Eles Metem a Mão na Botija; Depois, Confessam, Salvam a Alma e o Dinheiro continua Lá (nas contas deles, naturalmente)!!!

Talvez a excelente piada que  amigo Junior Bataglini  mandou e publique, dois dias atrás,   seja a chave para explicar a corrupção sem fim no país.

A piada tem apelo sexual, mas é de cunho particular.  Lá vai:

Um peregrino, a caminho de Santiago, vindo da Lituânia, pernoita na casa de uma viúva deslumbrante.
No meio da noite, a viúva o procura, toda nua!

Ele, com medo de pecar, foge e vai confessar-se

O padre lhe diz:

– Volte para casa e coma 5 kg de CAPIM.

– Sr. Padre, eu não sou um cavalo! – diz o Peregrino.
– Mas é burro!  Primeiro deveria ter comido a viúva
e depois vir confessar!  Entendeu?

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E então, talvez nossos corruptos sejam os grandes carolas, papa-hóstias que vivem ajoelhados em cofessionários.  Confessam os desvios, pronto:  alma aliviada, contas bancárias, geralmente  em Afastadas Ilhas perdidas no mundo,  engordadas até estourarem.

Desconfio  que esse Padre deu aula em tradicional colégio aqui da Capital, onde estudou político paulistano emblemático nesse quisito (contas bancárias muito gordas espelhadas pelo monto)!!!!

É o Padre Quem Ensina. Ele Está Certo; Nós Estamos Salvos!!!

O amigo Junior Bataglini me manda piada excelente.

Divirtam-se

Um peregrino, a caminho de Santiago, vindo da Lituânia, pernoita na casa de uma viúva deslumbrante.
No meio da noite, a viúva o procura, toda nua!

Ele, com medo de pecar, foge e vai confessar-se

O padre lhe diz:

– Volte para casa e coma 5 kg de CAPIM.

– Sr. Padre, eu não sou um cavalo! – diz o Peregrino.
– Mas é burro!  Primeiro deveria ter comido a viúva
e depois vir confessar!  Entendeu?

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Estão vendo como se deve fazer??? É o próprio padre que ensina.  E quem somos nós para discordar do padre???

Não Compensa em Hipótese Alguma

No carro, indo para o jantar,  falei para a amiga que estava  comigo:

–  Preste atenção na Silae.  Não me casaria com ela nem que o pai me oferecesse o peso em ouro.

E nessa noite, Silae, mulher de um conhecido,  foi magistral em todas suas características.

No térreo, ao sair do elevador, falei para a minha amiga:

– Preciso fazer uma correção. Não me casaria com Silae nem que o pai me oferecesse 10 vezes o peso em ouro.

MILAGRE!!!

Pode acrreditar.  Não estou mentindo; não estou sonhando.

No encontro das ruas Homem de Mello e Pinto Gonçalves, Perdizes, está o bar Três Irmãos , bem botequim de esquina mesmo.  Recoste-se na cadeira para ler essa bomba:  nesse bar não há televisão!!!

Raimundo, o irmão presente, receba e transmita  para toda a família   parabéns do fundo do meu coração, tímpanos e olhos.

Microcontos – Fictício e Real.

Político  do Interior, Ministro da Pesca, jamais viu o mar.  Tampouco sabia nadar.*

Na mesma linha, mas diferente do primeiro, história verídica de jornalista bem  famosa.

Menina rica, foca (gíria para jornalista iniciante), nem bater à máquina sabia, mas ganhou página em um dos mais importantes jornais do Brasil.**

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Naquele tempo escrevia-se na (à)  máquina de escrever e  jamais houve outro jornalista que não soubesse bater à máquina

* 82 dígitos

** 145 dígitos, incluindo a explicação.

Começa em Motel; Termina em Desaforos Baixo Nível!!!

Diverti-me muito com a cena que presenciei há cerca de duas horas em supermercado da Turiassu (ou Turiaçu – já que em  cada placa da rua há uma grafia).  E, não sei porque, lembrei-me de outro episódio, igualemente divertido.  Diferença, no primeiro caso, os protagonistas são pessoas maduras,  mais de sessenta; no, segundo, como se verá, muito jovens  que,  parece, sabiam muito mais das coisas do que os coroas.

Lá vai a cena de agora há pouco.

A mulher, que se afastara um pouco do marido,  em outra gôndola, volta, mesmo me vendo, não tem o menor pudor de comentar/perguntar para o marido:

– Que cara de bosta é essa???!!!

O caso abaixo, precisa de rápida explicação.  Denise era o nome (fictício) de uma namorada; nós brigávamos demais, mas não havia hipótese de terminarmos o namoro definitivamente.  Lá vai:

Eu e Denise, durante intervalo das sessões de sapatos voando*, na portaria de um motel. A recepcionista, que acabara de dar as chaves para o casal do carro da frente, comenta conosco:
– Puxa, a menina fez dezoito anos ontem e já está comemorando!
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*Ah, meu Deus, vou ser obrigado a outra explicação, que vai quebrar o ritmo das histórias.  Dr. Breno, meu queridíssimo e saudoso analista, dizia:

– Quando eu estiver bem velhinho, vou querer visitá-los   e nem vou poder entrar, tal será a guerra de sapatos. Retomo essa caso do dr. Breno com mais detalhes, prometo.

Jogos começam Tarde Por Causa da Novela e Gabriela Telegráfica, Graças ao Futebol

Todo mundo sabe que Jogos de Futebol começando às 22 hs e terminando meia-noite, meia-noite e pouco, trazem muito mais riscos  de violência do que se eles começassem mais cedo.  E eles não começam mais cedo por uma única razão:  por causa da Novela da Globo (aquela que se chamava novela das oito).

Seria muito mais lógico que não houvesse novela às quartas-feiras e os jogos  começassem em horário adequado,  considerando a questão da segurança e também do trâsito.

Não satisfeita em  submeter a sociedade a mais esse risco, a TV Globo ainda faz outro gracejo às quartas-feiras:  o capítulo da série Gabriela, nesse dia, é muitíssimo resumido, apresentado em um único bloco.  Risco para a população e falta de respeito com os telespectadores.  Às quartas-feiras ninguém escapa da Globo!!!

“É eles” no Trem, Mano!!!

Recebi pela Internet do Leitor Júnior Bataglini, cujos comentários são assíduos no Boca.

Há como discordar do título de que se trata de algo Sobrenatural ou alguém já viu algum político desse calibre no ônibus alguma vez na vida  longe de época de eleição???

Em tempo, algumas definições de sobrenatural no Aurélio Eletrônico:

  • Que ultrapassa o natural; que não é atribuído à natureza.
  • Relacionado com fenômenos extraterrenos:
  • Que está acima da natureza humana; sobre-humano:
  • Fantástico, extraordinário; excessivo.
  • Rel.  Diz-se de tudo que é ligado à ação da graça divina, por estar acima da essência e do agir da criatura. [Sin., nessas acepç.: supernatural, supranatural e preternatural.
  • Aquilo que é extraordinário ou maravilhoso

Quando a Equipe do Dicionário Aurélio redigiu o verbete,  certamente não pensava que a Palavra Sobrenatural iria ser tão bem usada  como foi por quem concebeu a ilustração, tampouco  quis classificar os políticos como ETs.

Na verdade eles, os políticos,  não são extra-terrestres; são E.O ou E.C – (a saber extra ônibus, extra condução).  Não gostar de andar de trem/ônibus  lotado, não é problema algum – ninguém gosta.  Curiosa  apenas a assiduidade desse tipo de foto às vésperas de eleição.