Quem Ocupa um Cargão Ganha um Dinheirão!!!

Agora é Palocci quem  aparece no noticiário como tendo multiplicado seu patrimônio por 20 em quatro anos.

Quase todos que  ocupam   um cargão  sempre enriquecem  muito.  Não é de hoje e não é só no Brasil.  Porque é comum não quer dizer que está certo. É só um fato.

As provas. 

  • Político brasileiro importante, muito respeitado, sobre quem jamais  pairou  a menor dúvida, conhecido como professor universitário,  que ocupou cargo importante na década de 50, nasceu em um casa ultra modesta de dois ou três  metros de frente.   Ao morrer, entre os bens que deixou,  havia uma fabulosa fazenda no Interior de São Paulo,  na qual já me hospedei quando era do dono anterior.    
  • O político/astro de cinema Ronald Regan,  ao deixar a presidência dos Estados Unidos, ganhou uma mansão de alguns milhões de dólares.  Terá sido por conta dos relevantes serviços prestados à arte cinematográfica americana???

Já que o assunto é Palocci,  qual não terá sido a sua evolução patrimonial desde o primeiro cargo público que ocupou???

Lúcia Hipólito, comentarista de política da CBN, disse há pouco que  Palocci justificou o fato dizendo tratar-se de remuneração por assessoria econômica por ele prestada nesses últimos anos.  Hipólito lembra que o cargo de deputado é incompatível com assessoria econômica e conclui dizendo:

– Haja palestra para justificar tanto dinheiro!!!

“Galã” Ed Motta Diz que o Povo Brasileiro é Feio.

A seção  Folha Corrida (Folha de S. Paulo) de hoje  informa que Ed Motta lamentou  os comentários que havia postado em seu Facebook. A saber: “Mulher feia tem que ser megacompetente e que a cantora Paula Toller é linda, burra e sem talento.”  Ele disse ainda que brasileiro é um “povo feio”.

Será que ele, Ed Motta, considera-se bonito???

Dá para entender  que pessoas públicas, tendo que opinar sobre um monte de coisas, falem  muita besteira.  No caso do cantor, entretanto, ele escreveu porque quis.  Tenho uma frase que pode ajudá-lo daqui pra frente. Lá vai:

“Tem gente que precisa contar até três antes de dizer qualquer coisa.  TRÊS MILHÕES!!!”

No caso dele que escreveu, acho que antes de postar o comentário, ele devia ter contado, isto sim, até TRINTA MILHÕES!!!

A Fabulosa Lanterna Mágica, Não a do Bergman, Mas a dos chineses!!!

Lanterna Mágica é o título da delicada autobiografia do cineasta Ingmar Bergman (Editora Guanabana).

Mas também é algo muito mais prosaico, porém,  formidável;  a saber,  uma lanterna verdadeiramente mágica que funciona sem pilha/bateria e que não é carregada na eletrecidade.  Um verdadeiro Ovo de colombo, mas  de  utilidade indescritível, já que até hoje eu nunca descobri para que serve  colocar um ovo em pé.

Voltando à essa maravilha tecnológica chinesa. Ela é do tamanho de um celular (com a vantagem de não incomodar ninguém,  já que o celular…), além do botão liga/desliga,  conta com um dispositivo de uns cinco centímetros de comprimento  e  dois centimetro de largura que, apertado algumas poucas vezes, fornece energia para a lanterna permanecer ligada por um bom tempo.  Certamente, usa o mesmo princípio do dínamo, que  transforma energia mecânica em energia  eléctrica

Pelo jeito,  estamos assistindo à morte de um meta-inferno (um inferno dentro de outro  inferno).   A energia acaba, o cidadão recorre à lanterna que está toda estrupiada por conta da pilha que vazou.

O preço dessa maravilha??? R$ 5,00.   Encontrei ontem no centro da cidade na 7 de abril, próximo à Rua Marconi.

Comprei logo  meia dúzia,  vou comprar muitas mais: trata-se de presente fabuloso e me fez lembrar historinha ótima.

