Músicas e Piadinha de Vlado Lima para Dar Boas Risadas

Gosto de piadas, imagino conhecer cerca de mil piadas.  Entretanto, não perco amigo, ou qualquer coisa que seja, para não perder a piada.  Por outro lado, sou contra desperdício.  Quando tem gancho para piada, preciso contar a piada.  No episódio de hoje da série Tapas e Beijos (TV Globo), a personagem  Geise (Cintia Rosa),  uma mulata linda e peituda,   acabou com o sossego das protagonistas Fátima  e Suely, de Fernanda Torres e Andréa Beltrão.  Geise, literalmente,  parou o trânsito masculino da série.  Piada/Gracinha do Vlado Lima, Rei da Irreverência,  sempre que vê uma mulher peituda pela primeira vez.  Olhando para a mulher e para os próprios, pergunta em voz séria:

– Vocês três vêm sempre aqui???

Divirta-se com a irreverência de Vlado Lima, agora em forma de música.

Ouça e Veja  Gago Apaixonado – Clique aqui

Ouça e Veja  Maconheiro – Clique aqui

Quem quiser ver trechos do Episódio de Hoje do   Tapas e Beijos e conferir os predicados da Geise – Clique aqui e principalmente Aqui

Sete de Setembro – Papel do Herói e Manipulação

Final da Década de 70,  governo militar  cultuava os Heróis, sobretudo D. Pedro I, como se o caminhar da história  fosse responsabilidade de um ou poucos privilegiados.

O Jornal da República, do brilhante Mino Carta, teve vida curta: alguns meses de 1979. Eu  havia feito um curso na Faculdade de História da USP sobre como os heróis eram tratados pelo sistema. Propus abordar o assunto.  O Jornal da República gostou do tema e topou publicar meu texto,  no dia 8 de setembro de 1979.   Por questão de espaço,  foi reduzido.  Publico novamente na íntegra. O início descreve o filme publicitário da época com bastante fidelidade. Desde então, nunca  reli o texto. Mais de  trinta anos depois, digito-o abaixo.  Espero que eu goste e que o leitor também.

Lá vai:

Homens elegantemente uniformizados montam cavalos fogosos.  Um mensageiro aparece e entrega um pergaminho a Tarcísio Meira.  Não, não é Tarcísio Meira.  É D. Pedro I. A correspondência é de José Bonifácio, que pinta um quadro negro da situação do Brasil dependente de Portugal, ao mesmo tempo que coloca nas mão de D. Pedro I todo o destino de uma nação.  D. Pedro – Tarcísio Miera – não decepciona.  Ordena que seus acompanhantes se perfilem e, aos gritos, discursa:

– Eles querem nos escravizar.

Em seguida, enquanto balbucia alguns xingamentos, como “cachorros”  e “canalhas”, arranca os laços de seus ombros e do chapéu.  É chegado o momento da grande frase:

– Independência ou Morte!!!

E todos  seus acompanhantes repetem em coro:

– Independência ou Morte!!!  Independência ou Morte!!!

A imagem é congelada e substuída pelo famoso  quadro do pintor Pedro Amércio.

Isto é apenas um comercial.

De que???

Ora, do Herói!!!  Do que mais poderia ser???

Depois de assistir a essa propaganda, que tem sido bombardeado a todo instante nos canais de televisão, o raciocínio que toma conta da mente de todo mundo, crianças e adultos, deve ser mais ou menos o seguinte:

“Poxa, mas que sorte a nossa.  Se esse mensageiro não tivesse encontrado o D. Pedro no caminho, talvez até hoje o Brasil ainda seria uma simples colônio da Portugal.”

Todos os outros fatores envolvidos na Independência, como a transferência da corte de Portugal para o Brasil, que muitos historiadores consideram como  tendo, praticamente,  constituído a realização de nossa Independência; os interesses da Inglaterra de que o Brasil se tornasse independente para que o comércio pudesse ser feito sem que taxas fossem  pagas a Portugal; o peso do Partido Brasileiro, representante das classes superiores da colônia, grandes proprietários, nunca são levados em conta.

