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Critério para Assistir ou não ao Roda Viva

Mesmo nos Tempos do Matinas Susuki, meu colega  no Colégio Equipe e meu contemporâneo  na Eca – Escola de Comunicações e Artes, da USP, depois Mário Sérgio Conti, meu colega de classe na Faculdade desde o primeiro dia de curso, tenho critério muito prático para assistir ou não ao Roda Viva.

Se é alguém do mundo do Esporte, Cultura  e diversos outros setores da Sociedade, assisto.  Se é político, burocratas em geral,  faço outra coisa ou tasco em outro canal.  Hoje tem Jabor.  Hoje tem Roda Viva em Casa.

Foram os próprios Políticos que se encarregaram de criar essa adversidade da população contra si próprios.  Quiser ler sobre política/políticos aqui no Trombone, clique

Mário Sérgio Conti deixa o Comando do Roda Viva – Caso Curioso

O brilhante Mário Sérgio Conti, meu colega desde o primeiro dia de aula na USP,  vai deixar o comando do Programa Roda Viva da TV Cultura, informa a Folha de S. Paulo de ontem.

Às vésperas de ele assumir o cargo, postei aqui episódio interessante, envolvendo o Mário e outra jornalista famosinha.  Reproduzo novamente.

Lá vai:

O jornalista Mário Sérgio Conti assume o comando e apresentação  do programa Roda Viva da TV Cultura ainda este mês. Estudei na mesma classe que  ele na Escola de Comunicações e Artes da USP durante  o curso inteiro de jornalismo.  Todos os colegas e professores  o admiravam muito pela sua cultura e generosidade.

Alguns anos depois de formado, episódio  engraçado envolvendo o Mário.

Quando trabalhei na Secretaria de Imprensa do governador Franco Montoro,  jornalista, que hoje é meio famosinha,  me diz que era da Revista  Veja.  Para ser simpático,  respondo:

– Eu estudei com o Mário Sérgio Conti que acabou de ir para a Veja.  Ele é o cara mais preparado e culto que eu conheci.

Metida, ela deu de ombros e, pela cara, pensou algo do gênero: “o que é que esse cara da assessoria de imprensa do governador entende sobre o que é ou não um sujeito culto???”

Quando falei isso, o Mário era repórter e ela, editora assistente.  Dois meses depois, o Mário já ocupava o mesmo cargo que ela.  Quatro meses depois, o Mário virou chefe dela.  Menos de um ano  depois, ela me diz:

– Aquele cara que você falou que é um gênio, o Mário Sérgio…

Interrompi.

– Nunca  disse que ele  é um gênio.  Falei  apenas que é o cara mais culto e  preparado que já conheci.

Ela continuou:

– Pois o que ele é mesmo é um filho da …

Limitei-me a um:

– Ah é.!

Não perguntei e nem falei coisa alguma.

Pelo que se sabe,  o Mário demitiu a moça,  entrou de férias e quando voltou, voltou em outra editoria.

Quando foi demitida, a moça “muitississimo” provavelmente deve ter se lembrado do que eu falei e que ela deu de ombros.

Infelizmente não mantive muito contato com o Mário depois da faculdade.  Entretanto, pouco tempo se passou e me encontrei com ele na Editora Abril e contei-lhe o episódio.  Ele riu.

Aliás, também me encontrei com a moça depois de tudo isso em um restaurante ou bar e ela foi muito simpática, sorridente e me cumprimentou com beijinhos.

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Sucesso ao Mário em suas novas Empreitadas e que possamos todos continuar a  usufruir do seu talento

Povo nas Ruas Enfrentando Polícia pelo Brasil; Na Maioria das TVs, Parece que Nada Acontece

Manifestações pelo Brasil inteiro avançaram noite a dentro contra aumento nas tarifas de condução.  E à noite, salvo imenso engano meu, apenas TV Bandeirantes, TV Cultura e Globo News tratam do assunto.

José Luis Datena, famoso pelo exagero, até agora há pouco, com extrema competência e bom senso levava aos telespectadores  plantão  especial sobre o assunto.

Globo News, com sobriedade, vai informando bem a respeito.

