Boca no Trombone Sofreu Modificações, Inclusive Trocou de Nome.

Queridos Leitores do Boca, meu blog sofreu algumas modificações.  Passou a chamar-se Trombone do Mayr. O endereço para entrar no Blog é  http://blogdopaulomayr.wordpress.com/.  Assim sendo, peço que cadastrem o novo endereço.  Suponho que para fazer comentários não deva ter havido muitas mudanças.    Dado esse aviso, termino esse post.

Para reinaugurar o novo Trombone, vou começar com poema para lá de erótico de conhecida minha desses saraus de Sampa,  Marla de Queiros.

Acreditem o erotismo dela é diretamente proporcional à sua sensualidade física.  O poema fica para o próximo Post.

Poesia na Faixa Comemorando Aniversário de São Paulo

Amanhã,  a partir das 10 horas da manhã, na saída da Estação Marechal Deodoro do Metrô, Zona Oeste, sarau de Rua  Poesia na Faixa.  Em uma Faixa de Pedestres,  munidos de megafones,   Poetas do Tietê recitam  poemas curtos e cativantes  para os pedestres que aguardam o momento de atravessar a rua e durante a própria travessia.  Enquanto alguns poetas estão na faixa, outros estão declamam  e distribuem   poemas para os motoristas que esperam o semáforo abrir.  Quem esta a pé   também ganha poemas impressos.  Todos os meses o Poesia da Faixa se repete em alguma travessia movimentada da Capital.  A ideia é levar  poesia para a população de forma inesperada e inusitada.   Qualquer um pode chegar e mandar sua poesia. Os organizadores do Poesia na Faixa convidam:

“Se você é poeta ou tem poesia preferida guardada na memória, o convite está feito:  Junte-se a nós Traga seu Poema e Solte sua Voz.”

Clique aqui,  veja o   vídeo do último Poesia na Faixa.

Resista se for capaz!!!

Contra Rolezinhos, Mas Também Contra Vetos dos Shoppings

Saber que 82% dos paulistanos são contra rolezinhos, encontros de jovens da periferia em Shoppings Centers,  não surpreende.

Agora é  positivo que 73% dos habitantes da cidade achem que os shoppings não têm direito de vetar frequentadores.  Dados do Data Folha, na primeira página da Folha de S. Paulo de hoje.

Alunos da Economia da USP podem tudo em Shopping próximo à cidade Universitária; já manos e minas  da periferia….  Quiser ler, clique (artigo de psiquiatra amigo, referência aos garotos da Economia e ao pessoal da periferia, só no último parágrafo)

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O que me incomoda, como disse, não é a  origem da multidão, mas sim a multidão.  Quero  poder andar sem   esbarrar em quem quer que seja: garotos da periferia ou gostosas da Oscar Freire.

BBB – BOMBA, BOMBA!!!

Júnior Bataglini, super assíduo leitor/ “comentador”  do Boca há mais de  dois anos,  manda charge fabulosa sobre o público que assiste ao BBB.  E pelo jeito, a praga não faz qualquer distinção social:  conheci uma mulher  cujo o pai morava no prédio em que os apartamentos pagavam  o maior IPTU de S. Paulo; ela assinava o Pay Per View para poder desfrutar 24 horas dos  BBB Brothers & Sisters.

A charge aborda a questão do miolo no cérebro, eu defino pessoas  com essa carência dizendo que devem  ter QI de Ostra.

BBB-BOMBA

Segunda Morte

Soube essa manhã da morte  de pessoa muito querida, muito idosa de quem, por conta de  correria da cidade grande,   circunstâncias diversas enfim, estava afastado.  Não sei se  já se encontrava  doente, mas confesso que  fiquei satisfeito de saber hoje de sua morte.  Afinal, há  cerca de uns cinco anos, conhecido  dela  comentou comigo que havia  morrido.   Descobrir que excelente  pessoa  ganhou  prorrogação de cinco anos,  não há quem não goste, né???

Considerações sobre os Rolezinhos – Por Armando de Oliveira Neto**

Fazia tempo que o amigo Armando não proporcionava aos leitores do Boca suas ponderadas considerações.  Hoje ele aborda os Rolezinhos sob alguns aspectos.