Para a grande maioria, fica retido na memória que a Independência do Brasil se deve a D. Pedro I, um português corajoso que resolve adotar o Brasil como Pátria.

Esse conceito já se tornou generalizado entre a maioria da população.  Através dele, infere-se que a participação política e importância histórica são privilégios de poucos “iluminados”.  O mito do herói, que faz sozinho a história, deve-se não só aos meios de comunicação de massa (isso mais recentemente), como também à historiografia oficial sobre o assunto.   A primeira publicação do Instituto Geográfico Brasileiro, em 1838, uma obra de cinco volumes de autoria de Varnhagen, que em sua época era considerado um grande fã de Portugal, já colocava a nossa Independência como uma dádiva de Portugal, via D. Pedro.  Seus livros eram a úncia referência de todos os outros historiadores da época.  Essa visão é até hoje transfmitida através dos livros didáticos de história

A supervalorização da figura de D. Pedro I no processo da Independência só foi revista muitos anos mais tarde, em 1933, por Caio Prado Júnior, em A Evolução Política do Brasil. Nesse livro, ao descrever o processo de Independência, o nome de D. Pedro I é citado uma núnca vez.  E é bom que se diga: a cena das margens do Ipiranga não é sequer mencionada.

Mas, afinal,  por que a história é colocada sempre como resultado de ações de determninadas personagens que acabarão se tornando célebres???

A primeira resposta para essa pergunta é evidente.  Uma história contada como uma sucessão de aventuras pessoais se torna muito mais interessante e digerível do que um onde estejam envolvidas leis econômicas, forças históricas e sociais.  Mais interessante, porém de pouca credibilidade.  Sidney Hook, em seu Livro O Hirói na História, conta que a escola  dos historiadores americanos que  se agrupa em torno de James Harvey Robinson e “New History” concebeu um relato impressionantemente realístico do passado da América.  Mas eles se equivocaram ao imaginar que estavam conseguindo substituir com êxito os heróis e grandes “para seguir o curso sereno das forças econômicas e socias: removeram os reis e generais de seus nichos e colocaram em seus lugares os grandes capitães da indústria e das finanças  e os grandes pensadores da filosofia e da ciência.”  O resultado não foi absolutamente satifsfatório.  Encontrou-se a seguinte citação na prova de um estudante: “Rockefeller, Gould e Morgam foram os homens verdadeiramente grandes da época; se, pelo menos, eles tivessem sido utilizados no campo político, como as coisas teriam sido diferentes.”

E o culto do herói e grandes homens conduzindo a história continua até hoje.  Isso acontece principalmento nos países totalitários.  Um determinado militar, que antes ocupava a chefia de um órgão policialesco de espionagem, pode e deve, ao subir muito de posto,  mudar rápida e completamente a imagem.  Concordam???  E não é que dá certo!!!

Hook afirma em seu livro: “aqui movamente os progressos técnicos nos meios de comunicação, aliados aos novos métodos psicológiso de arraigar crenças, tornam possível criar entusiasmo popular e idolatria pelo líder em um grau que supera qualquer coisa jamais obtida em Bizâncio,  onde um imperador romano foi capaz de erigir sua estátua, os ditadores modernos podem afixar um milhão de litografias. Utilizam-se de todos os meios que possam contribuir para a sua ascensão.”

Entretanto, os principais meios através dos quais as grandes personalidades interessam tanto ao homem comum e exercem influência sobre eles seão de natureza psicológica.

A primeira delas se basei na necessidade de segurança psicológica.  Se é verdade que o grande homem se imagina como o “Pai da Pátria”, muito mais verdade ainda é que seus seguidores o enxergam exatamente como um pai.  Isto está baseado na concepção psicológica de que muitas pessoas jamais se libertam dos pais, professores e outros pontos de apoio que servem só para suprir suas necessidades, quietação de seus medos e esclarecimento de suas dúvidas durante o crescimento, mas também funcionam como agente de dominação.  Assim sendo, sempre há pessoas querendo adotar um pai.  O herói tá aí para isso.

