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Parada Gay – Historinha Engraçada

Há somente  dois textos  que repito todos os anos.

Esse a seguir, às vésperas da Parada Gay, e outro, próximo ao dia da Consciência Negra.

Deveria repetir mais alguns; ocorrem-me três: Sobre o Papel do Herói (próximo ao Sete de Setembro), uma coletânea de Epitáfios(absolutamente hilários),  Finados, e sobre Pindura – Prática dos Estudantes de Direito de  Jantarem em Restaurantes em Agosto e não Pagarem a Conta.   Ao final deixo os Links.  Por enquanto, Parada Gay:

Parada Gay, alguns  anos atrás. Desde a primeira, fui a algumas edições. Som legal, muita alegria e, além de tudo, não custa nada prestigiar. Lembro-me quando queriam bater o récorde mundial de público. Além do som, havia a meta a ser cumprida. Fui até mais para fazer número e ajudar no récorde, que acabou mesmo sendo batido.

Pois bem, em uma das vezes, de dentro do carro, perto da Rua Cubatão, onde, segundo meus cálculos, deveria estar a marcha naquele momento, pergunto para um grupo de gays que vinha caminhando se o pessoal ainda permanecia pelas redondezas. Eles me informam que a marcha já devia ter chegado ao ponto final, na República, onde seriam encerrados os festejos.

Pensando em voz alta, lastimo. Um deles consola:

– Não desiste, não. Corre lá, quem sabe cê ainda não arranja um namoradinho!!!

Divertindo-me muito, nos dias seguintes, contei para todo mundo o episódio.  Meu pai riu muito!

+++++++

Conforme o Prometido, link dos textos que deveria postar todos os anos.

Papel do Herói, clique aqui

Para se divertir,

Pindura, clique aqui

Epitáfios, clique aqui

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Tenho postado pouca coisa aqui  no Trombone, mas estou escrevendo muitos microcontos.  Preciso ir passando esses textos pra cá.  São legais.  Deixa eu pegar fôlego.

De qualquer forma,  estou contente de não ter mantido a tradição desse post nessa data aqui no Trombone.

Parada Gay – Historinha Engraçada

Há somente  dois textos  que repito todos os anos.

Esse a seguir, às vésperas da Parada Gay, e outro, próximo ao dia da Consciência Negra.

Deveria repetir mais alguns; ocorrem-me três: Sobre o Papel do Herói (próximo ao Sete de Setembro), uma coletânea de Epitáfios(absolutamente hilários),  Finados, e sobre Pindura – Prática dos Estudantes de Direito de  Jantarem em Restaurantes em Agosto e não Pagarem a Conta.   Ao final deixo os Links.  Por enquanto, Parada Gay:

Parada Gay, alguns  anos atrás. Desde a primeira, fui a algumas edições. Som legal, muita alegria e, além de tudo, não custa nada prestigiar. Lembro-me quando queriam bater o récorde mundial de público. Além do som, havia a meta a ser cumprida. Fui até mais para fazer número e ajudar no récorde, que acabou mesmo sendo batido.

Pois bem, em uma das vezes, de dentro do carro, perto da Rua Cubatão, onde, segundo meus cálculos, deveria estar a marcha naquele momento, pergunto para um grupo de gays que vinha caminhando se o pessoal ainda permanecia pelas redondezas. Eles me informam que a marcha já devia ter chegado ao ponto final, na República, onde seriam encerrados os festejos.

Pensando em voz alta, lastimo. Um deles consola:

– Não desiste, não. Corre lá, quem sabe cê ainda não arranja um namoradinho!!!

Divertindo-me muito, nos dias seguintes, contei para todo mundo o episódio.  Meu pai riu muito!

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Conforme o Prometido, link dos textos que deveria postar todos os anos.

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Para se divertir,

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Homofóbico??? É Prudente Desconfiar!!!

A propósito da historinha da Parada Gay, que repito todos os anos aqui no Trombone, o fiel leitor e “comentador” Clerson Sidney mandou piada excelente, que mostra bem como são os homofóbicos.  Lá vai:

E um Brucutu , partidário da cura gay, na calçada,  esbravejava contra a parada: “safados, sem vergonhas, deveriam ir todos para a cadeia… Menos aquele loirinho fofinho vestido de borboleta”

Pois é…

Quiser ler a história que posto todos os anos, clique

Parada Gay – Historinha Engraçada

Há somente  dois textos  que repito todos os anos.

Esse a seguir, às vésperas da Parada Gay, e outro, próximo ao dia da Consciência Negra.

