Arquivo da tag: Inferno

Céu e Inferno!

  1. Em São Paulo,  jamais sinto excesso de frio ou calor .
  2. Alguém já disse que o lugar ideal  para se passar a eternidade teria a temperatura do céu, com as pessoas do Inferno.
  3. Mesmo considerando o item 1, posso dizer que a cidade ideal teria  ruas, praças e avenidas com temperatura de shoppings.
  4. Mas, veja bem, apenas a temperatura.  De resto, continua valendo minha frase: shoppings centers me proporcionam imensa alegria – quando saio.

Dois Aparelhos de TV Ligados ao Mesmo Tempo, Com Som, No Bar

No bar em que tomo cerveja, a cinquenta metros de casa, há pouco, os funcionários se dividiam em dois times:  o primeiro assistia a um jogo de futebol em um dos aparelhos de tv; o segundo, em frente outro aparelho, que transmitia mais um  jogo.  Ambos, com som.

Frase minha muito a propósito: “No Brasil, a falta de consciência profissional é tão grande que puta goza, traficante cheira” e eu vi um bilheteiro raspando uma raspadinha.

Agora, poderia continuar a frase:  garçons assistem a jogos de futebol e fregueses passam a ser mera contingência.

Sobre o inferno de  aparelhos de TV  em bares, restaurantes, se quiser, leia crônica minha que ganhou menção honrosa em prestigiado concurso de literatura,  há uns quatro anos.  Clique aqui

Inferno e Céu

É difícil “quantificar quão” inferno é conviver com pessoas amargas.  Mesma dificuldade para expressar quão céu é conviver com pessoas doces.

Duro é você deixar uma pessoa doce e ficar com a amarga.

O oposto, especificando a definição,  é  o maior Céu de Brigadeiro, desde que Santos Dumont, ou os irmãos Wright, levantou (levantaram)  voo pela primeira vez.

Que Deus não permita que eu  despenque  desse céu e me esborrache em novo inferno.

Inferno, Pelas Trevas e Barulho!!!

Como já escrevi, com frequência absurda,  britadeiras infernizam os moradores  na região da  Rua Cândido Espinheira/Alameda Barros,  Conselheiro Brotero e Gabriel dos Santos ( Higienópolis, Zona Oeste de São Paulo) para fazer reparos em telefones, internet, rede elétrica.  Frequência absurda é frequência absurda  mesmo.  Vários dias por mês, todos os meses.  Além do barulho, falta de energia.

Pois bem, hoje, tinha dentista marcado para logo mais.  Secretária do dentista me liga para informar que a rua dele, no Bairro de Pinheiros (Zona Oeste de São Paulo),  está sem energia.

Século 21 e cada vez é mais verdadeira a musiquinha carnavalesca de meados do Século passado que dizia que na Cidade Maravilhosa do Rio de Janeiro de dia faltava água, de noite faltava luz.

Quiser ouvir a música, clique.

Engraçado, né???  Engraçado para um Suíço ouvir, mas quem é vítima da coisa  tem mesmo é motivos de sobra para chorar.  Isso sem contar o barulho ensurdecedor de britadeiras quase que todos os dias nas vizinhanças da minha Casa.

Em texto que escrevi, cerca de um ano e meio atrás, propunha alternativa audaciosa que, à primeira vista, parece absurda,  mas na verdade é muito plausível.  Se quiser ler, clique

Barulho Não dá Sossego

Para coroar mais um ano de muito barulho, sim barulho de decibéis mesmo,  hoje,  último domingo,  britadeira trabalhava a todo ao lado de casa. Isso de manhã.  Agora, 21:30,  mais barulho, certamente para tapar os buracos.  Há mais de um ano, postei texto em que defendia que as ruas não deveriam ser asfaltadas e sim cobertas de cascalho.  São inúmeros cabos subterrâneos. Semana sim, outra também,  britadeiras  rasgam o asfalto.  E tomem barulho – bebês, crianças, jovens, adultos, velhos!!!

Amigo meu, diretor de empresa aposentado,  que gosta de polemizar, disse que eu estava louco.  Outro amigo, arquiteto,  disse que concordava 100% comigo.

Assim, agora, quase dez horas da noite do último domingo do ano,   eu e meus vizinhos somos brindados.  Brindados com barulho.

Quiser ler texto CHEGA DE BRITADEIRA,  em que sugiro cascalho ao invés de asfalto,  clique aqui

Sossego!!!

Semana passada, microconto meu,  sobre os um dos  infernos de hoje,  ganhou o Mini Menor Slam de Poesia do Mundo, concebido pelo poeta Daniel Minchoni.  O menor Slam do Mundo é para Poemas de até 10 segundos.  O mini menor, que abre a programação, só aceita   poemas de até 3 segundos.  Como meu negócio é microcontos, participei – e venci – com esse.

Pane no Celulares

Sossego no Mundo.

 

Será que esse dia chega???