vou comentar item por item para não cansar.  Mas o leitor pode, ao terminar de ler a resposta da Anvisa, voltar ao meu texto inicial e fazer seu comentário. Quem é que está certo???

Feira Livre É Mesmo Bom Negócio Para a Dona de Casa???

O decreto do Prefeito Gilberto Kassab restringindo o horário do funcionamento das feiras livres em S. Paulo, em vigência desde o dia 30 de janeiro,  é um gancho (que pego meio atrasado) para algumas considerações.

1. Sempre achei extremamente anti-higiênico carnes, peixes e frangos serem vendidos na feira, debaixo daquele calorão, tomando sol e poluição por horas a fio.  Jamais comprei.

2. A perpetuação  de prática tão extemporânea, suponho, só se justifica por um certo atavismo.  Não faz o mais mínimo  sentido ruas de cidades de milhões de habitantes serem fechadas nos dias de feira, causando incômodo sem fim para os moradores e mais caos ainda (se é que é possível) no trânsito.

3. Mesmo o mito de que frutas e verduras são mais fresquinhas na feira é mito, apenas mito.  Conversando com um feirante de frutas, comentei o trabalho que devia dar carregar e descarregar o caminhão ao chegar em casa.  Ele me disse que não descarregava coisa alguma: as frutas ficavam no caminhão, assando debaixo da lona, sob o sol.

4. “Moça bonita não paga, mas também não leva”.  A brincadeira é boa e não é tão brincadeira assim.  Nas feiras, algumas barracas colocam  preços;  a maioria não.  Ou seja, moças e moços bonitos (entender como fregueses  e freguesas) mais bem vestidos fatalmente pagarão mais caro.

5. Aliás, a esse respeito, Mercados Municipais também têm a mesma postura.  A prefeitura deveria obrigar o comerciante concessionário a colocar preços em todos os produtos.

6. Não conheço a cidade inteira, mas suponho que haja super-mercados espalhados para quase todos os cantos.

Ou seja, continuar comprando frutas cozidas pelo sol, carnes idem expostas ao sol  e pagar preços aleatórios deveriam ser coisas do passado remoto!!!

Anvisa, Além dos Remédios, Fiscalize Falta de Higiene na Venda de Pães e Produtos Sem Embalagens nos Supermercados

Tão Logo a Anvisa resolva a questão de como devem ser vendidos remédios nas Farmácias, sugiro nova empreitada para a Agência de Vigilância Sanitária.

Já escrevi sobre isso aqui há mais de três anos.  Antes disso, havia escrito email dirigido à própria  Anvisa., 

Pois bem, recebi uma explicação tão burocrática que me obrigou a me comunicar com a entidade para informar que, apesar de jornalista, com curso Superior Completo, não consegui entender coisa alguma do que me foi enviado.

Vou colar abaixo o trecho do  texto já publicado aqui no Boca.. Quem quiser ler o texto inteiro (é curioso)
http://bocanotrombone.ig.com.br/2007/10/22/proibido-por-lei/

Se nas vezes anteriores, meu êxito  foi igual a zero, quem sabe, dessa vez tenha mais sorte e receba  resposta.  Providências tãmbém são bem-vindas (escreve-se junto de acordo com a nova ortografia,  né???).   Afinal,  a minha saúde e da sociedade devem ou deveriam ser preservadas.

Lá vai:

(…) Politicamente correto, sob todos os aspectos, principalmente do ponto de vista da higiene, seria proibir que os pães fossem colocados sem qualquer proteção no balcão entre o funcionário e o público. Ou seja, todos esses produtos ficam recebendo saliva – democraticamente – tanto do consumidor quanto do funcionário. É óbvio que todo e qualquer produto desembrulhado pra venda deve ser colocado atrás do funcionário. Essa falta de higiene acontece em praticamente todas as padarias. Há grandes padarias onde, inclusive, panetones, bolos devidamente desembrulhados estão pelo meio do corredor. Mandei email a esse respeito para o órgão competente. O burocrata  de plantão me mandou uma resposta que eu não consegui entender. Mandei de volta email dizendo que era jornalista formado e que mesmo assim não consegui entender coisa alguma do que ele escrevera. Providências mesmo, nenhuma!!! (o fato a que me referi no início)
Ainda questões de higiene. Nos supermercados da, provavelmente, maior rede do país, azeitonas, picles, frutas secas estão colocados pelos corredores. O público mesmo é quem se serve. Quem quiser, passa, abre ali, pega uma azeitona. Muitas vezes aquela colher cujo cabo foi manuseado por todo mundo ad infinitum cai dentro do produto. Pedir providências do órgão responsável pela higiene é idiossincrasia??? Eu não compro em hipótese alguma pães expostos à saliva coletiva (até rimou, hein!!!), tampouco esses produtos sem embalagens espalhados pelos corredores!!!
Mais uma coisinha só a esse respeito. O  sindicado de bares, restaurantes, padarias, etc deveria passar orientação ensinando funcionários e até mesmo proprietários que não se pode por o dedo na língua antes de pegar o guardanapo que vai ser usado para servir o freguês que pediu um salgado/doce.
 