Deveria repetir mais alguns; ocorrem-me três: Sobre o Papel do Herói (próximo ao Sete de Setembro), uma coletânea de Epitáfios(absolutamente hilários),  Finados, e sobre Pindura – Prática dos Estudantes de Direito de  Jantarem em Restaurantes em Agosto e não Pagarem a Conta.   Ao final deixo os Links.  Por enquanto, Parada Gay:

Parada Gay, alguns  anos atrás. Desde a primeira, fui a algumas edições. Som legal, muita alegria e, além de tudo, não custa nada prestigiar. Lembro-me quando queriam bater o récorde mundial de público. Além do som, havia a meta a ser cumprida. Fui até mais para fazer número e ajudar no récorde, que acabou mesmo sendo batido.

Pois bem, em uma das vezes, de dentro do carro, perto da Rua Cubatão, onde, segundo meus cálculos, deveria estar a marcha naquele momento, pergunto para um grupo de gays que vinha caminhando se o pessoal ainda permanecia pelas redondezas. Eles me informam que a marcha já devia ter chegado ao ponto final, na República, onde seriam encerrados os festejos.

Pensando em voz alta, lastimo. Um deles consola:

– Não desiste, não. Corre lá, quem sabe cê ainda não arranja um namoradinho!!!

Divertindo-me muito, nos dias seguintes, contei para todo mundo o episódio.

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Conforme o Prometido,

Papel do Herói, clique aqui

Para se divertir,

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Lazer Comunitário Mais Vezes por Ano.

O que acontece praticamente todas as noites do ano em São Paulo e, talvez, em todas as cidades médias e grandes???

Ruas e calçadas do centro e dos centros comerciais dos bairros,   que durante o dia são intransitáveis, absolutamente desertas.  Desertas a ponto de as pessoas terem medo de sair  de casa.

Talvez haja meia dúzia de noites, em  São Paulo,  em que isso não aconteça:

  • Parada Gay
  • Virada Cultural
  • Virada Esportiva
  • Reveillon na Paulista
  • E, em alguns poucos lugares, durante o Carnaval

Precisaria ser promovida  no Centro pelo menos uma Grande Atividade  por mês para que as pessoas  desligassem a televisão  e fossem se divertir nas ruas.  Isso em todos os municípios do país.

Dá gosto de ver, como ontem e hoje se viu na Virada Cultural,   todos sentindo-se  cidadãos  e  felizes de estarem usufruindo do espaço Público/Coletivo.

Nós merecemos muito mais disso!!!

Governadores, Prefeitos e suas equipes mexam-se  para que todos tenhamos muitas mais vezes por ano lazer sadio, gratuito e comunitário.

No caso de S. Paulo, que conheço mais,  o barulho nem incomoda tanto assim, já que no Centro há poucos prédios residenciais.

Como bem cantou Caetano Veloso,  “a Praça Castro Alves é do Povo, como o Céu é do Avião”.

“As Praças Castro Alves” desse Brasil afora e adentro precisariam ser mais vezes do Povo!!!

Quiser ouvir Caetano, o nome da Música é Um Frevo Novo, clique aqui.

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Há somente  dois textos  que repito todos os anos.

Esse a seguir, às vésperas da Parada Gay e outro próximo ao dia da Consciência Negra.

Deveria repetir mais alguns; ocorrem-me três: Sobre o Papel do Herói (próximo ao Sete de Setembro), uma coletânea de Epitáfios(absolutamente hilários),  Finados, e sobre Pindura – Prática dos Estudantes de Direito de  Jantarem em Restaurantes em Agosto e não Pagarem a Conta.   Ao final deixo os Links.  Por enquanto, Parada Gay:

Parada Gay, alguns  anos atrás. Desde a primeira, fui a algumas edições. Som legal, muita alegria e, além de tudo, não custa nada prestigiar. Lembro-me quando queriam bater o récorde mundial de público. Além do som, havia a meta a ser cumprida. Fui até mais para fazer número e ajudar no récorde, que acabou mesmo sendo batido.

Pois bem, em uma das vezes, de dentro do carro, perto da Rua Cubatão, onde, segundo meus cálculos, deveria estar a marcha naquele momento, pergunto para um grupo de gays que vinha caminhando se o pessoal ainda permanecia pelas redondezas. Eles me informam que a marcha já devia ter chegado ao ponto final, na República, onde seriam encerrados os festejos.

Pensando em voz alta, lastimo. Um deles consola:

– Não desiste, não. Corre lá, quem sabe cê ainda não arranja um namoradinho!!!

Divertindo-me muito, nos dias seguintes, contei para todo mundo o episódio.

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Papai Noel!!!???

“Dentro” do Espírito de Natal, microconto meu, de seis palavras,  já postado aqui algumas vezes.

Existem apenas dois textos que todos os anos estão no Trombone:

  • caso divertido que aconteceu na parada Gay e
  • Frase sobre o Dia da Consciência Negra.

Como  já  disse,  tasquei esse microconto  algumas vezes nessa época do ano.  Quem sabe ele também se torne permanente às vésperas do Natal.  Merecer, sem falsa modéstia, ele merece.  Aliás, mereceria estar em qualquer coletânea de microcontos de seis palavras.

