Comida Perfeita com Caipirinha, mas Sem Caipirinha!!!

Não é falta de assunto, tampouco obsessão por escrever.

Hoje vai ter comida caseira deliciosa em casa, o mais óbvio do trivial.

Salada de alface, temperada com molho composto por  tostão de mostarda, meu vinagre, azeite extra-virgem,  sal e mel; arroz; feijão; bife , feito na minha chapa especial de alumínio; com cebola sauté,  farofa com azeitona verde picada (farinha deliciosa que meu atencioso amigo Gabriel me traz regularmente de Belém do Pará).

Jantar perfeito para se iniciar  por uma bela caipirinha de cachaça  e acompanhado por duas meias cervejas.  Adoro caipirinha.  Mas, tenho a impressão, e também já ouvi contar,  que bebida destilada agride muito a saúde, sobretudo cabeça.

Suponho estar  muito bem comportado, já que nem me ocorreu comprar cachaça para a caipirinha.  Entretanto, devo tomar, pelo menos, três meias cervejas Heineken.

Depois, continuo em casa, pois  respeito a lei do bafômetro e devo ter andado de  metrô  algumas centenas de quilômetros essa semana.   Sempre respeitei a lei do bafômetro;  já escrevi a respeito.  Bem, mas conhecido meu, há cerca de 15/20 dias, foi comprar cigarro na vizinhança  de madrugada, de carro.  À tarde havia tomado  uma ou duas caipirinhas de vodka.  Foi parado pelo bafômetro.  Perdeu a carta por um bom tempo, sem contar multa salgada.

Como diria a música do Chico Buarque, Pai, afasta de mim esse cálice!!!  Quando guio, nem precisa afastar; eu é que nem chego perto!!!

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Em tempo, nem comecei a beber e quase perdi esse texto. Ou seja, se for beber, não guie; tampouco escreva.

Banco, Sucursal do Inferno

No Banco, mulher amamentava o filho mais novo.  Acho meio esquisito, mas sou careta.  O pai cuidava da menina maior, de uns dois anos e meio.

O que fazia a mulher enquanto amamentava????

Impossível você não ter adivinhado.

Ora, olhava a tela do smarthphone (smart??? )!!!

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No mesmo Banco, no mesmo espaço de tempo.

É lógico, a gerente, com quem eu estava tratando, atendeu o celular.  Certamente conhecida sua, mais do que cliente.  Ela parou de me atender e tomou uma série de providências para satisfazer  por completo a mulher do outro lado da cidade.   E eu esperando.  Em bom português, isso se chama furar fila.

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O cidadão paga suas contas no Itaú.   O Caixa não autentica as contas, sejam elas quantas forem. Imprime um monte de comprovantes quadradinhos amarelos   de +/- 7,5 cm e  entrega tudo, contas, papeizinhos, uma massaroca   O sujeito que se vire depois, já que nem grampeador havia no Caixa da Agência que eu fui.  Aliás, parece que é política do Banco não ter grampeador. Se quiser ler mais clique.

O Inferno, pelo menos, deve ser mais colorido!!!

 

TV Globo – Sofististicadas Produções e Português Massacrado 24, 25,26

Sai de Baixo voltou com todas as qualidades do teleteatro da Globo e com a mesma fúria para assassinar o Idioma.  Apenas nesse primeiro  episódio, as seguintes pérolas:

  • Onze anos no aeroporto deixou sequelas na Magda. (Aracy Balabadian)
  • Mas passou dois meses (Márcia Cabrita)
  • Os aeroportos brasileiros é a verdadeira visão do Inferno (Miguel Falabela)

Curiosamente, a plateia, ao invés de rir das excelentes piadas, aplaude.

Peça Tensa; Sai de Baixo pra Compensar!!!

Contrariando a fórmula de assistir filme/peça leve e comer pizza depois para atenuar a sensação de Fim de Domingo, fui  à fabulosa, porém tensa,  Peça – Estrada do Sul, a partir de conto de Julio Cortazar.  Mais perto do fim de semana, já que é apresentada apenas aos domingos, retomo o tema.  Em compensação, logo mais vou assistir à Sai de Baixo, que volta à  TV Globo.

Lembro-me bem que quando o programa deixou de ser apresentado, estava com meu saudoso amigo Jarbas no espetacular Bar/Restaurante Astor, onde há o melhor chopp do mundo.  Marisa Orth passa pela gente.  Ele diz para ela:

– Sou irmão do Ricardo karman (que produz e dirige  espetáculos de vanguarda).

Ela parou, quase que se sentou à nossa mesa, e ficou conversando conosco.  Mais simpática, impossível.

