Parada Gay – Historinha Engraçada

Há somente  dois textos  que repito todos os anos.

Esse a seguir, às vésperas da Parada Gay e outro próximo ao dia da Consciência Negra.

Deveria repetir mais alguns; ocorrem-me três: Sobre o Papel do Herói (próximo ao Sete de Setembro), uma coletânea de Epitáfios(absolutamente hilários),  Finados, e sobre Pindura – Prática dos Estudantes de Direito de  Jantarem em Restaurantes em Agosto e não Pagarem a Conta.   Ao final deixo os Links.  Por enquanto, Parada Gay:

Parada Gay, alguns  anos atrás. Desde a primeira, fui a algumas edições. Som legal, muita alegria e, além de tudo, não custa nada prestigiar. Lembro-me quando queriam bater o récorde mundial de público. Além do som, havia a meta a ser cumprida. Fui até mais para fazer número e ajudar no récorde, que acabou mesmo sendo batido.

Pois bem, em uma das vezes, de dentro do carro, perto da Rua Cubatão, onde, segundo meus cálculos, deveria estar a marcha naquele momento, pergunto para um grupo de gays que vinha caminhando se o pessoal ainda permanecia pelas redondezas. Eles me informam que a marcha já devia ter chegado ao ponto final, na República, onde seriam encerrados os festejos.

Pensando em voz alta, lastimo. Um deles consola:

– Não desiste, não. Corre lá, quem sabe cê ainda não arranja um namoradinho!!!

Divertindo-me muito, nos dias seguintes, contei para todo mundo o episódio.

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Conforme o Prometido,

Papel do Herói, clique aqui

Para se divertir,

Pindura, clique aqui

Epitáfios, clique aqui

Príncipe Charles, Camila Parker, Senna, Raspadinha e Sapo

Ainda a propósito de o príncipe Charles ter sido chifrado por Camila Parker-Bowles.

Havia piadinha muito boa de quando o Senna namorou a Adriane Galisteu.  Na mesma época, ou um pouco depois,  ela posou para a Playboy raspando a ( como direi???) periquita.  Periquita  está delicado, não tá???  Lá vai a piada antiga, que pode ser aplicada a Camila Parker.

A antiga.

A Adriane Galisteu é uma mulher de sorte: ganhou na Senna e na Raspadinha.

Na verdade, a Parker é que é uma mulher de sorte:  não encontrou apenas um cabra macho mesmo que tivesse coragem para encará-la; achou dois!!!

Tá certo que o tal do Charles,  de príncipe só tem o título, porque está muito mais pra sapo,  e sapo feio!!!

Quiser ler, o Post sobre Parker Bowles,  Príncipe Charles e a grana que o Povo Inglês vai pagar,  clique

Príncipe Chifrado e Um Bilhão de Reais Extras De Gastos da Família Real Inglesa – Como o Povo Vai reagir???

Pelo mundo,  notícias de que o Príncipe Charles da Inglaterra descobriu que fora traído e pede Divórcio de Camila Parker-Bowles.  Parker-Bowles, por sua vez, quer receber de multa 320 milhões de euros, aproximadamente um bilhão de reais.

Sempre me encafifou que um povo pão duro como o inglês se conformasse em sustentar o fausto da Família Real.  Esse dinheirinho extra do contribuinte  não tem graça alguma, por mais que se diga eles  têm  senso de humor especial.

Vivi seis semanas na casa de uma família inglesa.  Veja meu relato, já postado aqui algumas vezes.  Aliás, título do Primeiro Post sobre o assunto era:  NÃO BANHO E MESQUINHEZ INGLESA

Na primeira vez que postei o texto sobre o assunto, houve mais de 50 comentários, número razoavelmente grande para os padrões do Trombone.

A leitura dele torna-se mais que oportuna nesse momento de sangria extra no bolso do contribuinte Inglês.

Com direito, no final, à receita de  ovos mexidos que aprendi com a mesquinha família inglesa.  Valem a pena ambos.  Não deixe de fazer os ovos mexidos.