Quanto mais difícil se apresenta um período, mais propício ele é para o aparecimento de líderes.  Hook afirma que “nos tempos relativamente tranqüilos ,e  particularmente quando a educação se dirige à maturaidade,  a necessidade de um pai-substituto é correspondentemente diminuída.  Sob outras circunstâncias históricas em que não aparecem  grandes líderes e indivíduoas, alguma instituição como a Igreja, o Partido assumirá o papel primordial de autoridade.”

Outro mecanismo psicológico importante que é acionado para a aceitação do líder e herói é o de projeção.  “O homem comum compartilha imaginariamente a força, o brilho e o êxito dos heróis.” Novos elementos de sentido entram nas vidas daquele que são emocionalmente empobrecidos.  As disparidades e injustiças do cotidiano da vida social e, por vezes as dfeficiências e incapacidade pessoal, desaparecem gradualmente do centro de interesse.  O ego se engrandece sem esforço e sem ônus.”

Esses fatores psicológicos agem conjuntamente e são cimentddos nas consciências das pessoas por um outro sentimento:  o pavor de assumir responsabilidaes. Assim sendo, em cada comunidade surge um número reduzido de pessoas com desejos de assumir posições de lideranças.  “Desde que lhe sejam premitido resmungar, a maior parte das pessoas fica aprazivelmente aliviadas de encontrar alguém que façam suas tarefas; sejam elas, domésticas ou políticas.   A política é um negócio confuso e a vida é curta.  Submetemo-nos a grandes males, a fim de evitar a maçada de abolí-los.”

Assim sendo, na medida em que há interesse oficial de glorificar personalidades e uma tendência social de se entregar a lideranças, como diz o ditado popular, junta a fome com a vontade de comer.

Hook conclui advertindo: “quando nos negamos a mergulhar na voragem política para não perturbar nossa “vida normal” e confiamos o poder a outros, acordamos um  dia para verificar que aqueles a quem confiamos estão prestes a destruir “a vida normal” que receamos imterromper.”

Resumindo, o resultado da soma da fome com a vontade de comer, nesse caso de heróis e liderenças, será uma grande congestão, ou melhor, é uma grande congestão.

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É antigo, mas explica muita coisa.  Eu gostei.  Espero que você  também.

Pausa na Greve do Serviço Funerário e Frases Sobre Velório

Greve no Serviço Funerário implica em super meta-aborrecimento.   Não basta toda a tristeza  de uma morte de parente e amigo, além dos encargos burocráticos de praxe, a desinformação, e mesmo  um certo suspense para saber como a coisa vai terminar.

Até 2. Feira, a greve está suspensa.

Na torcida para para que a situação se resolva,  para descontrair, três frases divertidas sobre velório.  A primeira é do meu amigo Mário Michel Cury,  a segunda é do Samir Meserani que, infelizmente, já teve seu velório e a última do meu pai, Hiram Mayr Cerqueira,  que continua firme aqui e comemora seu 91º aniversário depois de amanhã.

  • “O velório é a única solenidade em que o homenageado permanece ausente.”
  • “O velório é a única solenidade em que o homenageado permanece ausente. Embora de corpo presente.
  • “O velório é a única solenidade em que o homenageado está impedido de se manifestar.”

Mini Crônicas e Boa Música Sábado em São Paulo – Vasqs, Aguilar – Banda Performática e Roney Giah

Dois amigos artistas mostram seus trabalhos no sábado, depois de amanhã: o escritor  Vasqs e o  músico  Roney Giah que sobe ao Palco do Auditório do Ibirapuera para cantar no coro do Banda Performática do Cantor Aguilar, na comemoração de  30 anos de trabalho da banda.

Por odrem cronológica, primeiro o que acontece primeiro.

Autor de mini-crônicas perspicazes e sutis,  chargista de traços fortes,   blogueiro do Ostras ao Vento, Vasqs lança seu livro, com mesmo nome do blog,   na Livraria HQMix Pça Roosvelt, 142, centro de S. Paulo, das 17 às 21 hs.

