Jogando no Quintal – Diversão Garantida para Jovens de 9 a 90 anos – Só Hoje a Preço Popular – Estação do Metrô em Cima

Não dá para perder, não é mesmo???

Jogando no Quintal, formidável espetáculo teatral de Improviso, faz hoje – às 21 hs –  sessão com preço popular de R$ 2,70 no Centro Cultural São Paulo, exatamente em cima da Estação Vergueiro.  Não deixe de ir.   Esse preço é só hoje, mas as apresentações – apenas às 4ªs Feiras (exceto 31/8) –  vão até 21 de setembro. Ingressos à Venda uma hora antes do show no próprio local.

Vale  a propaganda /slogan antigo:  diversão garantida para jovens de 9 a 90 anos.

Por esse preço, com metrô – bons motivos para deixar novela e futebol de lado essa noite, não é mesmo???

Mais detalhes, inclusive com link para site do Grupo, veja texto anterior aqui no Boca

Marias Chuteiras e Oportunistas – Onde Mora o Perigo!!!

Lucas, jogador do S. Paulo, fez 19 anos e comemorou em uma boate aqui na Capital.  O Felipe Andreoli, simpático e divertido repórter do CQC, brincou com Neymar, prestes a se tornar pai  antes dos 20 anos, dizendo:

– Está cheio de mãe de juiz lá dentro…

Marias chuteira e oporunistas que garimpam homens de grana em todos o cantos  não são  put.., como brincou Andreolli.  E aí é que mora o perigo.

Amigo meu disse há muito tempo (nem sei se a frase é dele), mas é oportuna e vai a cada dia que passa se tornar mais e mais adequada e útil lição:

– Vou começar a sair com putas por medida de economia!!!

Muitos  homens que  o digam…

Caipira Véio, música sobre a mulher na sábia visão do homem da Roça, dos meus amigos do Rossa Nova,  que já usei para falar da “Camareira” e chefe do FMI, Dominique Strauss-Kahn, é versátil e também ilustra bem o caso.  Veja o vídeo

Aliás, depois que postei esse  vídeo, o número de visitas ao meu blog cresceu assustadoramente e não baixou desde então.  Deve ser público feminino, por conta do charme do Bezão, Xamã e Juka

Pé Quente Ayrton Senna??? É Isso Mesmo???

Para marcar o cinquentenário de Ayrton Senna, ocorrido em 2010,  o Bradesco lançou título de Capitalização, segundo informam folhetos distribuídos nas agências. Adivinha o nome do Título!!!

Lá vai: Pé Quente Bradesco Ayrton Senna 50 anos.

Deixa eu entender, como dizia uma ex-namorada:  o maior herói do esporte nacional se arrebenta, com menos de 35 anos  de idade, contra o muro de um autódromo, no auge da carreira, e 17 anos depois um dos maiores Bancos do Brasil presta homenagem batizando um papel com o nome de Pé Quente Bradesco Ayrton Senna. É isso mesmo???

De duas,  uma: ou eu não sei o que quer dizer Pé Quente ou a abrangência do Termo para o Bradesco e criativíssima Agência de Publicidade  é ilimitada/Infinita!!!

Assalto a Banco e Fundação de Banco – A Dúvida Permanece

O dramaturgo alemão  Berthold Brecht, antes da metade do século passado,  já perguntava:  o que é um assalto a um Banco se comparado à Fundação de um Banco?

Vasqs, o bam bam bam das mini-crônicas, meio século depois, em seu Blog Ostras ao Vento, retoma a coisa:

“Noticiário barra-pesada
Atenção. O banco Cifrão S.A. obteve um lucro líquido de 30 bilhões de dólares nos últimos 12 meses. Até agora ninguém foi preso.”

Deleite-se com as mini-crônicas, desenhos e outros gêneros de literatura do Vasqs no seu blog  OSTRAS AO VENTO .  Aliás, leia lá sobre o lançamento do livro dele no dia 3 de setembro,  na Livraria HQMix Pça Roosvelt, 142, centro de S. Paulo, das 17 às 21 hs.

Finalizando, mas ainda em Tempo: até o José Simão  costuma citar o Vasqs em suas colunas

Celular no Gabinete Irrita a Presidente

Painel da Folha de hoje  informa que a presidente Dilma não gosta que  conversas em seu gabinete sejam interrompidas por toques de telefones celulares.

Eu queria saber uma coisa!!!

O sujeito tá conversando com a presidente do país.  Quem será que o sujeito/ elemento  pensa que pode ligar para ele que seja mais importante do que a presidente do país???  Suponhamos que o sujeito/elemento seja amigo do Obama. Mesmo assim, ele não pode interromper uma conversa com a presidente (na minha opinião, qualquer conversa) para atender seja lá quem for.  Isso sem contar  que o sujeito/elemento pode  deixar a presidente esperando e quem está do outro lado da linha é o  tintureiro…,  o cunhado…

Como eu digo: há um limite para classe e elegância; para a barbárie, não.

