Que me Perdoem os Búfalos Propriamente Ditos

Esperar para ser atendido, em qualquer lugar que for,  é bem chato.  E hoje isso acontece várias vezes ao dia.

Para atenuar a chatice, leitura de jornal/livro/revista seria boa alternativa.  Seria, porque sempre há um infeliz por perto que está  tagarelando em alto e bom som no (ao) celular e seu ouvido.

Pois bem, como já escrevi mais de um vez, em todos os lugares onde o fumo é proibido, o celular também deveria ser.

Anos atrás, almocei na mesa ao lado de uma médica em um restaurante pequeno.  Ela não teve dúvidas: sacou do celular e começou a discutir com colega detalhes a respeito do câncer de um paciente comum.  Ora, esse problema e esse estresse não  dizem respeito a qualquer outro frequentador ou funcionário do restaurante.  Mas esso “pequeno” detalhe, entretanto, jamais vai passar pela cabeça de um búfalo (a) (sujeito sem educação).

Em tempo, que me perdoem os búfalos propriamente ditos por   minha indelicadeza de compará-los a “gente” (gente???)  desse quilate!!!

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