O divertido e excêntrico escrivão Rubens, talvez em protesto por expurgos e confiscos financeiros, estava com uma quantia razoável de dinheiro.  Não teve dúvidas: comprou tudo em  Talões (caderninhos com 10 folhas) de Zona Azul.  Quando alguém lhe fazia um favor, ele informava que ia dar um pequeno presente/lembrança.   O outro dizia que ele não se incomodasse.  Aí ele tirava meia dúzia de talões do bolso.   Ao perceber  do que se tratava,  nunca houve alguém que, efetivamente, recusasse a oferta.

Tenha em casa uma meia dúzia delas embrulhadas em pacotes transados (que vão custar muito mais do que as próprias lanternas) e quando for convidado para jantar, ao invés de vinhos importados de qualidade duvidosa,  leve essa útil lembrança.

Mulheres, Ah, as Mulheres…!!!

A antropóloga, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mirian Goldenberg,  em seu artigo na Pag 2 do Caderno Equilíbrio de hoje, suplmento da Folha de S. Paulo, com muita clareza,  mostra a simplicidade dos homens e a complexidade (não seria complicação???, eu indago)  das mulheres.

Ela perguntou para moradores (as) do Rio de Janeiro quais eram os principais problemas que eles/elas  viveram em  seus relacionamentos.  A queixa geral foi: ciúmes e infidelidade.  Homens reclamaram ainda da falta de compreensão.

Mulheres responderam – Tome muito fôlego, caro Leitor:

“falta de sinceridade, de diálogo, de amor, de carinho, de romance, de respeito, de admiração, de tesão, de desejo, de paciência, de atenção, de companheirismo, de maturidade, de tempo, de dinheiro, de interesse, de reciprocidade, de sensibilidade, de intensidade, de responsabilidade, de generosidade, de compatibilidade, de segurança, de confiança, de pontualidade, de cumplicidade, de igualdade, de individualidade, de liberdade, de organização, de amizade, de alegria, de paixão, de comunicação, de conversa, de intimidade etc. Algumas ainda afirmaram que falta tudo. Enquanto os homens foram extremamente objetivos e econômicos em suas respostas, algumas mulheres chegaram a anexar e grampear folhas ao questionário para acrescentar mais faltas.“

“Um engenheiro de 54 anos disse”: “É impossível dar a uma mulher tudo o que ela quer e de que precisa. Seria perfeito se cada uma tivesse pelo menos três homens. Um para sexo gostoso, romance, paixão. Outro para carinho, proteção, atenção. E o terceiro para conversar, ver filmes inteligentes, ter discussões filosóficas. Acho que seria bom também ter um quarto homem cheio de grana, para pagar todas as contas, as viagens para o exterior, os restaurantes sofisticados, os presentes caros. E um último que saiba fazer elas darem boas risadas. O problema é que elas querem tudo isso e muito mais em um homem só. Que homem pode dar conta de tudo o que uma mulher quer?”

Muitos perguntam: “O que quer uma mulher?”

Uma piadinha de domínio público  responde a pergunta acima: a mulher quer três animais  em casa:  um leão na cama, um Jaguar na garagem e um burro para pagar as contas.

Por essas e por outras, tenho algumas frases sobre comportamento feminino.  Uma delas:  “Não sou tão pretensioso a ponto de querer entender as mulheres”

Voltando para o artigo ”

 Elas (as mulheres) repetem exaustivamente: “Falta homem no mercado”.

Goldenberg  deixa no ar uma pergunta  e não dá a resposta:

“Mas em que mercado é possível encontrar o homem que satisfaça uma mulher?”.

Outra frase minha:

“Muitas mulheres   dizem não ser  muito exigentes.  Querem  um sujeito com a boca do Mick Jagger, o charme do Mastroiani e o dinheiro do Paul Getty. Elas precisam ser avisadas que tais tipos  têm um grave defeito.  São muito indecisos.  Indecisos entre a Caroline e a Stephanie, a Kim Bassinger, a Gisele Bündchen  a Natassia Kinsky…..”

Sem falsa modéstia, suponho ter respondido com precisão, apesar do deboche,  a pergunta com  a qual Goldenberg conclui seu artigo.