Logo depois, dá tempo de pegar o Show da Banda Performática, com participação de Roney Giah no coro.  Roney Giah recebeu prêmio da Fundação John Lennon. No final, link para o seu site e também texto do Roney contando seus encontros com Michael Jackson.

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José Simão,  colunista da Folha de S. Paulo, frequentemente usa ilustrações do Vasqs em sua coluna e também fez convite para o lançamento desse livro.

Mostra grátis das mini-crônicas do Vasqs:

Longevidade
Um brasileiro vive em média 72 anos. Um cachorro vive 12.
Quer dizer, um brasileiro pode viver até 6 cachorros.

Perfil
Sensato, equilibrado, moderado, ponderado, respeitoso, judi-
cioso, prudente, receptivo, compreensivo. No entanto, ladrão.

Sexo
Imaginar que nesse momento um canalha pode estar transan-
do. Isto é, perpetuando a espécie!

E nessa toada  a coisa vai.  Se quiser conhecer mais do trabalho do Vasqs, antes do lançamento, visite seu blog Ostras ao Vento. Clique aqui

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Detalhes do Show do Aguilar e Banda Performática,  clique aqui

Site do Roney Giah, clique aqui – Quem quiser conhecer a fera mais de perto, também pode ir às segundas autorais do Clube Caiubi.

Relato dos Encontros de Roney Giah e Michael Jackson, clique aqui

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Não dá para perder, não é mesmo???  Eu vou, ao show e ao lançamento   embora já esteja com meu livro do Vasqs na estante, devidamente autografado e  boa parte lido

Será que tem Povo Para Tantos Palácios e Mansões???

Líbios tomam  o avião e as casas de Muamar Gadaffi.  Iraquianos fizeram o mesmo com os Palácios de Saddan depois de sua queda.

Se o Brasil fosse palco de  algum tipo de revolta, será que haveria população suficiente para ocupar casas, castelos e aviões de todos os corruptos que teimam em não sair dos noticiários e, menos ainda,   em não largar o osso (na verdade, filé mingnon;  quiçá lagosta) do poder???

Talvez faltasse povo!!!

Rico Vocabulário 2!!!

Até há pouco tempo, que saudades, quando se descobria alguma coisa nova, dizia-se que tinha se dado conta de alguma coisa, percebido tal coisa; os mais sofisticados falavam que realizaram tal coisa.

Hoje, reduziu-se tudo isso para  CAIU A FICHA.

Como diz o simpático e preparado/culto apresentador de TV  Ronnie Von:

– Socorro!!!

E o Rolar, então,  que deve ter tomado o emprego de uns 950 verbos???!!!

Com cair a ficha,  rolar e mais um quarto de dúzia de expressões babacas, os pobres de vocabulário vão construindo seus sofisticados diálogos.  Dentro desses bate-papos, como se diz, por favor, mantenham-me fora!!!

Quem quiser mais do mesmo, pode ler  aqui outro texto .  Clique

Como disse, é mais do mesmo, mas diverte.  Quer dizer,  minha ambiciosa pretensão é divertir os que não usam e fazer chorar os que usam.  E a ambição ao quadrado seria  que aqueles que usam se dessem conta e parassem de usar.  Aí é sonhar demais…!!!

Celular Proibido nos Bancos – Proibição Precisa Ser Ampla, Geral e Irrestrita

O meta-aborrecimento de estar na fila do Banco e ter de agüentar  o vizinho  batendo papos ao celular está com os dias contados.  Lei estabelece multa de R$ 2.500,00 para quem for apanhado usando o aparelho, ainda que para receber mensagens de texto.  Tem aquele blá-blá-blá de sempre: prazo para agências se adaptarem,  colocação de cartazes informando a existência da lei.   Bem, mas a lei está aí.  E como o órgão sensível das pessoas é o bolso,  pelo menos dentro de agências bancárias,  estaremos livres de ouvir conversas que absolutamente não interessam a quem quer que seja.

