Príncipe Charles, Camila Parker, Senna, Raspadinha e Sapo

Ainda a propósito de o príncipe Charles ter sido chifrado por Camila Parker-Bowles.

Havia piadinha muito boa de quando o Senna namorou a Adriane Galisteu.  Na mesma época, ou um pouco depois,  ela posou para a Playboy raspando a ( como direi???) periquita.  Periquita  está delicado, não tá???  Lá vai a piada antiga, que pode ser aplicada a Camila Parker.

A antiga.

A Adriane Galisteu é uma mulher de sorte: ganhou na Senna e na Raspadinha.

Na verdade, a Parker é que é uma mulher de sorte:  não encontrou apenas um cabra macho mesmo que tivesse coragem para encará-la; achou dois!!!

Tá certo que o tal do Charles,  de príncipe só tem o título, porque está muito mais pra sapo,  e sapo feio!!!

Quiser ler, o Post sobre Parker Bowles,  Príncipe Charles e a grana que o Povo Inglês vai pagar,  clique

6 pensou em “Príncipe Charles, Camila Parker, Senna, Raspadinha e Sapo

  1. Mayr, a família real inglesa é para os ingleses o que o Rei Momo e as escolas de samba são para os brasileiros. Pura alegoria e desperdício. Excitam o imaginário; escondem a realidade. Só esta última função já vale a despesa gasta. A realidade é cruel. Pois bem, você foi muito educado em chamar aquilo de periquita, embora não possa aplicar o mesmo termo com relação à Camila; a dela é uma “chavasca”, tenho certeza. Dizem que quando o príncipe Charles esteve com a Camila aqui pelos trópicos a distinta princesa quis adotar um gambá. Bichinho bonitinho, embora fedorento. No aeroporto foram informados que o gambá não poderia embarcar. E agora, jesus? O que fazer? Charles sugeriu que a Camila escondesse o gambá dentro da calcinha, embaixo do vestido. Com medo de que o odor atraísse a tripulação Camila perguntou: “Mas e o cheiro?”. No que o príncipe respondeu: “O gamba que aguente!!”. Um abraço Mayr.

    1. Clerson:

      Certamente, você tem razão em alguns aspectos. Bem, ao que parece, Escolas de Samba são mantidas pelo Bicho (Jogo do Bicho), contravenção. Lógico que é errado. Lá é dinheiro saindo do contribuinte. A cidadã inglesa me rouba, sem aspas, sem coisa alguma, na maior cara de pau, na maior arrogância e tem que agüentar (eu ainda uso trema) essa babaquice da Família Real. Tenho certeza de que não se conformam e fingem achar bonito. E mais, se vc quer saber, gosto muito desse termo chavasca. Tem outra piadinha.Lá vai:
      Maior briga feia no bordel, o papagaio se esconde na privada. Uma mulher vai usar a privada. O papagaio:
      – Que puta navalhada!!!
      Como diria meu saudoso pai, duas piadas bem primitivas, a sua e a minha; digo, a que vc escreveu e a que eu escrevi. Adoraria ser o criador de uma boa piada!!!
      Abraços

      Paulo Mayr

  2. Mayr, estive agora na cozinha e parece que o almoço vai atrasar. O que nos dá azo as voltar falar mal dos ingleses. É ótimo achar defeito nos outros; principalmente quando estão longe e existe um oceano inteiro para nos proteger. Pois bem…O escritor inglês J.J.Balard, falecido há uns três anos, sempre deixou claro nos seus livros que o inglês é um povo cruel e insensível. Sujo não, porque ele não falaria mal de si próprio. Ballard, para quem não se lembra é o menino perdido na 2a. guerra em Xangai, personagem autobiográfico de “O Império do Sol”, de Spilberg. O filme é uma fábula para criança; os livros nos quais se baseiam é uma sinopse da violência e do mal que ataca os homens em tempo de guerra; (o filme teve por base dois livros de Ballard: “O império do sol” e “Sombras do Império”). No filme o garoto (o próprio Ballard) fica perdido numa guerra que ele não entende (Só para entender Xangai naquela época era palco de uma revolução de facções chinesas; resistia uma invasão japonesa; e ainda levava umas cacetadas dos russos e dos americanos). Sobrevive meses nas ruas. Quando é preso é levado para campo de concentração inglês onde, (pasmem!!) é recusado pela comissão do campo sob alegação de que ali “não cabia mais ninguém”. Isso aconteceu com ele duas vezes, que teve de viver mais de quinze dias em cima de um caminhão onde pessoas morriam como moscas. Ele tinha dez anos; uma criança. Os ingleses não queriam cuidar dele. Recebeu cuidados dos japoneses e foi aceito num campo para norte americanos. Dai que ele sempre teve birra dos ingleses. Bom… é isso ai. O almoço tá na mesa

    1. Caro Clerson:

      Sorte minha e de todos os meus leitores, que lotam um fusca, o almoço ter atrasado aí na sua casa. Muito interessante o que vc contou.

      Minha família tinha um amigo inglês. O cara era um sujeito muito simples, muito tosco. Mas, como era inglês, todo mundo se admirava e falavam maravilhados:
      – Porque o John (lembro-me o nome do cara, mas vou omitir) disse….. Como se aquilo fosse a maior verdade do mundo. Ora, o cara era, como já disse, um tosco. Certamente falava o cockney (inglês dos pouco letrados).
      Um outro sujeito, francês, cara boa pinta. Viajava pela América Latina, sem dinheiro. Ele explicava:
      – Às vezes, faço desfile, sou modelo de fotos. Mas é muito curioso, os latinos americanos sentem imensa honra em hospedar e alimentar um francês.
      Sim, apenas hospedavam, não é que as uruguaias, paraguaias, peruanas, enfim, estivessem – como direi? – comendo o cara!!!

      Pelo jeito, o Complexo de vira-lata grassa por toda América Latina.
      Logo mais, vou postar pela milésima vez, a historinha do Dia da Parada Gay.

      Abraços

      Paulo Mayr

      Meu pai, não nem eu, porque sacávamos as coisas.

      1. Complexo de vira lata faz parte do lema: “humilhar para dominar”. Coisa antiga. Mas não se avexe; pode demorar a vontade para responder. E responda só se se sentir a vontade. Um abraço

        1. Caro Clerson:

          Não penso como você. Os brasileiros, por conta própria, é que assumem esse ridículo Complexo de Vira-lata!!! Ninguém impôs/ninguém impõe. O vira-lata patrício acha bacana terminhos em inglês.
          Vontade de responder comentários inteligentes, sempre tenho. Pretendo continuar respondendo todos os seus comentários.

          Grande abraço

          Paulo Mayr

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