Lá vai:

Papai Noel Pedófilo Pagava para Trabalhar.

Barbárie!!!

Na Padaria, casal gay amarra o cachorro, do tamanho de um bezerro, na entrada, rente à calçada;  com longa coleira, é lógico;  os rapazes  não haveriam  de  toler  a liberdade do animalzinho, não é mesmo???

Passa casal tradicional – homem/mulher –  com  filho e  filha de 3, 4 anos.

O cachorro salta em direção às crianças e começa a latir.  As crianças, óbvio, choram copiosamente.   A mãe, óbvio 2, reclama.

Pois você acredita que os gays  ainda ficaram bravos ?  Argumentaram que o cachorro nem mordeu as crianças.  Disse um deles:

– Logo de amanhã e ter que aguentar isso?

Será que os dois vão levar o  “filhão” amanhã à   Parada Gay?

Comento com a moça do caixa, que assistiu a tudo.

Ele me conta que sua filha, quando tinha a mesma idade daquelas duas crianças, caminhava pela calçada; Cachorro   Rottweiller meteu a cabeça entre as grades do portão e arrancou pedaço das costas da criança, que foi obrigada a fazer  enxerto!!!

O mundo se transformou nisso: todo direito garantido aos cães e seus caninos  donos;   crianças e pais que calem a Boca; quando for o caso, que façam enxerto em  corpos dilacerados!!!

 

Parada Gay – Historinha Engraçada

Há somente  dois textos  que repito todos os anos.

Esse a seguir, às vésperas da Parada Gay e outro próximo ao dia da Consciência Negra.

Deveria repetir mais alguns; ocorrem-me três: Sobre o Papel do Herói (próximo ao Sete de Setembro), uma coletânea de Epitáfios(absolutamente hilários),  Finados, e sobre Pindura – Prática dos Estudantes de Direito de  Jantarem em Restaurantes em Agosto e não Pagarem a Conta.   Ao final deixo os Links.  Por enquanto, Parada Gay:

 

Parada Gay, alguns  anos atrás. Desde a primeira, fui a algumas edições. Som legal, muita alegria e, além de tudo, não custa nada prestigiar. Lembro-me quando queriam bater o récorde mundial de público. Além do som, havia a meta a ser cumprida. Fui até mais para fazer número e ajudar no récorde, que acabou mesmo sendo batido.

Pois bem, em uma das vezes, de dentro do carro, perto da Rua Cubatão, onde, segundo meus cálculos, deveria estar a marcha naquele momento, pergunto para um grupo de gays que vinha caminhando se o pessoal ainda permanecia pelas redondezas. Eles me informam que a marcha já devia ter chegado ao ponto final, na República, onde seriam encerrados os festejos.

Pensando em voz alta, lastimo. Um deles consola:

– Não desiste, não. Corre lá, quem sabe cê ainda não arranja um namoradinho!!!

Divertindo-me muito, nos dias seguintes, contei para todo mundo o episódio.

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Parada Gay, Convivência Democrática, Praça Castro Alves e Imagine

Parada Gay,  Virada Cultural,  São Silvestre,   Marcha dos Evangélicos,  e  Carnaval,  que eu me lembre, são algumas das poucas datas na cidade de São Paulo  em que o povo realmente toma as ruas para se divertir; no caso dos evangélicos,  para demonstrar fé.

De segunda a sábado à tarde,  de manhã até umas 20 horas, milhões   vivendo para o trabalho por ruas, avenidas e praças. Às noites e domingos,  verdadeiros desertos urbanos de darem  medo.  É triste que seja assim. Deveria haver incentivos, estrutura e segurança para que se caminhasse pela cidade, pelos bairros, praticamente durante as 24 horas do dia, sete dias por semana.

É muito salutar a convivência democrática que se instaura nessas  ocasiões.  Hoje na Augusta, já no final da parada Gay, por volta de umas 20 horas, dois Gays andavam em direção à Paulista.  Um deles trajava uma micro-sunga e sandálias; só e nada mais; muita purpurina, óbvio.  Estavam na minha frente; no trajeto   cruzaram com diversas duplas de policiais.  Os policiais os trataram como tratam qualquer dupla de engravatados no centro da cidade.  Não é o máximo isso???

Caetano cantou com perfeição que A PRAÇA CASTRO ALVES É DO POVO, COMO O CÉU É DO AVIÃO.  Caetano se refere, na Música Um Frevo Novo,  ao período do Carnaval.

Se essas  “invasões urbanas”, no melhor dos sentidos, se tornassem frequentes,  não seria um grande salto na qualidade de vida da população???

Ouça Caetano e ouça Imagine de John Lennon.  Talvez haja um elo que una essas duas obras de arte desses dois gênios.

Um Frevo Novo – Caetano, Clique – De quebra, ainda outras música

Imagine – John Lennon.  Clique