A seguir:

Após a leitura da apresentação de suas observações no BOCA**, venho contribuir com algumas reflexões, dentro de outra visão do tema, que foca o político e o social.

Assim temos uma amostra da chamada “ditadura das minorias”.

Esse conceito está sendo divulgado recentemente, constituído pela descrição dos mecanismos pelos quais valores de minorias acabam sobrepondo aos de maiorias, como ocorre com os movimentos de “rolezinhos”, acobertadores de atos criminosos.

É um dos subprodutos da ideia do “politicamente correto”, o que paralisa nossas instituições policiais.

Assim, em seu questionamento, a aceitação do “rolezinhos” passa a ser norma e normatizada/legalizada pelas instituições, pelo ordenamento jurídico, tal como denunciado.

Um outro aspecto é a desconstrução do Estado.

Entendo que possa haver mudanças nas formulações legais, mas, pelo pouco conhecimento que tenho, em essência, a estrutura jurídica apresentada pelo Código de Hamurabi, poucas alterações podem ser observadas, em suas fundamentações, ao longo dos séculos.

Quando um indivíduo sabe que sua atuação, no caso o “rolezinho”, é uma situação marginal, consequentemente é sabedor das consequências de tal posicionamento.

Deixa-se de ser autor de sua escolha e torna-se “vítima”, em absurda inversão de papéis, ovacionado e exaltado pela mídia ignara e conivente, talvez passivamente..

Comparo com um criminoso que sabe do teor de suas atitudes e as penalidades, no caso a marginalidade social e legal do fazer “rolezinho”.

E aí chega um “novo ordenamento”: pode se tornar regra, “protegido” pela legislação, tal como proposto.

Qualquer semelhança com o que se observa no “país da impunidade” não é mera coincidência, mas sim resultado de uma orquestração muito bem elaborada nos últimos anos, com o objetivo de se instituir uma nova estrutura político-social e que tenho notado sistematicamente sua execução, sorrateira, ameaçadora e… assustadora pelas consequências funestas que trarão para nós e para as gerações que nos sucederão.

É assim que andamos rumo à desconstrução do Estado!!!

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Meu  comentário.  Se os rolezinhos não promoverem ações de vandalismos ou furtos, não há porque serem proibidos.  Folha de São Paulo de hoje traz reportagem mostrando que centenas de alunos de Economia na USP nesses útimos anos têm lotado o Shopping Eldorado para cantar, dançar e festejar. Segundo o Jornal, os jovens universitários não avisam quando farão esses rolês e nunca foram incomodados por seguranças do estabelecimento. Trecho da Folha de Hoje “Depois dos gritos – como Ei, GV (Fundação Getúlio Vargas, tida como rival da FEA), vai tomar no c…”, parte dos estudantes almoça na praça de alimentação, onde são entoados mais cânticos.  O encontro dura cerca de uma hora e meia” Quiser ler matéria da Folha, clique

* Link para o Texto  mencionado logo no início do artigo – clique

** Armando de Oliveira Neto

Médico Psiquiatra Aposentado do Serviço de Psiquiatria e Psicologia Médica
Do Hospital do Servidor Público Estadual
Médico Assistente do Hospital Infantil Cândido Fontoura
Professor/Supervisor pela Federação Brasileira de Psicodrama

Sadismo, Burrice ou Tudo Junto e Misturado???

Na calçada em frente à Escola de Inglês na Faria Lima, proximidades do Shopping Iguatemi, bandinha tocando para chamar atenção e, pior,  dois  sujeitos com paupérrima fantasia da Guarda Real do  Palácio de Buckingham derretendo sob o sol do meio dia.  Detalhe, os pobres diabos escaldados são obrigados a bater continência para quem entra e para quem sai da Escola.

Escola de Inglês  imitando  a Guarda do Palácio da Rainha da Inglaterra, por se tratar de escola de Inglês, não é caso sério de Complexo de Vira-lata, mas botar os rapazes derretendo dentro daquelas ridículas fantasias, certamente é   soma de sadismo com  a natureza limitou a inteligência, mas não limitou a burrice.