NÃO BANHO E MESQUINHEZ INGLESA

Durante os dois meses que passei lá em Bournemouth, cidade ao sul da Inglaterra, próxima a Londres, viajei todos os fins de semana. (saia  sexta à tarde e voltava domingo para dormir). Assim, a questão dos três banhos semanais a que tinha direito foi ligeiramente amenizada.

Ainda no setor higiene,  jamais vi algum dos donos da casa (um casal, mais a filha) com cara de quem tivesse tomado banho.  O único contato que presenciei deles com a água não foi dos mais agradáveis.

Uma  Uma noite, entro na cozinha e o que vejo???  O dono da casa lavando a cabeça na pia da cozinha.  Na volta ao Brasil, contei isso para meu pai, que comentou com um amigo nosso inglês.  Ele  garantiu que era normal, na Inglaterra, as pessoas lavarem a cabeça na pia da cozinha. O porquê disso não fica claro.  Como disse Caetano, “eu não consigo entender sua lógica.”  Entender ou não entender não tem importância.  Grave é usar a louça e comer comida lavada na pia que também serve para lavar cabeça,  e sabe-se lá se não deixei de ver coisas piores…

Um leitor do Boca fala, até de maneira rude, do mal cheiro das inglesas (leia no comentário do post de ontem)  Ele  está muito bem acompanhado. Famoso e prestigiadíssimo  personagem da política,  tido como mulherengo,  diplomata em Londres, ao responder a uma amiga se havia gostado das Inglesas, foi taxativo:

– São bonitinhas, mas muito mal lavadinhas…

Voltando à minha experiência com a família inglesa,  passo aos pequenos  truques, golpinhos que me aplicaram.

Paguei aqui no Brasil uma determinada quantia para a Escola que freqüentei e outra quantia que foi diretamente para a família que me hospedou.

Está mais do que implícito que um quarto alugado durante o inverno em uma casa na Inglaterra tenha calefação.  Pois não é que a dona de casa me disse que a calefação não estava incluída e que eu deveria pagar.   Não quis brigar e concordei. Ela me deu o valor semanal da calefação. Argumentei que pretendia viajar todos os finais de semana e que preferiria pagar por noite a calefação, quando eu, de fato, estivesse usando.  Ela não concordou.  Cobrava sempre por sete noites, embora só ligasse cinco vezes por semana.

Eu e o Javier, mexicano que também estava ali hospedado,  éramos apenas meios de a dona de casa, landlady, reforçar o orçamento.  Nada além disso.

Perguntou-me ainda se eu queria que ela lavasse minha roupa e já foi logo dando o preço.  Falei que era coisa relativa: como ela já podia dar o preço sem saber quanta roupa seria?  Ela foi clara: esse preço é para a quantidade de roupa  que pessoa normal usa por semana : duas camisas, duas meias e duas cuecas. Agradeci e disse que eu mesmo levaria para a lavanderia.

Curioso é que mesmo quando queria ser simpática e mostrar eficiência, ela era seca e até meio rude.  Elogiei bastante os ovos mexidos do café da manhã. (scramble eggs, certamente escrevi errado) de lá. Imediatamente, me responde:

– Às terças e quintas  (lembro-me que eram exatamente esses os dias) tem.

Sou cara extremamente justo, o que é certo é certo e, como já disse e repeti, detesto desperdício.  A dona da casa pediu que avisasse sempre com antecedência quando fosse viajar no fim de semana, para que ela não comprasse comida para mim.  Perfeito.  Nada de desperdício.

Meu pacote de hospedagem compreendia: quarto de domingo a domingo,  café da manhã e jantar de segunda a sexta e as três refeições do sábado e do domingo.

Como já  disse,  todos os fins de semana, viajei.  Ou seja, deixei de consumir sete refeições a cada fim-de-semana.  Passei lá seis semanas, logo foram  exatamente 42 refeições que, embora tenham sido pagas, não foram consumidas.

