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Dia da Consciência Negra – Frase e Piada

Existem aqui no Trombone alguns textos dos quais gosto muito e que postaria todos os anos, na época oportuna, mas não faço.

Não sei  porque  apenas abro exceção  para dois.  Um, às vésperas da Parada Gay e outro contendo frase a respeito do Dia Da Consciência Negra.

Acho legal a ideia de se ter um dia em homenagem aos negros. Sou a favor da emancipação das minorias e talvez o começo seja esse mesmo – um simples dia no calendário dedicado a esses grupos oprimidos. Mas a frase é bem legal, quem me passou foi o Saudoso Zé Rodrix.  Ele disse que a frase foi feita por um grupo de amigos, entre os quais um negro.  Lá vai:

“Inventaram UM dia da Consciência Negra só para deixar a negrada inconsciente o resto do ano”

Ocorreu-me também piada de domínio público a respeito do assunto.  Aliás, piada que brinca com a falta de consciência negra do mais importante ídolo do esporte. Lá vai.

Um negro  consegue driblar toda a burocracia; finalmente, é recebido por Pelé.   Com paciência e generosidade, Pelé escuta todos os preconceitos e discriminações de que o outro estava sendo vítima. Paternalmente,  Pelé tenta confortá-lo:

– Eu entendo bem o seu problema, meu filho.  Eu também já fui preto.

Sem querer lavar as mãos,  tanto a piada  quanto à frase não são minhas. Gostando ou não da frase, da piada,  do meu post, enfim,  mais uma vez,  este Trombone abre  canal para quem quiser se manifestar sobre o tema.

De qualquer forma, Feliz Dia da Consciência Negra para todos, sejam sua consciência e sua pele da cor que forem!

Parada Gay – Historinha Engraçada

Há somente  dois textos  que repito todos os anos.

Esse a seguir, às vésperas da Parada Gay, e outro, próximo ao dia da Consciência Negra.

Deveria repetir mais alguns; ocorrem-me três: Sobre o Papel do Herói (próximo ao Sete de Setembro), uma coletânea de Epitáfios(absolutamente hilários),  Finados, e sobre Pindura – Prática dos Estudantes de Direito de  Jantarem em Restaurantes em Agosto e não Pagarem a Conta.   Ao final deixo os Links.  Por enquanto, Parada Gay:

Parada Gay, alguns  anos atrás. Desde a primeira, fui a algumas edições. Som legal, muita alegria e, além de tudo, não custa nada prestigiar. Lembro-me quando queriam bater o récorde mundial de público. Além do som, havia a meta a ser cumprida. Fui até mais para fazer número e ajudar no récorde, que acabou mesmo sendo batido.

Pois bem, em uma das vezes, de dentro do carro, perto da Rua Cubatão, onde, segundo meus cálculos, deveria estar a marcha naquele momento, pergunto para um grupo de gays que vinha caminhando se o pessoal ainda permanecia pelas redondezas. Eles me informam que a marcha já devia ter chegado ao ponto final, na República, onde seriam encerrados os festejos.

Pensando em voz alta, lastimo. Um deles consola:

– Não desiste, não. Corre lá, quem sabe cê ainda não arranja um namoradinho!!!

Divertindo-me muito, nos dias seguintes, contei para todo mundo o episódio.  Meu pai riu muito!

+++++++

Conforme o Prometido, link dos textos que deveria postar todos os anos.

Papel do Herói, clique aqui

Para se divertir,

Pindura, clique aqui

Epitáfios, clique aqui

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Tenho postado pouca coisa aqui  no Trombone, mas estou escrevendo muitos microcontos.  Preciso ir passando esses textos pra cá.  São legais.  Deixa eu pegar fôlego.

De qualquer forma,  estou contente de não ter mantido a tradição desse post nessa data aqui no Trombone.

Parada Gay – Historinha Engraçada

Há somente  dois textos  que repito todos os anos.

Esse a seguir, às vésperas da Parada Gay, e outro, próximo ao dia da Consciência Negra.

Deveria repetir mais alguns; ocorrem-me três: Sobre o Papel do Herói (próximo ao Sete de Setembro), uma coletânea de Epitáfios(absolutamente hilários),  Finados, e sobre Pindura – Prática dos Estudantes de Direito de  Jantarem em Restaurantes em Agosto e não Pagarem a Conta.   Ao final deixo os Links.  Por enquanto, Parada Gay:

Parada Gay, alguns  anos atrás. Desde a primeira, fui a algumas edições. Som legal, muita alegria e, além de tudo, não custa nada prestigiar. Lembro-me quando queriam bater o récorde mundial de público. Além do som, havia a meta a ser cumprida. Fui até mais para fazer número e ajudar no récorde, que acabou mesmo sendo batido.