Cabanas No Alto de Árvores para Turistas – Por Enquanto, Na Europa!!!

Dando rápida navegadinha pelo Ig, deparo-me com chamada interessante.  Cabanas  incrustradas no alto de árvores são alugadas para Turistas na Europa.  Essa é uma idéia que talvez pudesse ser implementada aqui no Brasil, onde o clima permitisse.   Se você se interessou pela coisa, como negócio ou como mais uma opção de passeio quando for para a Europa, assista ao vídeo da reportagem.  Crianças adoram.   E, segundo a reportagem, muitas crianças foram concebidas em tais cabanas.  Estimulante, não???  Clique e assista ao vídeo.

Entradas Criativas e Saborosas no Lugar do Empapuçante Couvert

Couverts em restaurantes deverão ser servidos em porções individuais se o Governador Alckmin sancionar projeto aprovado pela Assembléia Legislativa de S. Paulo nessa semana.  Lógico que os donos de restaurantes já estão protestando.

Sem entrar muito no mérito da coisa, uma medida bem salutar já  seria determinar que os restaurantes trouxessem courverts apenas quando eles fossem pedidos explicitamente pelo consumidor.  Isso para fazer a coisa certa.  Ponto.

Aliás, o consumo de couvert não é obrigatório.  Mas um ajudante de garçon já vai logo colocando na mesa e dando o fato consumdado para o cliente.

O courvert tradicional, pão, azeitona, manteiga um patezinho de qualquer coisa, só serve para aplacar a fome.  Alguém  já observou,  não sob o ponto de vista técnico,  que o consumo de pão, manteiga, pate vai, de certa forma, “impermeabilizando” o estômago e, obviamente, tirando o apetite, aplacando a fome, como foi dito.

Concordo. Quando a comida chega, a fome já se foi quase toda embora.  Comer sem fome não tem graça.  Comer sem fome, pagar caro,  chega a ser revoltante.

Sem querer entrar na discussão econômica da coisa, restaurantes poderiam oferecer entradas simples, compostas basicamente de folhas, principalmente de alface,  e legumes.  É difícil errar servindo algumas entradas abaixo.  Experimente fazer em sua casa.

Primeiro, prepare um bom molho para a alface (medidas, seu bom senso vai determinar).  Em um potinho, coloque  bem pouca mostarda, vinagre de boa qualidade, misture bem e ponha sal, azeite extra-virgem e mel.  Misture bem e na hora de servir regue a alface.  Coloque pimenta do reino moída na hora sobre a alface.

Acompanhando essa saladinha, podem vir:

Jiló frito

Berinjeta a milaneza

Berinjela frita no azeite

Berinjela recheada

Palmito

Abobrinha cozida, também temperada com azeite.

Fundo de alcachofra

Caso o prato principal não seja carne, presunto cru sempre fica legal.

Mussarela de búfala também fica perfeito

Aspargos verdes, fabuloso.

Cogumelos à Provençal.

Carpacio (quando o prato principal não for carne) com belo molho de azeite, alcaparra, limão, com lascas de queijo parmesão e torradinhas.

Tudo isso sem contar com o ultra-clássico e coringa (que – também –  só não vale para anteceder carnes) melão com presunto cru.  Hoje há algumas variedades  de melão deliciosas. E o nosso presunto cru também está muito bom e com preços camaradas. (Lembrar sempre de servir o melão fora da casca – como manda o bom senso na higiene)

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É só por  cabeça e  criatividade para funcionar, tanto em um jantarzinho caprichado para amigos  em casa, quanto em um restaurante comercial honesto.  Garanto que ninguém vai ficar com saudades de pão com manteiga, pão de queijos etc, etc de coisas empapuçantes.

Roney Giah, Compositor e Tudo Mais – Por Léo Nogueira

O amigo Léo Nogueira é letrista.  Conhece o poder da síntese, mas não o exerce.  Seus textos  no blog O X do Poema são longuíssimos, sempre.  Roney Giah, também amigo do Caiubi,  é músico renomado, com alguns prêmios internacionais.  Veja o Perfil que Léo fez do Roney em  na concorrida seção do X do Poema –  Ninguém me Conhece.

Colar e copiar textos, às vezes, implicam em pequenos problemas aqui no Blog.  Um trecho abaixo vai sair mal diagramado, visual feio e, pior, letra pequena.  Não há o que se possa fazer.   Mas vale o sacrifício.

Divirtam-se:

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Roney Giah, Compositor e Tudo Mais – Por Léo Nogueira.

