Nem cogitei deixar de tomar o segundo banho do dia há pouco, apesar dos 7,3º.
Já os ingleses….
Se quiser saber, clique; assombre-se com o fato, leia os comentários e perceba que não é idiossincrasia minha, em hipótese alguma.
Nem cogitei deixar de tomar o segundo banho do dia há pouco, apesar dos 7,3º.
Já os ingleses….
Se quiser saber, clique; assombre-se com o fato, leia os comentários e perceba que não é idiossincrasia minha, em hipótese alguma.
Slogan da empresa de Aviação Azul:
“Azul, a única companhia aérea com TV nos Jatos.”
É o que se pode chamar, literalmente, O Inferno em direção ao Céu ou Inferno nas Alturas!!!
Há dois dias procuro sorvete de chocolate de massa da Kibon, em padarias, bares e supermercados de Pinheiros e Higienópolis.
Estou neste exato momento falando com o atendimento ao consumidor da Kibon. A atendente – d. Daniela -, pesquisando no Banco de Dados da Empresa, demorou quinze minutos para fornecer dois únicos locais, um em Pinheiros e outro em Higienópolis, onde ela disse haver o produto. Pedi que me fornecesse o telefone dos estabelecimentos e ela disse que não tinha. Falei para ela pesquisar no google, fui informado de que o computador da empresa não tinha acesso ao google.
É o caso típico de o Homem chegou à Lua, há quase meio século, e aqui no Brasil a principal fabricante de chocolate não sabe informar onde eu posso encontrar o produto deles mais consumido.
Já havia postado esse texto.
Um dos locais onde a d. Daniela me garantiu que havia o produto, não há. Liguei novamente para a Kibon, falei com Flavia que também não conseguiu ajudar em muita coisa. Solicitei que entregasse a gravação dos dois telefonemas para o Diretor de Atendimento da Empresa.
Agora é esperar para ver se, de fato, a empresa tem algum respeito ao consumidor e me liga para dar uma explicação minimamente plausível. Aliás, além da explicação, o bê -a- bá de profissionalismo seria a empresa mandasse entregar na minha casa esse misterioso produto que faz dois dias que não encontro, nesse vilarejo – a saber, Sorvete de Chocolate na Zona Oeste da Cidade de São Paulo.
Telefonista da Imobiliária nem deixa eu falar meu nome, menos ainda o assunto sobre o qual quero tratar, e já me enfia ouvido adentro mensagem eletrônica.
Aí, a mensagem diz que o trabalho deles é personalizado. Bem, a mensagem eletrônica ficou falando mais uns três minutos e ninguém me atendeu. Durante esse tempo, repetiu que o trabalho da empresa é personalizado. Nem sei como a famigerada mensagem eletrônica não mencionou o terminho que esse povo adora: – o diferenciado!!!!
E eu, que tenho mais o que fazer, desliguei o telefone.
Detesto, literalmente detesto, eco-chatos. Nada pessoal contra os ecologistas; mas sim, contra os chatos.
Li que a ecológica Marina Silva, então candidata a Presidente da República, teria tomado água em um copo de plástico descartável. Tomou a água e disse, em tom grave e sério, para sua assessora:
– Guarde esse copo em sua bolsa porque ainda vou usá-lo diversas vezes.
Ora, tenha a paciência. Guardar copo descartável na bolsa, junto com santinhos ultra manuseados de candidatos a vereador, deputados, prefeitos, passe de metrô, moedas, notas de dinheiro, vales da padaria, objetos íntimos da assessora, usados ou não, é muito hiper excesso de exagero.
Odeio também aquelas malditas máquinas de secar as mãos. Odeio e já li na internet que são hiper contaminadas. Faz sentido que sejam contaminadas.
Tenho uma frase. Lá vai:
Poder escolher entre a tradicional toalha de papel e o famigerado ar quente para enxugar as mãos deveria ser direito inalienável do cidadão.
Bem, tudo isso para dizer que acho super de bom senso usar aparas de limão e dar uma desengordurada inicial em pratos, talheres e louças que serão lavados no dia seguinte ao invés de “tuchar” (enfiar) detergente.
Falta de assunto e excesso de vontade de escrever???
Não é nada disso, porque tenho um texto quase pronto a respeito de um tema/episódio (que os sem vocabulário chamam de evento) que aconteceu hoje. Certamente vou deixar para postar depois, já que é tarde e a qualidade de tudo começa a cair, principalmente capacidade/qualidade de escrever do responsável por esse blog. Afinal, são 2, 12 da manhã e o sono ataca.