Pois bem, em uma das vezes, de dentro do carro, perto da Rua Cubatão, onde, segundo meus cálculos, deveria estar a marcha naquele momento, pergunto para um grupo de gays que vinha caminhando se o pessoal ainda permanecia pelas redondezas. Eles me informam que a marcha já devia ter chegado ao ponto final, na República, onde seriam encerrados os festejos.

Pensando em voz alta, lastimo. Um deles consola:

– Não desiste, não. Corre lá, quem sabe cê ainda não arranja um namoradinho!!!

Divertindo-me muito, nos dias seguintes, contei para todo mundo o episódio.  Meu pai riu muito!

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Conforme o Prometido, link dos textos que deveria postar todos os anos.

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Homofóbico??? É Prudente Desconfiar!!!

A propósito da historinha da Parada Gay, que repito todos os anos aqui no Trombone, o fiel leitor e “comentador” Clerson Sidney mandou piada excelente, que mostra bem como são os homofóbicos.  Lá vai:

E um Brucutu , partidário da cura gay, na calçada,  esbravejava contra a parada: “safados, sem vergonhas, deveriam ir todos para a cadeia… Menos aquele loirinho fofinho vestido de borboleta”

Pois é…

Quiser ler a história que posto todos os anos, clique

Parada Gay – Historinha Engraçada

Há somente  dois textos  que repito todos os anos.

Esse a seguir, às vésperas da Parada Gay, e outro, próximo ao dia da Consciência Negra.

Deveria repetir mais alguns; ocorrem-me três: Sobre o Papel do Herói (próximo ao Sete de Setembro), uma coletânea de Epitáfios(absolutamente hilários),  Finados, e sobre Pindura – Prática dos Estudantes de Direito de  Jantarem em Restaurantes em Agosto e não Pagarem a Conta.   Ao final deixo os Links.  Por enquanto, Parada Gay:

Parada Gay, alguns  anos atrás. Desde a primeira, fui a algumas edições. Som legal, muita alegria e, além de tudo, não custa nada prestigiar. Lembro-me quando queriam bater o récorde mundial de público. Além do som, havia a meta a ser cumprida. Fui até mais para fazer número e ajudar no récorde, que acabou mesmo sendo batido.

Pois bem, em uma das vezes, de dentro do carro, perto da Rua Cubatão, onde, segundo meus cálculos, deveria estar a marcha naquele momento, pergunto para um grupo de gays que vinha caminhando se o pessoal ainda permanecia pelas redondezas. Eles me informam que a marcha já devia ter chegado ao ponto final, na República, onde seriam encerrados os festejos.

Pensando em voz alta, lastimo. Um deles consola:

– Não desiste, não. Corre lá, quem sabe cê ainda não arranja um namoradinho!!!

Divertindo-me muito, nos dias seguintes, contei para todo mundo o episódio.

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Conforme o Prometido,

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Para se divertir,

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Lazer Comunitário Mais Vezes por Ano.

O que acontece praticamente todas as noites do ano em São Paulo e, talvez, em todas as cidades médias e grandes???

Ruas e calçadas do centro e dos centros comerciais dos bairros,   que durante o dia são intransitáveis, absolutamente desertas.  Desertas a ponto de as pessoas terem medo de sair  de casa.

Talvez haja meia dúzia de noites, em  São Paulo,  em que isso não aconteça:

  • Parada Gay
  • Virada Cultural
  • Virada Esportiva
  • Reveillon na Paulista
  • E, em alguns poucos lugares, durante o Carnaval

Precisaria ser promovida  no Centro pelo menos uma Grande Atividade  por mês para que as pessoas  desligassem a televisão  e fossem se divertir nas ruas.  Isso em todos os municípios do país.

Dá gosto de ver, como ontem e hoje se viu na Virada Cultural,   todos sentindo-se  cidadãos  e  felizes de estarem usufruindo do espaço Público/Coletivo.

Nós merecemos muito mais disso!!!

Governadores, Prefeitos e suas equipes mexam-se  para que todos tenhamos muitas mais vezes por ano lazer sadio, gratuito e comunitário.

No caso de S. Paulo, que conheço mais,  o barulho nem incomoda tanto assim, já que no Centro há poucos prédios residenciais.

Como bem cantou Caetano Veloso,  “a Praça Castro Alves é do Povo, como o Céu é do Avião”.

“As Praças Castro Alves” desse Brasil afora e adentro precisariam ser mais vezes do Povo!!!

Quiser ouvir Caetano, o nome da Música é Um Frevo Novo, clique aqui.

Parada Gay – Historinha Engraçada

Há somente  dois textos  que repito todos os anos.

Esse a seguir, às vésperas da Parada Gay e outro próximo ao dia da Consciência Negra.