União Estável Homossexual – Não Queira se Mostrar Moderninho!!!

Muitíssimo positivo o fato de o Supremo Tribunal Federal,  por unanimidade, ter aprovado a Uninão estável de casais homossexuais.  Parabéns a todos os envolvidos  e à  sociedade brasileira,  que dá um grande passo em direção ao bom senso e ao humanismo do século 21.

Talvez aumente muito o números de gays e casais gays que assumam a relação.  É  bom lembrar sempre o que escreveu anos atrás, com sabedoria,  Danuza Leão a respeito do assunto.  Ela aconselhava  que se tratassem os casais gays com naturalidade, entretando,  sem  querer se mostrar muito  pra frente a ponto de   peguntar se eles não gostariam de ter filhos;  já que a resposta podia ser:

– Não.  Nós estamos evitando!!!

“Ronnie Von, nosso Rei”!!!

A artista que apresentou o programa Todo Seu do Ronnie Von na TV Gazeta ontem era talentosa, simpática e uma bela balzaquiana;  só ouvi seu primeiro nome,  Olga.

Apesar das inegáveis qualidades dela, o fato me fez lembrar o grito das meninas dos programas de auditório do cantor, na  segunda metade dos anos sessenta, quando a imagem do artista, por estratégia  de marketing, era associada  ao Pequeno Príncipe,  do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry.  Lá vai o simpático grito das jovens fãs  de então, hoje tudo sessentona.

– Bi bi fon fon, nosso rei é Ronnie Von

O uso limitado do formidável material das Caixas Pretas

Parece que as duas Caixas Pretas do do Airbus A330 da Air France, que caiu no Oceano Atlântico há quase dois anos, foram encontradas. 

Clarice Berto, proprietária do delicioso e tradicional Bar do Museu, no Centro da Cidade, me disse uma frase a respeito do assunto.  A frase, cuja autoria ela desconhece,  tem  uma lógica curiosa  e bastante humor.  Alguém, ou até muitos,  pode achar que  a gravidade do assunto não permite graças.  Talvez.  

Para quem não pensa assim, lá vai a frase: 

Se as “caixas-pretas” resistem aos maiores desastres aéreos, por que não se fazer os aviões do mesmo material que elas???

Engenheiros, o desafio está aí.  Mãos às calculadoras e pranchetas e, após, mãos à obra!!!

Mataram Bin Laden??? Será???

Curioso, muito curioso.  Os Estados Unidos caçam Bin Laden durante quase 10 anos.  Gastam bilhões de dólares, perdem soldados, causam mortes de civis inocentes. 

Aí anunciam que localizaram o enconderijo de Bin Laden e que o terrorista   foi morto. 

A seguir  é hilário. 

Comunicado oficial/extra oficial/oficioso afirma que, acatando os preceitos da religião mulçulmana, o corpo dele foi imediatamente lançado ao mar. 

Certamente Bin Laden foi morto mesmo.  Os Estados Unidos não correriam o risco de anunciarem sua morte e ele voltar a dar as caras através de fotos e vídeos.

Agora, que tem algo estranho nessa evaporação do corpo de Bin Laden, isso tem!!!

Se o simples anúncio do extermínio do terrorista já foi suficiente para os americanos comemorarem  nas ruas, tal qual brasileiros comemoramos conquista de Copa do Mundo, quão prazer mórbido o povo não teria tido se pudesse   ver fotos, filmes do seu cadáver. 

Por que as autoridades americanas foram mórbidas a ponto de privar a população desse mórbido prazer???

Além disso, é totalmente ao gosto dos meios de comunicação de massa  misturar clima de ficção/novela  e realidade bem batidas no liquidificador com tempero de jornalismo.

Vladimir Propp,  estruturalista russo (1895-1970),  ao estudar mitologia e contos russos,  observou uma estrutura básica  que se repete nas histórias da mitologia:  o herói recebe do rei a missão de sair do seu território, ir ao reino vizinho para matar o dragão ameaçador.  O herói vai lá, mata o dragão, volta coberto de glórias ao seu reino, onde é recebido em festas pelo povo e pelo rei e se casa com a princesa.  Para provar seu feito, ele entrega ao rei, diante da multidão,  um pedaço da cauda do Dragão.