A Anvisa também poderia cuidar d isso ( o envio da recomendação e fiscalização se a coisa está sendo cumprida) Essa última frase acrescentei agora

São tantos os bordões do Boca no Trombone para terminar que nem sei qual escolher.  Lá vai um:  O Homem chegou à Lua  há quase 40 e no Brasil, em pleno século 21,  não se consegue resolver coisas tão rudimentares como essas.

Ficaria contente e suponho que os leitores também se esse texto (que enviarei para Anvisa, desde que não leve bailes burocráticos) fosse respondido e as providências devidas tomadas com a urgência que a coisa requer.  Caso receba alguma comunicação da Anvisa, ela será publicada.

Feliz 2011!!!

Todo mundo sabe que o  Brasil só começa a funcionar depois do Carnaval.  Bem,  mas começar algo depois do meio dia de uma quarta-feira…  Segunda-feira, tradicionalmente,  é o dia da preguiça.  Adia-se tudo para a terça-feira e não se fala mais no assunto.

Mas bom mesmo é quando o Carnaval cai láááá em março.

No  livro Minhas Mulheres e Meus Homens, Mario Prata conta histórias curiosas vividas por diversos amigos e amigas dele.

Uma das casos é de uma  uma mulher  que vai a uma Repartição Pública no meio da manhã da segunda-feira.

Naquela indolência característica, a funcionária da Repartição olha para o relógio e diz:

– Segunda-feira, onze horas da manhã.  A semana está praticamente perdida.

Os brasileiros devem estar pensando nesse exato momento:  Carnaval, Copa do Mundo, Eleições –  este ano está praticamente terminado…

Feliz 2011!!!

CELULAR NO BRASIL – TARIFAS MILIONÁRIAS PARA ASSINANTES COM NERVOS DE SUPER-HOMEM

Uma coisa sempre me encafifou.  Vejo pessoas humildes pela cidade batendo longuíssimos papos furados em seus celulares.

Manchete da Folha na 2. Feira informa que A tarifa de celular (do Brasil) é a 2. Maior do Mundo: R$ 0,45 por minuto para chamadas locais para celulares da mesma operadora.  Agora, se a ligação é para celular de outra companhia (Interconexão) , o valor passa de R$ 1,00 por minuto.

Falando o estritamente necessário no telefone fixo do meu escritório, evitando o máximo ligar para celulares, minha conta mensal sempre é na faixa de R$ 150,00 para mais.

Aí eu pensava,  se usando com bom senso o telefone fixo ,  eu gasto R$ 150,00,  quanto não vão gastar as tais pessoas humildes que ficam penduradas nos celulares o dia inteiro???

Explicaram-me que quando o telefonema é para a mesma operadora, muitas vezes nem tarifa há.  Só que essa história não é bem assim. 

Uma professora, que não quis de identificar, que teve a paciência de ficar horas a fio ouvindo explicações de funcionária de uma operadora, certamente cheias de gerúndios,  provavelmente pagando impulso, me decifrou o enigma. Ela mandou por email.  Por absoluta falta de paciência, não vou me dar ao trabalho de traduzir   Ela é professora,  alfabetiza crianças, logo  tem capacidades que eu não tenho. Colo o email:

Tarifa celular Claro
 
São Paulo/ São Paulo- $1,39 o minuto
São Paulo/ Santos – $2,26 o minuto

A mensagem alardeada aos sete ventos é:
 
