Parada Gay, historinha engraçada

Parada Gay, poucos anos atrás. Desde a primeira, fui a algumas edições. Som legal, muita alegria e, além de tudo, não custa nada prestigiar. Lembro-me quando queriam bater o récorde mundial de público. Além do som, havia a meta a ser cumprida. Fui até mais para fazer número e ajudar no récorde, que acabou mesmo sendo batido.

Pois bem, em uma das vezes, de dentro do carro, perto da Rua Cubatão, onde, segundo meus cáulculos, deveria estar a marcha naquele momento, pergunto para um grupo de gays que vinha caminhando se o pessoal ainda permanecia pelas redondezas. Eles me informam que a marcha já devia ter chegado ao ponto final, na República, onde seriam encerrados os festejos.

Pensando em voz alta, lastimo. Um deles consola:

– Não desiste não. Corre lá, quem sabe cê ainda não arranja um namoradinho!!!

Divertindo-me muito, nos dias seguintes, contei para todo mundo o episódio.

Embora pouco esteja ligando para o que pensem ou não pensem de mim, por via das dúvidas, na parada de amanhã, vou junto com a minha namorada.

2 pensou em “Parada Gay, historinha engraçada

  1. Não tem nada de engraçado, mas sim de tristeza.Pais sem etica,sem moral, sem educação, sendo corrompido por uma midia corrupta e manipuladora.

  2. Há uma diferença entre estimular se evite o preconceito contra os homosexuais e tranformar a pederastia em um valor a cultivar. Esta deplorável; aquela louvável.

    Por outra, qual a lógica de se transtornar uma parte importante da cidade por um domingo para comunicar que a pederastia deve ser cultivada? Direito tem eles de promover seus conclaves, porém perturbando o menos possível a vida de terceiros

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