Uma noite, durante o jantar, ela me pergunta em que dia eu iria embora.  Falei que seria dali a dois sábados.  Ela diz:

– Pois bem,  o café da manhã do sábado em que você vai embora, você vai ter que me pagar porque a escola só me paga até sexta-feira.

Eu falava legal  inglês e entendi perfeitamente.  Mas, por segurança, confirmei em Portunhol com o mexicano Javier.  Pedi que não comentasse nada, mas lhe disse que iria denunciá-la para a escola. E a escola, muito provavelmente  iria descredenciá-la na mesma hora.  Se eu tivesse consumido todas as refeições previstas, perfeito que ela cobrasse essa extra.

Detalhe: alguns brasileiros levam lembrancinhas típicas daqui, um anelzinho de água marinha e outras besteiras baratinhas para a dona da casa..  Eu havia levado  três quilos de café da melhor qualidade,  panela própria para esquentar a água, bule, coador e xícaras de porcelana pintadas a mão.  Isso não vem ao caso.  O que conta é que eu deixei de consumir 42 refeições e ela quis me cobrar um ovo, uma torrada e uma xícara de café (aliás, que eu havia lhe dado).

A história acaba assim: fui-me embora na 6. Feira.  Deixei barato, não denunciei na escola e  não teve o quebra-pau anunciado. Nesse momento em que escrevo, acho que agi mal: devia ter denunciado.

Ingleses não são efusivos, abraços e beijos não jorram por lá com parte de cumprimentos.  Mas é lógico que depois de conviver um mês e meio, por mais frio que sejam todos os envolvidos,  na despedida, apertam-se as mãos e até um beijinho e abraço  fazem parte da coisa.

Eduardo e Marina, brasileiros que iam comigo ao Aeroporto e passaram em casa para me apanhar de táxi, ficaram impressionados porque, já dentro do táxi, limitei-me a um aceno com a cabeça de despedida.

Quatro anos após, morei cerca de quinze dias em casa de família americana.  180º  opostos.  Conto logo mais.

Para terminar legal, a receita do fabuloso scramble eggs.

Ovos mexidos da Markham Road 103 – endereço da casa  da família em Bournemouth

Fazer uma torrada de pão de forma com manteiga.  Mantê-la quente.
Reservar.

Em uma panelinha pequena, derreter manteiga, quebrar um ovo e, quando começar a fritar, colocar uma colher de leite, diminuir o fogo, por sal e pimenta do reino.  Mexer e quando estiver no ponto (eu gosto mole) colocar sobre a torrada quente.   Comer acompanhado de  café forte servido na xícara grande.  É muito bom!!! Gotinhas de Tabasco, um pouco redundante, já que vai pimenta do reino,  também são bem-vindas (acho que agora bemvindo é tudo junto)!!!

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Deixando o aspecto simpático da receita e voltando à Mesquinhez deles.   O povo economiza água, banho, uma família chega a cometer desonestidades.  O mesmo contribuinte tem que pagar indenização para a família chifrada real  (em letras minúsculas mesmo) indenizar a chifradora!!!

Só rindo mesmo!!!

Depois dizem que brasileiro é que é cordato???  Talvez sejamos cordatos, eles são cordeiros,  aliás, seria mais apropriado nomeá-los bodes, por conta dos chifres!!!

Guerrero, Que Pena…

Triste, estou bem  triste com a saída do Guerrero do Corinthians.

Entretanto,  sempre lembro que o gol mais decisivo e, talvez o mais importante na História do Corinthians para ser BI Campeão de Futebol foi o  do Romarinho na Argentina, contra o Boca Juniors. O   impressionante é  ele entrou em Campo durante o jogo e o primeiro toque que ele deu, um chute seco, sem drible, sem nada, fez o gol.  Esse gol deixou o Corinthians em situação privilegiada para o jogo de volta  aqui no Brasil.

Guerrero marcou  o Gol do Bi na partida Final do Mundial de Clubes, entretanto continuo achando o do  Romarinho mais importante.

Guerreiro vai fazer muita falta, ah vai!!!

Sucesso para ele no Flamengo.