Você ganha a cada minuto conversado ( por dia ) – 30 minutos se for de “Claro” para “Claro” ( explicando melhor – se você em uma ligação falar 59 segundos  e desligar você não ganha nada. Só vai ganhar se estiver com o cronômetro ligado e falar 60 segundos ou mais. Aí naquele dia você ganhou 30 mim.
No dia seguinte, vamos supor que tenha falado de “claro” para “claro” por mais de 60 segundos em dez ligações – você só vai ganhar os mesmos 30 mim.
Ocorre que isso que você “ganhou” se chama “bônus” e o tanto que você “pagou”( compra de minutos nas lojas – recarga ) se chama “crédito”.
Vamos supor que você não tenha em mãos um cronômetro e que a conversa esteja muuuuito interessante. Vamos supor também que você considere caro fazer uma consulta para saber qtos créditos e/ou bonus ainda te restam ( eles cobram R$0,50 por consulta ); sabe o que vai acontecer????
É o seguinte: o telefone celular pré- pago ( aquele que não vem conta, ou seja, você coloca o tanto de créditos que vai usar ) tem a tarifa de $1,39  de “Claro” para “Claro”, ou de “Claro” para fixo ou de “Claro” para outra empresa qualquer de celular. Caso vá falar com outra cidade o preço do minuto muda: $2,26.Você paga pelo minuto $1,39 ou $2,26. A medida em que você finda seus créditos, a ligação consome também os seus bônus e quando você percebe ( e você nunca percebe!!!! ), está sem nada.
Gostou ou quer mais???

Todos os Claros citados no email, a professora  fez questão de chamar de Escuro.  Mudei apenas para facilitar a coisa.  E também por se tratar de “injustiça Injustíssima” dela, afinal pode haver coisa mais clara do que isso???

Essa mesma professora  disse que quando o assinante demora para colocar novos créditos, a Operadora fica mandando torpedinhos ameaçando de confiscar a linha (aquele número do assinante).

Aliás, a própria  publicidade de uma dessas operadoras  mostra que é tudo muito confuso, muito absurdo de entender.   No tal anúncio, não sei se ainda está no ar, o locutor na TV dizia mais ou menos o seguinte:

– Rodrigo Santoro, grande artista brasileiro que já contracenou com as maiores estrelas internacionais, é capaz (pode) tudo.  Pode tudo, menos entender (ou usufruir ou outro verbo de que não me lembro) o plano de seu telefone celular.

Ora, são eles próprios  mostrando que nem mesmo super-homens conseguem decifrar o emaranhado em que enfiam o assinante.

Ou seja, certamente  essas linhas contenham uma série de imprecisões.  Mas dá para ser preciso  driblando pegadinhas e armadilhas???   Lembrando sempre que  a própria publicidade de uma das tais empresa  afirma que precisa ser super-homem – corrigindo: que nem super-homem consegue!!!

Em tempo,  Oi, Tim, Claro, Vivo são nomes de Empresas??? Parecem coisas de criança.

Segundo a Folha, o faturamento da Tim, Oi e Vivo com a tal da Interconexão  entre o quarto trimestre de 2008 e o terceiro trimestre de 2009 foi de R$ 4,9 Bilhões. 

O nome é de criança.  O faturamento de gente muito grande, muito…!!!

Chega de Paletó e Gravata!!!

Quinta-feira passada,  o Desembargador  Walter Guilherme, que conheço desde os tempos em que ele estudava no colegial junto com meu irmão,  tomou posse no importante cargo de  Presidente do Tribunal Eleitoral  de S. Paulo.   Com prazer, fui à solenidade.   Com imensa má vontade,  sufoquei-me com  gravata e, para aumentar o sofrimento, ainda coloquei paletó.

Calor de rachar;  salão nobre, onde aconteceu a posse,    repleto.  Entre um e outro discurso,  pela milésima vez na vida, pensei no absurdo que é a obrigatoriedade de paletó e gravata em países quentes como o nosso. 

No sábado, vejo que estou bem acompanhado na minha revolta.  Pequena nota na   Folha Ilustrada diz que o Ministro da Cultura,  Juca Ferreira, autoridade inteligente e de bom senso, em solenidade na Funarte no Rio , foi taxativo ao dizer que está na hora de se abolir definitivamente  a obrigatoriedade do paletó.  Completou:  “isso é resquício de quando nos espelhávamos na Europa.” 

Observação quase perfeita, não fosse o tempo verbal.  Espelhávamos??? Até hoje só fazemos imitar o hemisfério Norte.  A síntese perfeita disso é o verso popular: se mandioca fosse americana, farinhada era (seria) comida de bacana!!!.

Qualquer homem pode estar perfeitissimamente bem vestido com uma calça leve, uma camisa de manga curta  com o botão do colarinho aberto/ “desabotoado”.   Todo mundo trabalharia com muito mais conforto, mais boa vontade. 

Tá bom,  para satisfazer os  burocratas  do turno, loucos para  exercer   poder, a sociedade delegaria a eles o direito de determinar de que tom de cor a que tom poderiam ser tanto as camisas quanto as calças.  Notem bem: poderiam dar uma gama de cores, jamais  nos deixar com apenas uma ou duas opções.