Quando comecei a frequentar o Clube Caiubi, uma das coisas que mais me chamaram a atenção foi a quase ingênua atmosfera de rebeldia, própria da juventude dos compositores e de suas canções, cheias de frescor e originalidade. Contudo, notava-se certo amadorismo. Por vezes o compositor não passava segurança na hora de interpretar sua própria canção e terminava por estragá-la. Mas isso também pertencia ao pacote “espírito rebelde”. Os erros eram aplaudidos e, de tão condescendente que era a plateia, o mesmo compositor, na terceira ou quarta tentativa, já mostrava melhor desenvoltura.

A juventude tem a seu favor o aspecto tempo (os mais velhos chamam a esse aspecto “espectro”), pode se dar o luxo de errar e aprender. E o Caiubi era um movimento jovem. Mesmo os não tão jovens assim que lá chegavam aprendiam logo a ostentar essa bandeira juvenil, ainda que em espírito. Foi nessa época que apareceu por lá Zé Rodrix. Veio. Viu. Gostou. Voltou. E ficou. E trouxe com ele a bagagem da experiência adquirida em tantas décadas de estrada. Ele olhava no olho do erro e sabia cegá-lo.

E com Zé RodrixCaiubi começou a dar os primeiros passos rumo ao profissionalismo. Sim, havia muito o que fazer, vários dos compositores que ali se apresentavam e mostravam belas canções nunca tinham subido num palco antes. É preciso frisar que, como a principal bandeira do Caiubi era (é) a música autoral, sobravam compositores e faltavam intérpretes, o que fazia que os próprios compositores se fizessem intérpretes.

Mas todos sabemos que a melhor propaganda é a que faz o público satisfeito, o chamado boca a boca. E, quando menos se esperava, o público aumentou e, com ele, vieram outros artistas. E quer uma coisa melhor pro artista que tocar onde o público está? Assim foram chegando outros nomes, uns se sentindo em casa, como o grupo Rossa Nova, a dupla Carol Pereyr e Márcio Pazin; outros sondando o espaço, como Ito Moreno e Adolar Marin; alguns no meio termo, como Élio Camalle; sem falar nos que vinham de fora, como Clarisse Grova e Alexandre Lemos… Cada um acrescentando sua experiência de estrada ao Clube (a bem da verdade, o Rossa Nova vem dos tempos das vacas magras).

E foi aí que, numa daquelas noites, meio como quem não sabe exatamente onde está pisando, penetrou pela velha rua Caiubi 420 um tipo alto, loiro, de olhos claros, como que recém-chegado da Finlândia ou da Dinamarca… Ah, trazia um violão (não entrava tão desavisadamente assim…). Sentou-se e passou a escutar atentamente os que se apresentavam. Até que chegou sua vez. A humildade dele não subiu ao palco. O que se viu (e se ouviu) naquele momento foi um camarada personalíssimo, tranquilo, seguro, prender a plateia com suas belas canções de inusitadas letras, violão bem tocado e uma voz que, se fechássemos os olhos, nos remeteria ao canto negro dos irmãos americanos da metade superior do globo. Só que em português.
O nome do moço: Roney Giah. E eu errei o país, seus genes tinham mais a ver con una bella pastasciutta. Na segunda segunda lá estava ele de novo. E na terceira. E na quarta. Logo ele era tão de casa, que a primeira noite foi se tornando cada vez mais longínqua. Mas Roney, apesar de certo ar principesco, não pensava duas vezes em arregaçar as mangas e ajudar com o que fosse possível, desde tocar um violão sobressalente na canção de um colega até manusear a mesa de som. Acho mesmo que se preciso fosse ele faria as vezes do garçom.
Roney, raciocínio rápido, entendeu na hora o espírito da coletividade caiubista. Diria até que o melhorou, pois não trazia em si nenhum tipo de ostentação. Dominava com segurança seu ofício e isso lhe bastava. Trocamos CDs e (observação: sempre quando falo que troquei CDs, de minha parte me refiro a algum CD da Kana, pois, pra felicidade geral da nação, não possuo um pra chamar de meu – por enquanto! – será uma ameaça?) pude ouvir, maravilhado, sua competência muito bem amparada pela qualidade sonora e musical de Mais Dias Na Terra, CD com boa quantidade de possíveis hits radiofônicos valorizado ainda mais pelo brinde de belas letras.

Certa vez ameaçamos uma parceria, mas ficou só na ameaça. Roney chegou a vir em casa, onde labutamos bastante em prol do desenlace de duas canções, que nos venceram pelo cansaço e continuaram no limbo, na qualidade de duas meias canções. Com o tempo, percebi que no quesito parceria o espírito coletivo de Roney enfraquece um pouco, talvez porque tudo o que queira expressar em suas canções o faça por meio de suas próprias palavras.

