E Você, Como Se Sairia em Tão Agadável Situação???

Sobre declaração de Luana Piovani em capa de revistas que está ou esteve até outro dia  nas Bancas dizendo não ser barraqueira, não tenho ponto de vista algum.  Aliás, embora saiba o que significa barraqueira, jamais havia escrito essa palavra, tampouco falado. Entretanto, lembro-me de outra tirada dela,  muito mais apimentada,  que, da mesma forma,  li nas bancas. Lá vai:

– Diversos Homens já broxaram comigo!!!

Cá entre nós, homens, e até mesmo mulheres,  imaginem a responsabilidade de dar conta de um peixão desses!!!

De minha parte, apenas imagino,  já que nunca tive  tal oportunidade  super/híper privilegiada, mas também de imensa pressão!!!

Piadas Para Todos

O assíduo leitor Júnior Bataglini manda mais uma piada que não podia deixar de publicar, ainda mais que  essa piada lembra outra, que, naturalmente, também vou publicar.

Piada que Bataglini mandou

Um homem sentado na varanda de sua casa, com a esposa, ele diz :
-“Eu te amo…!”

Ela pergunta:
-“Este é você, ou já é a cerveja falando…?”

Ele responde:
-“Sou eu……. falando com a cerveja”.

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Ainda a propósito de mulher e cerveja, frase ou teoria atribuida a um político brasileiro, como não tenho certeza, não publico o nome.  De qualquer forma, é muito divertida.

As três melhores coisas da vida são: boi na invernada, cerveja gelada e mulher pelada.  As três piores: boi na enchente, cerveja quente e mulher da gente.

Mulheres,  nenhuma das piadas foi inventada por mim.  Aliás, deve ser o máximo ter o dom de inventar uma piada, ter certeza de que foi você quem a inventou e depois ouvir algum desconhecido em um bar  repetindo a piada.  Infelizmente, repito, não tenho esse dom.  Voltando;  assim, mulheres  não reclamem comigo.

Bem, para fazer média, vou colocar piada para as mulheres rirem e contarem para as amigas.

A idade do s.  A barriga cresce, o pau amolece; a mulher oferece e o sujeito agradece.

Itaú, qual é o Seu Negócio??? Banco ou Alugar Bicicleta???

Bike Sampa – está no Site do  Banco Itaú :  “É um projeto de sustentabilidade da Prefeitura de São Paulo em parceria com o banco Itaú e as empresas Serttel/Samba”

É também em nome da Sustentabilidade ,  segundo me informaram funcionários da Agência do Itaú da Av. Faria Lima, entre a Av. Rebouças e Rua Pinheiros, que não existem mais grampeadores nas agências.  .  Ontem fiz um depósito em dinheiro no caixa dessa  Agência para pagar uma conta.  O Recibo  é um pedacinho de papel amarelo de 7,5 cm por 6 cm. É impossível não perder o tal micropapelzinho solto entre outros documentos.  Peço um Grampeador. Não há grampeador  porque  vai contra a SUSTENTABILIDADE.  Quanto ao bem-estar e segurança do Cliente para guardar o tal micropapelzinho, que significa dinheiro,  parece, o Itaú tá pouco se lixando.

Agora, sabe quanto o Itaú faz o sacrifício de receber, de se remunerar,  em nome da Sustentabilidade no Projeto Bike Sampa???

Tente adivinhar.

Vou dar uma idéia, ou ordem de grandeza.  Um imóvel alugado mensalmente  a 1% de seu valor estará muito bem alugado e o seu proprietário vai sorrir de orelha a orelha os trinta dias do mês.  Ou seja, em 100 meses, teoricamente, o imóvel estaria pago.  100 meses, são  8 anos e quatro meses.

Uma bicicleta CALOI Andes aro 26 com suspensão dianteira e 21 marchas, com frete incluso, para Rio e SP, na Casas Bahia custa R$ 449,00.  Quiser conferir, clique

O Itaú é bonzinho  e o Eco sustentável que sair pedalando por aí no domingão a Bicicletinha fazendo propaganda do Banco não paga a primeira meia hora.  A partir daí, cada meia hora custa R$ 5,00.  É isso mesmo, R$ 5,00 que o eco sustentável e politicamente correto vai pagar.  Imaginando-se que a bicicleta do Itaú, que não tem 21 marchas, mas apenas 3,  custasse os mesmos R$ 449,00.  A bicicleta do Itaú se paga em 44 horas e 54 minutos.  Digo 45 horas e 24 minutos, já que, generosamente, a primeira meia hora não é cobrada.

Está certo que ter  retorno do Capital em 45 horas e 24 minutos  é o melhor investimento do Universo.  Agora, Itaú, será que pega bem  Banco explorar aluguel de Bicicleta????

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Embaixo de cada post aqui no Boca está(ao) a (s) categoria (s) a que pertence.  Esse aqui, além da Categoria Absurdos, também vai para a Categoria  Piada; piada de mau gosto, mas é uma piada…

Otimismo de Obama e Piadas Clássicas

Obama, após reeleição confirmada, expressando o otimismo que o homem mais importante e poderoso do mundo tem mesmo que mostrar, disse:  “o melhor está por vir”.

Associação livre me fez lembrar de frase muito boa do meu pai, misantropo obsessivo:

O pior da Festa é esperar por ela.

Aí,  para que piadas clássicas  de otimistas e pessimistas venham à mente, é  instantâneo:

Pai tinha dois filhos: um otimista e um pessimista.  No Natal,  dá para o pessimista uma bicicleta e para o otimismo um balde cheio de cocô de cavalo.

