“Pode Faltar Tudo Na Vida: Arroz, Feijão e Pão; Só Não Quero é Que Me Falte…”

Na rua, há pouco, camiseta do rapaz trazia inscrição com  o mesmo tipo de letras da empresa de telefonia:

VIVO

Sem Dinheiro

Se o cara era duro de fato, não deu para  saber, já que estava mais ou menos arrumado.  Entretanto, tenho certeza de  que, mesmo     paupérrimo,  o celular seria a última, mas literalmente a última,   coisa da qual ele iria abdicar.

Conforme já contei, vi moradora de rua batendo longos papos ao celular.

Ainda pretendo escrever com calma a respeito  dessa  obsessão.

Se quiser ouvir Marchinha de Carnaval citada no título, clique

3 pensou em ““Pode Faltar Tudo Na Vida: Arroz, Feijão e Pão; Só Não Quero é Que Me Falte…”

  1. Diante desse uso compulsivo que as pessoas fazem do celular , essa sua comparação com a Marchinha de Carnaval é perfeita.
    +++++++

    Maria Inês:

    Fico contente que vc tenha gostado. Valeu o elogio.

    Abraços

    Paulo Mayr

  2. Caro Mayr.
    O povo em geral,passa fome,mas não descarta este bichinho chamado celeular.Não é difícil nos dias de hoje vermos um morador de rua ou um carroceiro com um celular.Feliz de quem não tem este vicío danoso.

    +++++
    Cícero:
    O mundo virou isso, meu caro.
    Abraços
    Paulo Mayr

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