Marcelinho/Paixão Corinthiana

Conta a lenda que Marcelinho Carioca, hoje com a Alcunha de Senhor Centenário do Corinthians, em seus tempos de jogador havia disputado diversas partidas em curto espaço de tempo.  O técnico do time o dispensara para o Clássico do Domingo.

Pois bem,  domingo na hora marcada para o resto do elenco se apresentar, lá estava ele.  Assustados, todos perguntaram  o que fazia  ali.

 Explicação apaixonada, ultra convincente:

– Uma tarde maravilhosa dessas, jogo no Pacaembu, só se eu fosse louco  ficaria em casa!!!

Atitudes como essa talvez sejam uma das chaves  para entender a paixão que o Corinthians desperta em todo mundo.

2 pensou em “Marcelinho/Paixão Corinthiana

  1. Carissimo colega Corinthiano!!!
    Eu sou Santista de coração,mas já tive oportunidade de compartilhar de alguns episódios do seu valente timão;tudo por uma boa causa.Minha afilhada adolescente apaixonada pelo corinthians,uma vez me pressionou para visitar o clube do corinthians no Parque São Jorge e eu que aprendi a ter suas manhas de assertividade,liguei para o gerente da sala dos troféus do clube,dizendo que minha afilhada,tinha vindo do interior de São Paulo especialmente para visitar seu time de coração o TIMÃO!!!.Foi preciso muita inteligência minha para fazer com que o gerente da sala dos troféus me desse o aval positivo para que eu pudesse ir visitar o clube naquele dia…
    Resumindo:nós fomos tratado como um rei,naquele dia no clube do corinthians,assistimos o treino por sorte no campo da fazendinha e tiramos fotos inclusive com o grande mascote do corinthians MARCELINHO CARIOCA,visitamos a sala dos troféus e a noite ainda tivemos a oportunidade de participar de um show do grupo de pagode”KATINGUÊLE”.
    Quer mais!!! Foi um dia maravilhoso a visita a cluber do TIMÂO!!! E tivemos oportunidade de ver o grande craque do corinthians o”MARCELINHO CARIOCA”
    UM GRANDE ABRAÇOS A TODOS QUE GOSTA DE FUTEBOL SEM VIOLÊNCIA!!!!!

  2. O Marcelinho sempre foi muito polêmico, briguento e provocador, mas ninguém pode lhe tirar os méritos de “bater na bola como ninguém”. As faltas à media distância eram um terror para os goleiros. Ele colocava a bola pacientemente sobre o gramado, virava-a para que o bico estivesse no lado oposto ao da batida e “conversava” com ela. Logo depois, vinha um canudo rodopiante que quase que magicamente se desviava do goleiro. Além dessa habilidade, o pequenino Marcelo, que calça 34, tem o espírito do Corinthians. Vibrante e emocionante.
    Justa homenagem do Corinthians ao Marcelinho.

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