Porteiro que Barrou o Ganso e o Prefeito Faria Lima

O prefeito Faria Lima,  militar da Aeronáutica, que deu nome à Avenida,  era duro e híiper exigente com seus secretários e colaboradores próximos.  E homem absolutamente encantador em reuniões sociais e com o público.   Em grandes acontecimentos, em restaurantes, quando ele entrava, quem ali estivesse levantava-se e o aplaudia com vontade, como são aplaudidos ídolos da cultura de massa.

No trabalho, entretanto,  era exigente em todos os detalhes.

O porteiro do anúncio da Gillette que barra a entrada  Paulo Henrique Ganso  porque o craque estava com barba por fazer me lembrou  de atitude frequente do prefeito.  Aliás, o nome da Avenida deveria ser Avenida Prefeito Faria Lima, e não Brigadeiro Faria Lima, uma vez que ele tinha pouca, ou nenhuma, afinidade com os militares e imenso amor por São Paulo, que ele revolucionou com suas imensas e oportunas  obras.

Bem, voltando ao porteiro do anúncio da Gillette.

O prefeito era homem simples, sem frescura, mas quando entrava alguém em sua sala com a barba por fazer, ele abria a gaveta, apanhava um barbeador elétrico e oferecia para que o visitante se barbeasse antes da conversa.   Exatamente como fez o Porteiro com o craque Ganso.  E se o craque  Ganso, que é o craque Ganso, volta para trás e faz a barba, que dirá o pobre mortal que recebeu o barbeador do prefeito pop star da maior cidade da Ameérica Latina!!!

Prefeito Faria Lima - Um Querido Pop Star da Política

Diretora Engana Polícia Para Salvar Alunos e Eu Troco Gentilezas com Assaltante

Diretora de Escola no Rio de Janeiro toma difícil decisão de enganar a polícia para preservar  40 alunos.  O objetivo era evitar que os policiais encontrassem o bandido que estava no ônibus e se iniciasse um tiroteio.  Vale a pena ler mais.  Clique aqui

Embora não tão rico, também tenho  episódio em um assalto em que a minha maior preocupação era exatamente essa: que chegasse a polícia e eu e as outras vítmas  ficássemos reféns durante a interminável negociação que sempre acontece.

Lá vai o meu caso, com direito até a troca de gentilezas entre mim e o bandido.

Sou recebido no consultório do dermatologista com um revólver na cabeça. Superado o susto, percebo que tanto os médicos que dividiam a clínica, entre eles um psicólogo, quanto os clientes, algumas crianças, e até mesmo os assaltantes estavam em pânico. Se alguém não assumisse o comando, aquilo acabaria em tragédia. Pedi licença para dar uma sugestão. Disse que a partir daquele horário, começariam a chegar montes de gente, outras crianças e que não era necessário ter mais sofrimento ali dentro. Aceitaram a sugestão e, cada vez que a campainha tocava, a enfermeira, sob a mira do revólver engatilhado, avisava que o médico estava fora atendendo emergência. Eram aproximadamente três horas da tarde e meu médico preencheu o cheque que um deles iria descontar, enquanto o outro, com os dois revólveres, ficaria nos vigiando. Como estava demorando muito, pedi novamente a palavra. Fingindo estar cheio com minha intromissão, o líder perguntou o que eu queria daquela vez. Disse que eles deveriam se apressar para descontar o cheque antes do banco fechar. Acatou e foi ele mesmo ao banco, deixando o colega, um desequilibrado, tomando conta das “presas”. Cada vez que uma criança queria tomar água, era um transtorno, gritos histéricos do ladrão, revólveres brandindo o ar. O nariz de um garoto excepcional começou a escorrer; para evitar alterações, ofereço meu lenço. O líder volta do banco com o dinheiro. Pega sua arma, senta-se ao meu lado e começa a dar ordens. Põe um cigarro na boca e procura fósforo nos bolsos. Não encontra.

Com gestos suaves, alcanço um isqueiro que estava ao meu lado, mostro para ele e, gentilmente, pergunto:

– Posso acender seu cigarro?

– Cara, você é demais. Você nunca vai ser dar mal em um assalto.

Sorrio, bato em seu ombro e, fingindo aborrecimento com a previsão, pergunto:

– Puxa. Você ainda deseja outro assalto para mim!!!

++++++++

Isso ocorreu há cerca  25 anos, nunca mais fui assaltado e espero que em todos os assaltos a violência sempre possa ser evitada, com jogo de cintura e sabedoria.

Eles Metem a Mão na Botija; Depois, Confessam, Salvam a Alma e o Dinheiro continua Lá (nas contas deles, naturalmente)!!!

Talvez a excelente piada que  amigo Junior Bataglini  mandou e publique, dois dias atrás,   seja a chave para explicar a corrupção sem fim no país.

A piada tem apelo sexual, mas é de cunho particular.  Lá vai:

Um peregrino, a caminho de Santiago, vindo da Lituânia, pernoita na casa de uma viúva deslumbrante.
No meio da noite, a viúva o procura, toda nua!

Ele, com medo de pecar, foge e vai confessar-se

O padre lhe diz:

– Volte para casa e coma 5 kg de CAPIM.

– Sr. Padre, eu não sou um cavalo! – diz o Peregrino.
– Mas é burro!  Primeiro deveria ter comido a viúva
e depois vir confessar!  Entendeu?