E chegou o grande dia do lançamento do Mais Dias Na Terra no MIS (Museu da Imagem e do Som). E, mais uma vez, Roney mostrou todo o seu profissionalismo num show afiado, empolgante, cheio de climas, com ensaiada banda e seu protagonista efervescido, apoteótico como se estivesse num Rock in Rio, a exemplo dos shows de seu colega Ricardo Soares. Aliás, talvez o grande defeito do show (pra que não falemos só de flores) tenha sido sua larga duração, pois, como a plateia estava gostando, Roney preferiu satisfazê-la a deixá-la com o gostinho de quero mais.

Mas a trajetória de Roney vai além do MIS e do Caiubi. Ele esteve nos States estudando música com feras e lhes apre(e)ndendo também a tecnologia. Emplacou pequenos sucessos e conseguiu até contrato com uma gravadora (inglesa). Mas antes disso sua música já tinha passeado pelo Prêmio Visa, batido na trave no Prêmio Tim e no Grammy Latino, sua guitarra já esteve a serviço da banda do etc. etc. Dá até preguiça copiar aqui tantos feitos. Façamos assim, abaixo vou postar o link pra seu site e vocês poderão notar como o moço é “rodado”.

Contudo, Roney também tem defeitos. E nós, os baixinhos, adoramos procurar defeitos em figuras como ele. Foi assim que, com muito custo, percebi que ele vez em quando pisa na jaca com a “flor do Lácio”, mandando um “ter” em vez do “tiver”, respirando no meio de um “pá… ssaro” y otras cositas, digo, other things. Mas ele não quer nem saber. Pode alegar (com razão) que não passa de inveja de quem está impedido (não pelo juiz) de fazer gol de cabeça, e continua no ataque, Queimando A Moleira, Co’as Goela E Tudo, preparando dois ou três novos CDs simultaneamente, acreditando que é só dessa forma que pode justificar seu pedido diário de renovação de passaporte terreno, pra passar Mais Dias Na Terra.

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Ouça algo mais de Roney aqui.

Leia as letras aqui.

Roney também está no Caiubi.

Visite  site do Roney

Complexo de Vira-Lata Ecológico

O bom e politicamente correto HortiFruti Natural da Terra de Higienópolis também entrou na luta contra as sacolinhas plásticas.  Por R$ 3,98 o cliente compra uma sacola colorida capaz de acomodar mercadorias para aquelas compras e as seguintes.

Essa quantia  inclui ainda uma lição ecológica.   Cartaz, politicamente correto, por óbvio, onde elas são vendidas, diz que a empresa está empenhada na redução do impacto ambiental produzido pelas famigeradas sacolinhas descartáveis. E ainda apela para a consciência do consumidor:” Faça a sua parte e contribua com a preservação do meio ambiente.”

Essas sacolinhas são batizadas. Adivinha o teor do nome.

Pensou em Viva o Verde, Proteja a Terra ou algo do gênero???

Se pensou, errou!!!

O Complexo de Vira-lata, onipresente em todos os recantos desse noso Brasil,  também bateu o ponto no Natural da Terra Hortifruti.

Um dos modelos traz a inscrição Act Green, e o outro, Shop Green.

Em tempo, Complexo de Vira-lata é termo do brilhante  Nélson Rodrigues para explicar a “inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto mundo. O brasileiro é um narciso às avessas, que cospe na própria imagem. Eis a verdade: não encontramos pretextos pessoais ou históricos para a auto-estima.”

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Se quiser ler sobre  mais algumas manifestações explícitas de Complexo de Vira-lata, lá vão alguns links:

Vira-Lata 1

Vira-Lata 2

Vira-Lata 3

Vira-Lata 4

Vira-Lata5

Vira-Lata6

Clubes Precisam Preparar Jogadores Para o Futuro

Neymar, além de  sessões com psicólogo e fonoaudiólogo, tem aulas de inglês, espanhol, conhecimentos gerais.  Sem contar o  treinamento para se sair bem em entrevistas.  O Santos está certo  em proporcionar isso ao garoto;  aliás, todos os times  deveriam ter preocupações semelhantes.

Há ainda outras medidas simples que poderiam ser adotadas para construir esportistas mais completos.  Ajeitar o calendário de viagens de tal forma que sempre seja possível encaixar um tour de turismo pelas principais cidades, no Brasil e no Exterior, onde os times se apresentam.  Se houver museus importantes,  que também sejam visitados.

Jorge Benjor,  no início da gravação de uma música,  diz para as meninas do coro:

– É para cantar, cantando; para dançar, dançando…

No caso das visitas pelas cidades e pelos museus, precisa avisar os jogadores que é para visitar visitanto.  Nada de  Ipod no Ouvido e Pagode correndo solto dentro do ônibus, impedindo o guia de explicar o que está sendo visto.

O dinheiro para garantir um futuro hiper sossegado, os meninos já estão ganhando.  Não custa nada pensar também em um futuro emocional e intelectualmente que vá além de passar a eternidade fazendo churrasco e cantando pagode.