Deveria repetir mais alguns; ocorrem-me três: Sobre o Papel do Herói (próximo ao Sete de Setembro), uma coletânea de Epitáfios(absolutamente hilários),  Finados, e sobre Pindura – Prática dos Estudantes de Direito de  Jantarem em Restaurantes em Agosto e não Pagarem a Conta.   Ao final deixo os Links.  Por enquanto, Parada Gay:

Parada Gay, alguns  anos atrás. Desde a primeira, fui a algumas edições. Som legal, muita alegria e, além de tudo, não custa nada prestigiar. Lembro-me quando queriam bater o récorde mundial de público. Além do som, havia a meta a ser cumprida. Fui até mais para fazer número e ajudar no récorde, que acabou mesmo sendo batido.

Pois bem, em uma das vezes, de dentro do carro, perto da Rua Cubatão, onde, segundo meus cálculos, deveria estar a marcha naquele momento, pergunto para um grupo de gays que vinha caminhando se o pessoal ainda permanecia pelas redondezas. Eles me informam que a marcha já devia ter chegado ao ponto final, na República, onde seriam encerrados os festejos.

Pensando em voz alta, lastimo. Um deles consola:

– Não desiste, não. Corre lá, quem sabe cê ainda não arranja um namoradinho!!!

Divertindo-me muito, nos dias seguintes, contei para todo mundo o episódio.

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Papai Noel!!!???

“Dentro” do Espírito de Natal, microconto meu, de seis palavras,  já postado aqui algumas vezes.

Existem apenas dois textos que todos os anos estão no Trombone:

  • caso divertido que aconteceu na parada Gay e
  • Frase sobre o Dia da Consciência Negra.

Como  já  disse,  tasquei esse microconto  algumas vezes nessa época do ano.  Quem sabe ele também se torne permanente às vésperas do Natal.  Merecer, sem falsa modéstia, ele merece.  Aliás, mereceria estar em qualquer coletânea de microcontos de seis palavras.

Lá vai:

Papai Noel Pedófilo Pagava para Trabalhar.

Barbárie!!!

Na Padaria, casal gay amarra o cachorro, do tamanho de um bezerro, na entrada, rente à calçada;  com longa coleira, é lógico;  os rapazes  não haveriam  de  toler  a liberdade do animalzinho, não é mesmo???

Passa casal tradicional – homem/mulher –  com  filho e  filha de 3, 4 anos.

O cachorro salta em direção às crianças e começa a latir.  As crianças, óbvio, choram copiosamente.   A mãe, óbvio 2, reclama.

Pois você acredita que os gays  ainda ficaram bravos ?  Argumentaram que o cachorro nem mordeu as crianças.  Disse um deles:

– Logo de amanhã e ter que aguentar isso?

Será que os dois vão levar o  “filhão” amanhã à   Parada Gay?

Comento com a moça do caixa, que assistiu a tudo.

Ele me conta que sua filha, quando tinha a mesma idade daquelas duas crianças, caminhava pela calçada; Cachorro   Rottweiller meteu a cabeça entre as grades do portão e arrancou pedaço das costas da criança, que foi obrigada a fazer  enxerto!!!

O mundo se transformou nisso: todo direito garantido aos cães e seus caninos  donos;   crianças e pais que calem a Boca; quando for o caso, que façam enxerto em  corpos dilacerados!!!

 

Parada Gay – Historinha Engraçada

Há somente  dois textos  que repito todos os anos.

Esse a seguir, às vésperas da Parada Gay e outro próximo ao dia da Consciência Negra.

Deveria repetir mais alguns; ocorrem-me três: Sobre o Papel do Herói (próximo ao Sete de Setembro), uma coletânea de Epitáfios(absolutamente hilários),  Finados, e sobre Pindura – Prática dos Estudantes de Direito de  Jantarem em Restaurantes em Agosto e não Pagarem a Conta.   Ao final deixo os Links.  Por enquanto, Parada Gay:

 

Parada Gay, alguns  anos atrás. Desde a primeira, fui a algumas edições. Som legal, muita alegria e, além de tudo, não custa nada prestigiar. Lembro-me quando queriam bater o récorde mundial de público. Além do som, havia a meta a ser cumprida. Fui até mais para fazer número e ajudar no récorde, que acabou mesmo sendo batido.

Pois bem, em uma das vezes, de dentro do carro, perto da Rua Cubatão, onde, segundo meus cálculos, deveria estar a marcha naquele momento, pergunto para um grupo de gays que vinha caminhando se o pessoal ainda permanecia pelas redondezas. Eles me informam que a marcha já devia ter chegado ao ponto final, na República, onde seriam encerrados os festejos.

Pensando em voz alta, lastimo. Um deles consola:

– Não desiste, não. Corre lá, quem sabe cê ainda não arranja um namoradinho!!!

Divertindo-me muito, nos dias seguintes, contei para todo mundo o episódio.

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