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Veja o Gol do Guerrero, na última partida do Campeonato Mundial de Clubes – clique aqui

Gol do Romarinho contra Boca Juniors – Clique aqui

A FALTA QUE ELA FAZ TAMBÉM PARA MIM

Crônica do Fernando Sabino excelente tem o título  A Falta que Ela me Faz.  Acho que li no Ginásio.  Curioso é que esse ELA não se refere a ex-namorada, ex-mulher, ou ex-amante.  Refere-se  à empregada dele.

Pois bem,  minha querida empregada Rosa casa-se depois de amanhã.  Hoje foi o último dia dela, antes de férias de mais de um mês que  vai tirar.

E eu já estou sofrendo por antecipação.

Amigos da Faculdade me mandaram email propondo que nosso próximo  encontro periódico fosse na minha casa com Comidas de Botequim.  Adoro Comidas de Botequim, mas, como a Rosa não estará aqui, pedi  que se adiasse a coisa.  Ela deixou a geladeira cheia de pratos gostosos e acompanhamentos preparados.  Mas hoje, o  jantar vai ser pães com queijo, para economizar louça.

Delicie-se com  a Crônica de Fernando Sabino e já fique imaginando como estarei nas próximas semanas!!!

A FALTA QUE ELA ME FAZ

 

Como bom patrão, resolvi, num momento de insensatez, dar um mês de férias à empregada. No princípio achei até bom ficar completamente sozinho dentro de casa o dia inteiro.

Podia andar para lá e para cá sem encontrar ninguém varrendo o chão ou espanando os móveis, sair do banheiro apenas de chinelos, trocar de roupa com a porta aberta, falar sozinho sem passar por maluco.

Na cozinha, enquanto houvesse xícara limpa e não faltassem os ingredientes necessários, preparava eu mesmo o meu café. Aprendi a apanhar o pão que o padeiro deixava na área ” tendo o cuidado de me vestir antes, não fosse a porta se fechar comigo do lado de fora, como na história do homem nu.

Esticar a roupa da cama não era tarefa assim tão complicada: além do mais, não precisava também ficar uma perfeição, já que à noite voltaria a desarrumá-la.

Fazia as refeições na rua, às vezes filava o jantar de algum amigo e, assim, ia me aguentando, enquanto a empregada não voltasse. Aos poucos, porém, passei a desejar ardentemente essa volta.

O apartamento, ao fim de alguns dias, ganhava um aspecto lúgubre de navio abandonado. A geladeira começou a fazer gelo por todos os lados ” só não tinha água gelada, pois não me lembrara de encher as garrafas.

E agora, ao tentar fazê-lo, verificava que não havia mais água dentro da talha. Não podia abrir a torneira do filtro, já que não estaria em casa na hora de fechá-la, e com isso acabaria inundando a cozinha.

A um canto do quarto um monte de roupas crescia assustadoramente. A roupa suja lava-se em casa ” bem, mas como” Não sabia sequer o nome da lavanderia onde, pela mão da empregada, tinham ido parar meus ternos, provavelmente para sempre. E como batiam na porta!

O movimento dela lá na cozinha, eu descobria agora, era muito maior do que o meu cá na frente: vendedores de muamba, passadores de rifa, cobradores de prestação, outras empregadas perguntando por ela.

Um dia surgiu um indivíduo trazendo uma fotografia dela que, segundo me informou, merecera um “tratamento artístico”: fora colorida à mão e colocada num desses medalhões de latão que se vêem no cemitério. ” Falta pagar a última prestação disse o homem. Paguei o que faltava, que remédio”

Sem ao menos ficar sabendo o quanto a pobre já havia pago. E por pouco não entronizei o retrato na cabeceira de minha cama, como lembrança daquela sem a qual eu simplesmente não sabia viver.

Verdadeiro agravo para a minha solidão era a fina camada de poeira que cobria tudo: não podia mais nem retirar um livro da estante sem dar logo dois espirros. Os jornais continuavam chegando e já havia jornal velho para todo lado, sem que eu soubesse como pôr a funcionar o mecanismo que os fazia desaparecer.