Ela lembrou que enquanto Friends, salvo engano meu , estava em cartaz havia mais de 10 anos, e rendia uma bela grana todas as  semanas  para cada um dos protagonistas,  Sai de Baixo, “saía” do ar no auge.

Que a série volte agora para ficar e bater recordes de permanência em cartaz.

Cidade do Haddad – Só Para os Que têm GPS???

Mesmo andando a pé, com todo o tempo e todo espaço do mundo, torna-se difícil descobrir o nome da rua em que você está, em Santa Cecília.  Esquina com placa indicando o nome das ruas que formam o cruzamento é coisa rara.

Pergunto, para quem está sendo concebida essa “cidade do Haddad”??  Só para os que têm GPS???

Verdadeira Subversão!!!

Exagero???  Acho que não.

Leia carta que mandei algumas vezes para o Prefeito  e foi, solenemente, ignorada.  Duvido que vc não ficaria satisfeito se algumas dessas medidas, de baixíssimo custo, fossem implementadas.  Mas acho que ele não está preocupado comigo, tampouco com você.  Clique aqui, leia e discorde de alguma sugestão minha, se não concordar.

Infeliz Cidade, essa do Haddad…!!!

Gisele Seria Uma Labareda do Sol????

Duas chamadas com Fotos da Home de Famoso portal agora há pouco:

Sol Emite Quatro Fortes Labaredas em Uma Semana

Gisele Bündchen retorna às Passarelas do SPFW.

Será que a Própria Gisele não é uma dessas Labaredas???

Sobre  pessoas fascinantes nesse grau, conhecida minha passou alguns momentos lado a lado com Mick Jagger em determinada ocasião.  Disse ela que é impressionante o brilho que o cara irradia.  Não duvido nem um pouco.

BICHOGENTE

Algumas pessoas vão se transformando em porcas(os), vacas (bois), baleias,  tanto física quanto pelas atitudes.   Lógico que não quero ofender nenhum dos animais citados.  Mas  acontece mesmo!!!  Azar deles.  A nós, cabe apenas não ficar por perto, além do estritamente necessário, o que já não deixa de ser um pequeno inferno.  Já os bichogentes (mistura de bicho com gente, com grande predominância de bicho) têm que conviver com  eles mesmos toda a existência.  Sinto pena da família. Digo do círculo íntimo familiar, que não tem por onde escapar.

Em tempo, lobisomem, sereia têm charme; logo nenhum resquício de semelhança com os seres desprezíveis acima descritos!!!

Repartição Pública na Era do Celular

Na Repartição Pública, hoje às 10,30 horas,  quando cheguei,  havia  um funcionário, meio coroa ( gíria antiga para dizer velho/idoso) com tênis colorido,  e uma funcionária.  Ambos ao celular em conversas  que pareciam  não ter fim.  A mulher me atendia, mas não largava o celular, digo, continuava no papo – terminou o papo, ela desligou.  Eu devia ter perguntado se não estava atrapalhando.  Não consegui resolver meu problema, não por culpa da mulher e, dez minutos depois, estava saindo.  O funcionário continuava ao celular.

Um pouco intrigante, entretanto.  Por que gastavam dinheiro/crédito com celular se podiam bater papo pelo telefone da repartição???

Acho que até isso o celular conseguiu subverter!!!!

Malandros e Ordinários

Fabuloso Jorge Benjor, com precisão, definiu na Música Caramba:

– Se malandro soubesse como é bom ser honesto, seria honesto só por malandragem.

Concordo plenamente com meu ídolo, ser honesto é a melhor coisa que existe.  E mais, acho que o verdadeiro malandro, aquele sobre o qual Chico Buarque também já falou, pode muito bem chegar a essa conclusão, até mesmo para sobreviver.

Agora, nego/nega (porque existem mulheres também) ordinário(a) não tem jeito.  Neles/Nelas, tudo é ordinário desde  a qualidade  do raciocínio até a  conduta.  O levar vantagem do Gérson, era tênue, muito tênue, perto de um ordinário(a).  Acho que o ordinário é mais ou menos como o escorpião  da fábula de Esopo.

O escorpião pede para a rã levá-lo a outra margem do rio.  A rã disse que levaria, mas que ele não poderia  picar, pois os dois morreriam.  No meio da travessia, o escorpião crava o ferrão na rã.  A rã diz que ambos vão morrer e não entende a atitude do outro.  O escorpião:

– É a minha natureza!!!

Pois bem, a ordinarice é a natureza de muitas pessoas e eles são ordinários 24 horas por dia, desde muito jovens até a morte.  Azar delas e de quem é obrigado a conviver com elas.