Boxe é legal, tem charme; já teve Cassius Clay, Mike Tyson, Éder Jofre, Sugar Ray Leonard, Miguel de Oliveira e até o nosso folclórico Maguila, sem contar Marcel Cerdan que conquistou de forma inapelável o coração de Edith Piaf. Agora, UFC, Ultimate Fighting Championship …, pelo amor de Deus. Apenas violência absurda. Não me lembro de ter assistido a uma luta inteira.
Nosso lutador Anderson Silva é sujeito simpático e curiosamente tem uma vozinha fina.
Mas cê teria coragem de fazer uma graça a esse respeito frente a frente com a fera???
Só de pensar nisso, eu me esqueço de que sou frasista. Como diria Chico na música Cálice, Pai, afasta de mim essa hipótese (de fazer uma brincadeirinha com a voz do Anderson na frente do Anderson).
Hoje, pela primeira vez, vou me empenhar com afinco para assistir à luta. Torço pela vitória do Anderson; mas, sobretudo, pela integridade física dos dois.
Masp apresenta exposição de Portinari desde abril e não tem data para encerramento.
Pois bem, desde abril a exposição está lá. Entretanto só hoje ouvi a publicidade na CBN. Publicidade rima com criatividade, mas…
Então, na “criativa” propaganda, não me lembro exatamente o contexto, mas o sujeito vai perguntando onde fica a exposição do Portinari. E as pessoas vão respondendo – coisas do tipo – que fica após a avenida Portinari, depois da loja Portinari, para virar à direita no restaurante Portinari, virar à esquerda na lavanderia Portinari.
Até aí, muito monótono, mas sem problemas.
Lá pelas tantas, alguém diz:
– Quando o senhor “VER” tal coisa, é ali.
Quando VER ???? Mas em que língua foi concebida a propaganda????
Sistematicamente, personagens de seriados e novelas da Globo massacram o idioma Português; na publicidade, entretanto, foi a primeira vez que eu ouvi absurdo tão espetacular.
Quiser conhecer mais a respeito do fogo cruzado que a TV Globo faz em nosso idioma, clique. Aliás, salvo engano, esse mesmo erro crasso já foi cometido na emissora.
Ouvi no meio desta semana na CBN publicidade da Companhia Aérea Azul, cujo slogan, ou parte do texto, era: “Azul, a única com TV ao Vivo nos jatos.”
Ou seja, não se tem mais sossego nem mesmo no avião.
Traduzindo, é o Inferno tocando o Céu!!!
Muitos são empossados em cargos; a maioria, entretanto, deveria ser empoçada em…
Nesse mesmo setor, alguém já notou que as férias dos ilustres membros dos poderes judiciário e legislativo se chamam recesso parlamentar e recesso do judiciário???
Juro que se eu conseguisse número significativo de pessoas a favor de que ambos recessos fossem chamados simplesmente de férias, faria passeata para que se dessem os nomes certos às instituições. A propósito, eles têm férias, perdão excelências, recessos, tão longos quanto nossas crianças do jardim, “prézinho,” e jovens ginasianos e colegiais.
Aliás, a passeata também deveria pedir férias de trinta dias para as excelências;
Aliás 2, não são todos iguais perante à lei???
Depois não entendem o porquê do povo nas ruas…
É híper óbvio que a pauta de reivindicações dos Movimentos Sociais desses dias tinha – e tem – que incluir considerável ampliação no horário de funcionamento de metrô, durante os dias da semana. E mais, de sexta para sábado e de sábado para domingo que os trens funcionassem/funcionem ininterruptamente.
Não faz o mais mínimo sentido impingirem a lei do bafômetro a todos os motoristas (sejam eles responsáveis ou não) sem oferecer transporte público de qualidade, sobretudo durante os fins de semana.
Certamente as autoridades que produziram a lei do bafômetro dispõem , pagos pelos contribuinte, de automóvel e motorista dia e noite ou de uma bela verba para se locomoverem de taxi. E mesmo que não tenham essa regalia, não podem criar uma lei sem dar alternativa para o transporte da população ir em busca do lazer durante as noites de sexta, sábado e domingo. Na verdade, precisam garantir transporte público de qualidade a semana inteira. Estuda-se horário, o mais restrito possível, para a manutenção do serviço e o resto do tempo, metrô para lá e para cá, levando ao estudo, trabalho, mas também para o lazer o cidadão, seja ele rico ou pobre, consumidor de vinho ou de cachaça.
Repetindo, é híper óbvio!!!
Autoridades, antes de começar a por obstáculos, lembrem-se da máxima do Boca: o homem chegou à lua, há mais de quarenta anos e vocês não conseguem dar conta de tarefa de tão ínfima envergadura. Empenhem-se, poos!!!