E o Roda Viva, comandado por meu brilhante colega de Faculdade Mário Sérgio,  está apresentando entrevista com os jovens líderes do Movimento Passe Livre,

Nina Cappello Marcondes e Lucas Monteiro de Oliveira.

Parabéns às três emissoras e seus profissionais.  A mim nada surpreende, pois sempre admirei tanto as emissoras quanto Mário Sérgio e Datena.

CQC x Roda Viva – ZAP Seletivo

Roda Viva, agora coordenado por Mário Sérgio Conti substituindo a hiper exagerada, de mil caras e bocas,  Marilia Gabriela,  passou a ser uma boa alternativa ao CQC nas noites segunda-feira.  Pena que,  junto com Marília,  tenha saído do Roda Viva  o brilhante Paulo Moreira Leite.

Talvez dê para criar um procedimento padrão.

Quando o entrevistado do Roda Viva é do mundo da política, deixar no CQC.  Nos intervalos comerciais,  “Zapeie” – passando longe da TV Cultura.

Se no Roda Viva está    personagem de qualquer outro setor da sociedade,  artista, cantor, comediante, jogador de futebol e todos os etecéteras, exceto políticos,   no intervalo do Roda Viva, vá para o CQC e vice-versa.  Aliás, no próprio CQC, sobretudo no Quadro em que repórter entrevista os políticos, principalmente do Congresso,   você vai descobrir  que aquela pequena  porção do mundo da política, apresentada no CQC,   já é dose para elefante na semana de qualquer mortal da raça humana.

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Mais sobre Marcelo Tass, coordenador do CQC,  no Boca no Trombone, Clique aqui

Mais sobre Política/Políticos, se tiver paciência ou quiser se divertir/às vezes chorar de raiva, também no Boca,  clique aqui

Vídeos do CQC no Congresso.  Não assisti, mas devem ser divertidos,  Clique aqui

Mário Sérgio Conti no Comando do Roda Viva – Episódio Curioso…

O jornalista Mário Sérgio Conti assume o comando e apresentação  do programa Roda Viva da TV Cultura ainda este mês. Estudei na mesma classe que  ele na Escola de Comunicações e Artes da USP durante  o curso inteiro de jornalismo.  Todos os colegas e professores  o admiravam muito pela sua cultura e generosidade.

Alguns anos depois de formado, episódio  engraçado envolvendo o Mário.

Quando trabalhei na Secretaria de Imprensa do governador Franco Montoro,  jornalista, que hoje é meio famosinha,  me diz que era da Revista  Veja.  Para ser simpático,  respondo:

– Eu estudei com o Mário Sérgio Conti que acabou de ir para a Veja.  Ele é o cara mais preparado e culto que eu conheci.

Metida, ela deu de ombros e, pela cara, pensou algo do gênero: “o que é que esse cara da assessoria de imprensa do governador entende sobre o que é ou não um sujeito culto???”

Quando falei isso, o Mário era repórter e ela, editora assistente.  Dois meses depois, o Mário já ocupava o mesmo cargo que ela.  Quatro meses depois, o Mário virou chefe dela.  Menos de um ano  depois, ela me diz:

– Aquele cara que você falou que é um gênio, o Mário Sérgio…

Interrompi.

– Nunca  disse que ele  é um gênio.  Falei  apenas que é o cara mais culto e  preparado que já conheci.

Ela continuou:

– Pois o que ele é mesmo é um filho da …

Limitei-me a um:

– Ah é.!

Não perguntei e nem falei coisa alguma.

Pelo que se sabe,  o Mário demitiu a moça,  entrou de férias e quando voltou, voltou em outra editoria.

Quando foi demitida, a moça “muitississimo” provavelmente deve ter se lembrado do que eu falei e que ela deu de ombros.

Infelizmente não mantive muito contato com o Mário depois da faculdade.  Entretanto, pouco tempo se passou e me encontrei com ele na Editora Abril e contei-lhe o episódio.  Ele riu.

Aliás, também me encontrei com a moça depois de tudo isso em um restaurante ou bar e ela foi muito simpática, sorridente e me cumprimentou com beijinhos.