Descobri também, para meu espanto, que o apartamento não tinha lata de lixo, a toda hora eu tinha de ir lá fora, na área, para jogar na caixa coletora um pedacinho de papel ou esvaziar um cinzeiro. Havia outros problemas difíceis de enfrentar.

Um dos piores era o do pão: todas as manhãs, enquanto eu dormia, o padeiro deixava à porta um pão quilométrico, do qual eu comia apenas uma pontinha ” e na cozinha já se juntava uma quantidade de pão que daria para alimentar um exército, não sabia como fazer parar. Nem só de pão vive o homem.

Eu poderia enfrentar tudo, mas estar ensaboado debaixo do chuveiro e ouvir lá na sala o telefonema esperado, sem que houvesse ninguém para atender, era demais para a minha aflição.

Até que um dia, como uma projeção do estado de sinistro abandono em que me via atirado, comecei a sentir no ar um vago mau cheiro. Intrigado, olhei as solas dos sapatos, para ver se havia pisado em alguma coisa lá na rua.

Depois saí farejando o ar aqui e ali como um perdigueiro, e acabei sendo conduzido à cozinha, onde ultimamente já não ousava entrar. No que abri a porta, o mau cheiro me atingiu como uma bofetada. Vinha do fogão, certamente.

Aproximei-me, protegendo o nariz com uma das mãos, enquanto me curvava e com a outra abria o forno. ” Oh não! ” recuei horrorizado.

Na panela, a carne assada, que a empregada gentilmente deixara preparada para mim antes de partir, se decompunha num asqueroso caldo putrefato, onde pequenas formas brancas se agitavam. Mudei-me no mesmo dia para um hotel.

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Se eu estivesse com as finanças equilibradas, também não pensaria duas vezes e me mudaria para Hotel;  e, principalmente, antes de que minha vida chegasse a esse caos e eu, cá, sem o talento do Sabino para transformar a desgraça em deliciosa crônica.

Amigos, desejem-me boa sorte, ou até sofrimento tênue!!!

Rosa, volta logo!!!

Ofurô para Cachorros!!! Era o que Faltava

Além de Banho, Tosa,  “Hotel”, Pet Shop da Rua  Pamplona, Zona Oeste de São Paulo,  tem Creche e, acredite, até Ofurô para cães.

Leandro Karnal, excelente historiador brasileiro, em Palestra sobre os Dias de Hoje, projetou uma série de Imagens de pessoas e fatos relevantes.  Em um deles,  bebê de poucos meses de idade.  Ele comentou que  grande parte das famílias mudam completamente suas vidas e passam a viver em função daquele novo ser.  É fato.  Comentei e, salvo engano ele e a plateia concordaram, que muito mais grave são pessoas e famílias cujas e prioridades são todas para os cães ou gatos.

Ofurô para cães, acho que nem se eu pensasse muito, conseguiria descobrir prova mais cabal de que eu estou certo!!!

Salvem As Inversões de Valores desse Mundo  Barulhento e de Cabeça Pra Baixo do Século 21!!!  A Liberdade de Cachorros latirem  dias e noites,  incomodando a vizinhança,  e de cheirarem canelas na Rua é Irrestrita, os cidadãos que se acuem em seus direitos mais elementares.

Quiser conhecer mais sobre Leandro Karnal,   Clique.  Quando souber que ele vai dar Palestra, empenhe-se para não perder.

Quiser ler aqui no Trombone mais absurdo envolvendo cachorros e seus donos, clique . É, de fato, inacreditável.

Política no Futebol, Muito Semelhante à Política dos Políticos

Sete pessoas ligadas à Fifa foram presas na Suiça, entre elas José Maria Marin,   “no maior escândalo de corrupção do Futebol Mundial”.

Faz tempo que digo, certamente já escrevi aqui,  na Política envolvendo  Futebol há tanta corrupção quanto na política política.  Também já escrevi que não sou tão ingênuo e sei que no momento em que há três pessoas juntas,  passa haver  política.

Nada demais nas linhas acima, mas não podia deixar passar sem escrever algo.