O pessimista reclamando  do presente para o irmão:

–  A bicicleta vai quebrar, eu vou cair da bicicleta, os trombadinhas vão roubar a minha bicicleta.

O pessimista pára de reclamar e pergunta:

– E você, o que foi que você ganhou???

O otimista:

– Eu ganhei um cavalo.  Eu ganhei um cavalo, mano.   Você viu meu cavalo por aí????

Outra piada:

Sujeito otimista diz que a situação estava tão ruim que em pouco tempo  estariam comendo merda.  O pessimista pergunta:

– Será que a merda vai dar para todo mundo???

Voltando ao mundo real,  suponho falar em nome da humanidade inteira:

– Presidente Obama, espero que seu otimismo esteja na medida certa!!!  Que Deus o Escute!!!

Meu Sonho de (Não) Consumo

É personal isso pra cá, personal aquilo pra lá; “in English, of course.”

Pois eu queria ter apenas dois.  Em português, naturalmente, já que não sou acometido pelo complexo de vira-lata que assolapa o Brasil.  A saber:

  • amolador de facas/tesouras pessoal e
  • comprador pessoal

O amolador de facas e tesouras  pessoal iria em casa três ou quatro vezes por semana e deixaria todas as facas tais quais navalhas.

Em tempo, ao contrário do que muita gente pensa, facas cegas são perigosas; facas-navalhas, não.

A faca cega obriga o usuário a fazer muita força.  Por mais força que se faça, ela não corta mesmo o que precisa ser cortado e, pior, a faca escapa do objeto e vai em direção ao corpo ou à mão/braço e até ombro  que segura o tal objeto.

Facas-navalhas cortam o que tem que ser cortado, pronto e ponto.  Digo, cortam só que têm que cortar e não cortam barrigas, tampouco dedos.

Quanto ao comprador pessoal, se possível, sujeito exatamente com as minhas  medidas.    Anti-consumista obsessivo, eu estabeleceria uma rotina anual.

Ele viria à minha casa, eu lhe daria uma relação de compras, cinco minutos, no máximo,  de explicação.   E ele sairia à caça.  Visitas a costureira para eventuais e prováveis acertos nas roupas, óbvio, ficariam por conta dele.

Após a parada na costureira, ele  nem me mostraria nada.  Colocaria tudo nos  armários, guarda-roupa  e só voltaria no ano seguinte.

Ia me esquecento.  E  a cada dez anos,  ele é   quem aguentaria aquela conversinha chatíssima de vendedores de carro.

Seria a Felicidade Suprema.

Nem Imagina…

Não tenho a menor idéia do que levou minha empregada a se enganar naquela fria segunda-feira e me acordar umas duas horas mais cedo. O trânsito, uma beleza. Lugar para estacionar era o que não faltava. Não desconfiei de nada. Fui para o colégio, e as portas fechadas. Pergunto as horas.  Eram umas cinco e meia. Conformado, para matar o tempo, fico passeando pela rua. Entro na igreja da Consolação, medito, contemplo. Saio, vou tomar um café. Estava na Rua Augusta e uma boate ainda permanecia aberta. Entrei. Encontro um conhecido que, carinhosamente, batendo nas minhas costas diz:
– Aí, hein, Paulinho, altas curtições!
Eu, com ar mais dúbio do mundo:
– Você nem imagina… Você nem imagina…

Andar a Pé

Carro me dá duas sensações  opostas: de imensa liberdade para poder ir à noite a um restaurante distante sobre o qual ouvi falar.   E também de prisão.  Quando estou a cerca de dois quilômetros do lugar onde tenho que chegar, assim que posso,  estaciono para me ver livre.  Se tem metrô, e é fora dos  do horários de pico,  não há possibilidade de eu ir de carro.

Agora,  os grandes prazeres mesmo são  andar a pé e  de bicicleta (se vivesse em cidade e bairro planos,  meu carro mofaria na garagem).

Sem contar a sensação de liberdade que o caminhar e a bicicleta proporcionam (embora reconheça que andar de  bicicleta no dia a dia  seja  bem arriscado em São Paulo), você encontra pessoas que não via há tempos e pode conversar, ainda que rapidíssima troca de palavras.

Eu e Fernanda, vizinha próxima de bairro, todos os domingos damos longas caminhadas. Feriado de sexta-feira, lá estávamos nós andando.  Na Caiubi,  rua da antiga sede do Glorioso Clube Caiubi, próximo à Igreja, encontro  colega meu de Faculdade, hoje jornalista híper famoso.  Foi o caso de rapidíssima, porém carinhosa, troca de palavras.

Ontem, estava de bicicleta,  mulher na calçada me cumprimenta.  Paro.  Vou logo dizendo que sou mau fisionomista.  Era outra colega de faculdade que não via há  anos, que também mora no bairro.  Ela pegou meu telefone, disse que ainda se encontrava com alguns colegas e que eu seria convidado para o próximo almoço deles.  Chego em casa há pouco,  recado de outra colega comum me convidando para o almoço.

Hoje, no tradicional passeio a pé de todos os domingos com a Fernanda,  troco saudações com Juca Kfouri, que conheço de vista.

O carro certamente teria me privado de tudo isso.   Fazer o que, né???  Amanhã, estarei lá, estancado/ congelado no meu cubo de gelo preto(cor do meu Corsa) em várias momentos do dia  e diversos pontos de São Paulo!!!