O que precisa mesmo é impor ao celular as mesmas restrições que foram impostas ao cigarro em lugares públicos.  Onde não pode cigarro, não pode celular.  Em ambientes fechados, celulares só deveriam ser permitidos dentro de cabines para esse fim. Pronto. E Ponto.

Aliás, em alguns restaurantes americanos o uso do celular já é proibido.  Escrevi a respeito.  Que quiser ler  Clique aqui

Quando a lei antifumo completou um ano, também postei  texto expondo a maneira como deveria ser regulamentado o uso de celular. Quem quiser ler Clique aqui

É curioso observar que a proibição do celular em banco foi determinada apenas por questões de segurança.  Respeito ao direito do cidadão que deseja sossego sequer foi levado em conta.  A velha história: aquilo que as mães, pais ensinavam para os filhos  que a liberdade deles ia até onde começava o direito do próximo,  foi absolutamente invertido.  Hoje a liberdade é irrestrita e ilimitada e o cidadão fica cada vez mais privado de seus direitos básicos, como, por exemplo, não ser importunado por gente gritando ao seu lado.

Rio Piracicaba. Rios…!!! Jante em Frente ao Rio Mas Admire as Fotos do Rio!!!

É lindo.  Largo, Caudaloso, Veloz.  Próximo ao Engenho Central de Piracicaba, onde está se realizando desde ontem o 38° Salão de Humor, chega a ser deslumbrante.

Rios são sagrados e, como tais, deveriam ser respeitados.

Imagine o  Tietê, o Pinheiros e o Tamanduateí limpos ,  despoluídos e com generosa faixa das margens gramadas e arborizadas.  Poderia até haver marginais,  mas essa faixa teria que ser tombada até a eternidade.    Para começar, a  área gramada amenizaria em muito, suponho, o problema das enchentes.  De lambuja, garantia de lazer democrático para toda a população da Cidade.  Rios não faltam pelo pais a fora e, principalmente, pelo país a dentro; portanto lazer não faltaria do Monte Caburaí em Roraima, ao Arroio de Chuí no Rio Grande do Sul; da Nascente do Rio Moá no Acre a Ponta Seixas na Paraíba ( pontos extremos do Brasil exceto Fernando de Noronha.  Mas em Fernando de Noronha,  não falta área verde).

Voltando à vida Real.  Às margens  do Rio Piracicaba, em Piracicaba,  próximo ao Engenho, há bares e restaurantes com varandas, naturalmente.  Jantei ontem em um desses restaurantes.  O mau cheiro do Rio era tal que fui obrigado a jantar   dentro do Restaurante (com TV ligada, inclusive; mas sem som, graças  a Deus – a ter que encarar tv com som no jantar, prefiro comer pão com farinha no banco da praça).

A que ponto chegaram o homem e a natureza ou a luta do homem contra a natureza!!!  A natureza brinda vasta região com aquela dádiva de Rio que o homem transforma em chaga a céu aberto.

De qualquer forma, não fui privado da vista do Rio.  No Interior do Restaurante, há um grande painel com uma foto do Rio.  Jantei olhando a foto.

Visite o Salão do Humor, vale a Pena,  e desfrute também de belas fotos do Rio Piracicaba nas paredes dos Restaurantes.

Site do Salão de Humor clique aqui

Guga, Agora Na Novela da Globo. Vai Que é Sua!!! E Você Merece!!!

Guga vai ter participação em novela da Globo contracenando com a atriz Fernanda Vasconcellos, protagonista da trama, no papel de tenista profissional.   As gravações da novela já começaram e será exibida a partir de setembro.

É isso aí, Guga.  Curta a vida.  Você merece!!!

Três ou quatro meses antes de o Guga ter conquistado seu primeiro título de Roland Garros,  bati um papo tranquilo com ele.  Disse que iria a Santa Catarina e ele me recomendou alguns lugares que eu não poderia deixar de visitar.  Depois do primeiro título de Roland Garros,  em uma festa, estive com ele e a mãe em um momento em que não havia ninguém por perto.  Mais uma vez, foi encantador. Sua mãe, idem.

