Big Brother, O NADA ABSOLUTO

“Dia de muito, véspera de pouco” e,  completo, antevéspera de saldo negativo.

Semanas anteriores na Globo, a excelente mini-série  LIGAÇÕES PERIGOSAS;  agora, BIG BROTHER!!!

Já escrevi o suficiente sobre esse NADA ABSOLUTO.  Se alguém tiver algum ínfimo  interesse em passar os olhos por  considerações minhas a respeito dessa coisa, clique aqui.  Talvez, em seu lugar, eu não me preocuparia em saber o que alguém pensa, por mais que se goste dessa pessoa,  a respeito “DESSA COISA NENHUMA”.  Corrigindo, acho que até dá para ler, pois não falo da coisa em si!!!

7 pensou em “Big Brother, O NADA ABSOLUTO

  1. Alguns irão me criticar mas eu tenho o seguinte entendimento. Não gosta é só não assistir, como eu faço, pois bem, eu odeio rodeios mas tem quem gosta, odeio paixão por futebol e tem quem sente isso, odeio pessoas nojentas e enjoadas com comida e existem muitas pessoas assim, odeio “sertanojo” universitário, mas muitos adoram. Então nada e nem tudo irá agradar a todos, dai quando se critica quem assiste só aumenta um clima pesado de opiniões e entendimentos diferentes, menos ofensas e agressões gratuitas, vamos semear a paz, a boa harmonias entre as diferentes opiniões. Bom fim de semana a todos e fiquem na paz.

    1. Meu caro Junior:

      Eu e o Clerson não estamos semeando a discórdia. Achamos apenas inconcebível alguém assistir coisa imbecil, tal qual é o BBB.

      Abraços

      Paulo Mayr

        1. Caro Junior:

          A última coisa que iria fazer aqui no meu blog seria ofender você. Se eu, de alguma forma, escrevi algo que magoou você, peço perdão. Você é o principal leitor do meu blog; só se fosse louco, iria quer chateá-lo de alguma maneira.

          Continuo contando com seus oportunos comentários.

          Não abandone o Trombone, viu???

          Grande abraço

          Paulo Mayr

  2. Concordo contigo Junior. Você só se esqueceu de “pagode”, que há quem goste. Coisas que não gosto, nem olho, sigo em frente. Mas às vezes não há como escapar, como o tal “BBB”. Ano passado minha atenção foi atraída pela notícia de que um “brother” declarou que “matou um cara”. Confessou um assassinato e pelo que sei ficou por isso mesmo. Este ano teve um disputa de “maratona de dança”, que é “contravenção penal”, (crime de menor poder ofensivo), instituído pelo Jânio Quadros para acabar com as “maratonas de danças” que proliferavam na época de carnaval. Horror de mau caratismo humano que até gerou um livro e um filme americano imperdível: “E não se mata cavalos?”. A degradação do ser humano para atingir um sucesso momentâneo. Canalhice que já havíamos enterrado e que o tal “BBB” trouxe de volta. Impunemente…

    1. Caro Clerson:

      Inacreditável que exista tal programa e, pior, que haja público. Conheci uma mulher bilionária que pagava o pay per view para assistir o Big Brother quando quisesse. Lógico, bilionário era a família dela. Uma pobre diaba dessas não deve ser capaz de ganhar um centavo.

      Abraços

      Paulo Mayr

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