Já escrevi sobre isso umas duas vezes:
http://bocanotrombone.ig.com.br/2009/11/25/ira-e-bolivia-dao-de-dez-a-zero-no-mundo-civilizado/

http://bocanotrombone.ig.com.br/2007/12/13/pensando-sobre-a-nao-gravata-de-evo-morales/

Só nos resta torcer para que outras autoridades, além do Ministro  Juca Ferreira, peguem o pião na unha e resolvam a coisa de uma vez por todas.

Assunto encerrado!!!

Obrigar colega a beber álcool combustível – Coisa de futuros veterinários ou de animais mesmo???

Felizmente ainda não vi neste ano a deplorável e extemporânea cena de bonitas e bonitos calouros universitários  dividindo com mendigos e aleijados os cruzamentos da cidade em busca de “grana pra breja”, no vasto vocabulário  dos estudantes, e esmolas. 

É lógico, questão de dias, que não serei poupado dessa imbecilidade!!!

Mas, Infelizemente, a coisa tá muito pior e muito mais “sofisticada”.

Leio na Internet que na pacata Fernandópolis, pequeno município termal de aproximados 65.000 habitantes, no noroeste de S. Paulo,  calouro de veterinária da Unicastelo foi obrigado a beber álcool combustível.  Não bastando, outros “elementos” universitários  teriam rasgado  sua calça, enquanto um terceiro grupo lhe dava tapas no rosto, como relatou a vítima, jovem de 18 anos que preferiu não se identificar.

O martírio do rapaz durou oito horas,  com agressões físicas e psicológicas.

Alunos do 5. Ano de Veterinária deverão ser ouvidos nesta semana em sindicância, segundo a Assessoria de Imprensa da Unicastelo.

A pergunta que não quer calar:  afinal, trata-se de alunos de Veterinária ou de Pacientes de Veterinários???

Novo Bordão de Domínio Público do qual o Boca no Trombone é obrigado toda hora a lançar mão:  a Natureza limitou a inteligência, mas não a Imbecilidade.

Gisele “fala” em Português com o Filho. Parabéns pra ela!!!

Leio na Internet  legenda de Foto da Gisele Bündchen afirmando   que só “fala” com o filho Benjamin (de cinqüenta dias) em Português.

Legal, bem legal.  Que continue assim!!!

Coisa MUITO RÍDICULA MESMO  é nego brasileiro  falando com filho brasileiro (que provavelmente estuda em colégio bilíngüe para filho de Gringo), na frente de todo mundo, em Inglês.  Aliás, já escrevi sobre isso  quando a Xuxa justificou  orgulhosa erro primáriao que a filha teria cometido ao escrever algo porque estudava em colégio “ingreis”.   

http://bocanotrombone.ig.com.br/2009/09/08/matricular-filho-em-colegio-pra-gringo-sera-que-vale-a-pena/

Como já foi dito, a natureza limitou a inteligência, mas não limitou a burrice.  Adapto a coisa:   classe e elegância têm limite; cabotinismo, não.

Silêncio Absoluto em Tiradentes na Mostra de Cinema. Já nas Salas de S. Paulo…

Na 13ª  Mostra de Cinema Brasileiro Contemporâneo em  Tiradentes, Minas Gerais (do dia  22/1/10 até  sábado) os filmes são exibidos em Praça Pública, e o Som é perfeito. Toda a cidade pára.  Correspondente da rádio CBN informa que os pipoqueiros  não trabalham durante as apresentações e que o silêncio é absoluto. 

A cidade, como a grande maioria das cidades brasileiras, não dispõe  de uma única sala de exibição.  Ou seja, imagina-se que não exista o hábito de assistir filmes de outra maneira além de Televisão, vídeos e DVDs.
Em um vilarejo de aproximadamente 8.000 habitantes (6.300 até 2004) a atitude do público é de respeito, pode-se dizer até respeito religioso.  Já nas salas de cinemas da zona Oeste de S. Paulo,  há de tudo e até mesmo alguns poucos espectadores que ficariam muito contentes se pudessem assistir ao filme sem  ter que ouvir comentários dos vizinhos de cadeira, que chegam até mesmo a atender celulares.  Para terminar, frase minha a respeito da coisa:

Não adianta mudar de lugar  no cinema.  Onde quer que você se sente, tem sempre dois, ou até mais,  imbecis conversando.

Parabéns a toda a População de Tiradentes!!!   Repúdio a todos aqueles que não sabem se comportar em Público!!!