++++

E então, talvez nossos corruptos sejam os grandes carolas, papa-hóstias que vivem ajoelhados em cofessionários.  Confessam os desvios, pronto:  alma aliviada, contas bancárias, geralmente  em Afastadas Ilhas perdidas no mundo,  engordadas até estourarem.

Desconfio  que esse Padre deu aula em tradicional colégio aqui da Capital, onde estudou político paulistano emblemático nesse quisito (contas bancárias muito gordas espelhadas pelo monto)!!!!

É o Padre Quem Ensina. Ele Está Certo; Nós Estamos Salvos!!!

O amigo Junior Bataglini me manda piada excelente.

Divirtam-se

Um peregrino, a caminho de Santiago, vindo da Lituânia, pernoita na casa de uma viúva deslumbrante.
No meio da noite, a viúva o procura, toda nua!

Ele, com medo de pecar, foge e vai confessar-se

O padre lhe diz:

– Volte para casa e coma 5 kg de CAPIM.

– Sr. Padre, eu não sou um cavalo! – diz o Peregrino.
– Mas é burro!  Primeiro deveria ter comido a viúva
e depois vir confessar!  Entendeu?

+++++++

Estão vendo como se deve fazer??? É o próprio padre que ensina.  E quem somos nós para discordar do padre???

Não Compensa em Hipótese Alguma

No carro, indo para o jantar,  falei para a amiga que estava  comigo:

–  Preste atenção na Silae.  Não me casaria com ela nem que o pai me oferecesse o peso em ouro.

E nessa noite, Silae, mulher de um conhecido,  foi magistral em todas suas características.

No térreo, ao sair do elevador, falei para a minha amiga:

– Preciso fazer uma correção. Não me casaria com Silae nem que o pai me oferecesse 10 vezes o peso em ouro.

MILAGRE!!!

Pode acrreditar.  Não estou mentindo; não estou sonhando.

No encontro das ruas Homem de Mello e Pinto Gonçalves, Perdizes, está o bar Três Irmãos , bem botequim de esquina mesmo.  Recoste-se na cadeira para ler essa bomba:  nesse bar não há televisão!!!

Raimundo, o irmão presente, receba e transmita  para toda a família   parabéns do fundo do meu coração, tímpanos e olhos.

Microcontos – Fictício e Real.

Político  do Interior, Ministro da Pesca, jamais viu o mar.  Tampouco sabia nadar.*

Na mesma linha, mas diferente do primeiro, história verídica de jornalista bem  famosa.

Menina rica, foca (gíria para jornalista iniciante), nem bater à máquina sabia, mas ganhou página em um dos mais importantes jornais do Brasil.**

+++++

Naquele tempo escrevia-se na (à)  máquina de escrever e  jamais houve outro jornalista que não soubesse bater à máquina

* 82 dígitos

** 145 dígitos, incluindo a explicação.

Começa em Motel; Termina em Desaforos Baixo Nível!!!

Diverti-me muito com a cena que presenciei há cerca de duas horas em supermercado da Turiassu (ou Turiaçu – já que em  cada placa da rua há uma grafia).  E, não sei porque, lembrei-me de outro episódio, igualemente divertido.  Diferença, no primeiro caso, os protagonistas são pessoas maduras,  mais de sessenta; no, segundo, como se verá, muito jovens  que,  parece, sabiam muito mais das coisas do que os coroas.

Lá vai a cena de agora há pouco.

A mulher, que se afastara um pouco do marido,  em outra gôndola, volta, mesmo me vendo, não tem o menor pudor de comentar/perguntar para o marido:

– Que cara de bosta é essa???!!!

O caso abaixo, precisa de rápida explicação.  Denise era o nome (fictício) de uma namorada; nós brigávamos demais, mas não havia hipótese de terminarmos o namoro definitivamente.  Lá vai:

Eu e Denise, durante intervalo das sessões de sapatos voando*, na portaria de um motel. A recepcionista, que acabara de dar as chaves para o casal do carro da frente, comenta conosco:
– Puxa, a menina fez dezoito anos ontem e já está comemorando!
+++++

*Ah, meu Deus, vou ser obrigado a outra explicação, que vai quebrar o ritmo das histórias.  Dr. Breno, meu queridíssimo e saudoso analista, dizia:

– Quando eu estiver bem velhinho, vou querer visitá-los   e nem vou poder entrar, tal será a guerra de sapatos. Retomo essa caso do dr. Breno com mais detalhes, prometo.

Jogos começam Tarde Por Causa da Novela e Gabriela Telegráfica, Graças ao Futebol

Todo mundo sabe que Jogos de Futebol começando às 22 hs e terminando meia-noite, meia-noite e pouco, trazem muito mais riscos  de violência do que se eles começassem mais cedo.  E eles não começam mais cedo por uma única razão:  por causa da Novela da Globo (aquela que se chamava novela das oito).

Seria muito mais lógico que não houvesse novela às quartas-feiras e os jogos  começassem em horário adequado,  considerando a questão da segurança e também do trâsito.

Não satisfeita em  submeter a sociedade a mais esse risco, a TV Globo ainda faz outro gracejo às quartas-feiras:  o capítulo da série Gabriela, nesse dia, é muitíssimo resumido, apresentado em um único bloco.  Risco para a população e falta de respeito com os telespectadores.  Às quartas-feiras ninguém escapa da Globo!!!