Muitos conhecidos meus gostam de tênis e eu também.  Eu dizia.

– Sabe aquela música que diz, o morro não tem vez e o que ele fez já foi demais?  Pois bem, o Guga, se nunca mais ganhar um jogo sequer, já terá feito muito.

E ele não parou aí.  Conquistou o Masters de 2000, quando acabou em primeiro lugar no Ranking e ainda ganhou mais duas vezes Roland Garros, sem contar outros torneios hiper importantes.

Não, o que o Guga fez não foi demais.  Foi muito mais  que demais!!!

Parabéns, curta todo esse sucesso que você super merece!!!

A Danada da Cachaça – Aqui e Na Inglaterra

Recebi divertido vídeo que retrata bem o amor do Inglês pela Tradição e pela bebida.  O amor à bebida, como se vai poder observar, é bem maior do que o amor pela tradição, já que, por conta da primeira, a segunda vai que vai aos trancos e barrancos.  Trata-se de uma série exibida desde  1963 na TV Alemã.  A cada ano, uma nova história sobre o mesmo tema.

A propósito, uma piadinha que tem certa semelhança com o vídeo.

Sujeito sempre chegava ao bar, sentava-se à mesa e pedia quatro pingas.  O garçon colocava uma em frente ao cliente e as outras três, uma em frente a cada um dos quatro lugares.  Intrigado, o garçon pergunta o porquê de beber as quatro pingas daquela maneira.

O freguês explica:

– Eu bebia com três amigos.   Um morreu e dois foram morar fora do Brasil.  Em homenagem a eles, bebo sempre assim.

E a rotina continuou.

Um dia o cliente pede três pingas.

Entusiasmado, o garçon pergunta:

– E aí, um dos seus amigos voltou, é por isso que o senhor pediu apenas três pingas???

O freguês explica.

– Não, nenhum voltou.  Eu é que parei de beber.

O Divertido mordono do filme faz lembrar um pouco a personagem dessa piada.

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Leia abaixo o texto explicativo e, em seguida, assista ao vídeo.

“Queres dar boas risadas, com um entretenimento sadio? Lê, então, o que se segue e, ao depois, assiste o desempenho destes dois artistas. Vale a pena !
É muito bom.

Na Alemanha, desde 1963, a cada ano novo é exibido na TV o filme “Dinner for One?” (Jantar para um?). É um filme cult, produzido pela emissora alemã Norddeutscher Rundfunk (NDR), transmitido em inglês, que esboça muito bem o humor britânico.

Estrelado pelos atores britânicos Freddie Frinton e May Warden, o filme se desenrola durante um jantar realizado para marcar o aniversário de 90 anos de uma anciã inglêsa da alta sociedade chamada Miss Sophie que é servido pelo seu velho mordomo James. Para a comemoração, Miss Sophie convida sempre os seus amigos mais próximos: Mr.Pommeroy, o Sr.Winterbottom, Sir Toby e o Almirante Von Schneider.

Ao longo dos anos, os amigos foram morrendo e agora sobram apenas Miss Sophie e seu mordomo. Mesmo assim, o fiel James serve o jantar de aniversário de Miss Sophie como se seus amigos ainda estivessem vivos. Durante o jantar, ao ser servido cada prato, é mantido um diálogo que se tornou lendário na Alemanha:

James: “É o mesmo procedimento do ano passado, Miss Sophie?”
Miss Sophie: “O mesmo procedimento de todos os anos, James.”

E, com cada prato, James serve à Miss Sophie e seus amigos uma bebida alcoólica: Xerez, Vinho Branco, Champanhe e Vinho do Porto.

Ao brindar, o mordomo faz o papel de cada um dos quatro convidados e vai tomando a bebida de seus copos.

Quando chega o momento da sobremesa, ele já está completamente bêbado. A interpretação do mordomo (Freddie Frinton) é ótima do começo ao fim e vai crescendo a cada instante.

Uma preciosidade!!! “

Assista CLIQUE AQUI