Em tempos modernos, quando existe um celular com câmera para cada habitante do planeta, o exército captura Bin Laden, mata, não tira uma única foto  do inimigo morto, sequer para saciar a morbidez do cidadão comum!!!  

E pior, ao contrário dos heróis da mitologia,  nem mesmo um fio da Barba do Homem foi exibido para provar que a missão foi mesmo cumprida com êxito.

Não dá nem mesmo para argumentar que o objetivo era não permitir que o túmulo dele fosse transformado em local sagrado de peregrinação, pois, conforme os próprios Estados Unidos afirmaram, o costume mulçulmano é atirar o corpo ao mar nesses casos.

Não quero parecer a mãe que foi ver o filho marchar na parada de Sete de Setembro,  e  o filho estava marchando errado.  A mãe:

– Olha lá, tá todo o batalhão fora do passo; só o meu Pedrinho está marchando direito.

No meu caso, é muito pior.  Já que não foi um batalhão que aceitou a coisa, mas sim a humanidade toda!!!

Pior ou não do que a mãe do Pedrinho, continuo achando tudo isso muito estranho…

“Reflexões” (???) Sobre o Dia do Trabalho

Eu não entendo porque no dia do Trabalho  ninguém Trabalha.
(Nesse ano, cai num domingo.  Que pena!!!!)

O dia do Trabalho é o dia da vagabundagem.

É ÓTIMO.  MAS  É UM DIA SÓ!!! Que merda!!!

Precisa mudar tudo.

Precisa ser criado  O  DIA DA VAGABUNDAGEM E ABOLIDO O FERIADO DO  DIA  DO TRABALHO.


No dia da vagabundagem,  SÓ NO DIA DA VAGABUNDAGEM, todo mundo, mas todo mundo mesmo, …tra ba lha ria.  

Seria logo ali na 2. Semana de Janeiro.   Pra gente já ficar logo livre dele; DELE E DO TRABALHO!!!

Os outros dias, aí sim, se chamariam de Dias do Trabalho.  E seriam todos eles dedicados – dedicados ao que???

– À vagabundagem, NATURALMENTE…

E ali pelo finalzinho de dezembro, principalmente, na Bahia, A CHORADEIRA  seria uma só:

–   Que merda, o dia da vagabundagem tá chegando de novo e todo mundo vai ter que trabalhar.  Sorte que no ano que vem cai num domingão!!! 

E o Ponto Facultativo, então????   O que é isso??? 
Esse é que não dá  para entender mesmo!!!!
Algum engraçadinho da década de 70 lançava desafio forte:

– Vai explicar para um Inglês o que é Ponto Facultativo!!!

Se o ponto é FACULTATIVO, ALGUM FUNCIONÁRIO  PODE MUITO
BEM FACULTAR (querer, optar por) BATER O PONTO.
 

É  lógico, se é FACULTATIVO…

Agora, será que o funcionário responsável pelo Ponto também terá FACULTADO POR  BATER O PONTO???

Não creio!!!

Torcendo por um mundo melhor,  com  364 dias por ano de dia do Trabalho E SEM QUALQUER PONTO FACULTATIVO –  ISSO VAI  COMPLICAR DEMAIS A COISA E, PIOR, DAR TRABALHO!!!

O fim dessa hipotética confusão que o Ponto Facultativo pode causar é apenas uma das muitas vantagens  desse novo Calendário Trabalhista.   Nem Getúlio faria melhor!!!

Perguntar não Ofende!!!

Dois comptentes jornalistas na Rádio CBN, por volta das 14,45 horas de hoje, falando sobre as confusões em Brasília. Um deles  começa desenvolvendo um raciocínio com a expressão:

– Política, no sentido ruim da palavra…

Pergunta ( suponho falar em nome de pelo menos mais alguns cidadãos brasileiros):

Existe  política no sentido bom da palavra???

Como dizia personagem de programa humorístico: 

– Perguntar não Ofende!!!