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Afrontas ao Telespectador da TV Globo

Do fim de março de 2001 até meados de setembro de setembro de 2016,  mais de 15 anos,  o telespectador brasileiro era feliz às quintas-feiras  e talvez não se desse conta.  Depois da Novela, a fabulosa série A Grande Família.

Hoje,  Big Brother e Amor e Sexo.  Já escrevi algumas vezes sobre essas excrescências.  Não vou gastar meu tempo e dedos tecendo considerações sobre os dois programas.  Entretanto, quem quiser ler.

Amor e sexo – Clique aqui

Big Brother – Clique aqui

MA-RA-VI-LHO-SO? Muito Chato! Na Verdade, A Expressão é Outra!

Não sou daqueles que dizem: estava passando na frente da TV e assisti à tal cena.  Assumo em diversos textos que  assisto às séries da Globo e telejornais.  E, como também já escrevi, para não perder o início, sou obrigado a assistir ao final da novela.

Há pouco, personagem de Rock Story, com tatuagens (nem que me pagassem ou ameacem de morte, como já escrevi*) falou:   MA – RA – VI – LHO – SO.

Tenho frase:  O sujeito que diz MA-RA-VI-LHO-SO É CHA-A-TO   PA-RA   CA-RA-LHO!

*Quiser ler sobre tatuagens, tatuados, aqui no Trombone,  clique

Silvia Poppovic, Ronnie Von e Atum Delicioso. Aqui, Caso Interessante.

Aproveitando o gancho do encontro de Simpatias – Ronnie Von/Silvia Poppovic, há pouco, na TV Gazeta, posto novamente texto meu contando divertido caso com ela e meu saudoso irmão Beto. Sílvia preparou no Ar, formidável receita de Atum, com purê de batata;  primeiro prato, salada.

Há algum tempo Fernando Pawwlow, que prefere ser chamado simplesmente de Pawwlow,  um dos leitores mais fiéis e atentos do Trombone, vem insistindo para que eu publique  os  casos que conheço de jornalistas, políticos, artistas  e ainda passagens corriqueiras, porém curiosas, da minha vida, de amigos e conhecidos.

Na verdade, já tenho uma categoria (capítulo) no blog Intitulada Casos.  Ou seja, o que preciso mesmo é revigorar/reinaugurar essa área do blog.  Já citei esse fato, a sugestão do Pawwlow; se  quiser ler, clique aqui

Para marcar essa nova etapa da Categoria Casos, descrevi recentemente   dois episódios dos tempos de Faculdade   que tiveram Silvia Poppovic como protagonista.  Ela leu a primeira versão, sugeriu mudanças ínfimas;  enviei-lhe  o novo texto que foi aprovado sem qualquer reparo.

Embora já tenham me ocorrido episódios novos para narrar, um inclusive a partir da troca de emails com o próprio Pawwlow,  vou usar de pequeno artifício para alimentar a reinaugurada seção de casos.

Logo no primeiro mês de vida do Boca, publiquei uma meia dúzia de contos e ainda, em um único post,  para o qual dei o nome de Cenas, cerca de 20, 25 histórias rápidas e despretensiosas (aliás, tudo que escrevo aqui é despretensioso – essas historinhas, mais ainda).  Pois bem, vou subtrair esse post do Blog e voltar a colocar esses casos um a um.  Não para encher lingüiça, mas para valorizar cada episódio  o quanto  ele merece.

Se quiser, antes de começar a leitura, dê uma olhada no blog do Pawlow, clique aqui

Como foi dito, o primeiro episódio tem Silvia Poppovic como protagonista.  Lá vai.

A Sílvia Poppovic de Sempre

Sílvia Poppovic sempre foi a Sílvia Poppovic que você conhece.  Meu saudoso irmão Beto, Antônio Roberto Sampaio Dória, você não conheceu,  mas quase todos os profissionais do Direito das décadas de 60,70, 80 e comecinho de 90 o conheceram:  com 26 anos, era Professor do Largo São Francisco e com 32, salvo imenso engano meu, tornou-se o mais jovem catedrático da Universidade de São Paulo.

O Beto era muito inteligente, obstinado,  mas ia fazer uma brincadeira e a coisa virava  desastre.  Entretanto,  nas ocasiões  decisivas e até perigosas,  que já enfrentamos juntos, saía-se bem e, por incrível que pareça,  com muito  humor.

Eu era o irmão  homem caçula, o queridinho do Beto,   que também  era meu padrinho de batismo.  Talvez ele nos visse trabalhando juntos nos diversos poderosos escritórios de advocacia dos quais foi sócio a vida toda.

Mas eu decidi fazer jornalismo e, quem sabe,  isso o tenha frustrado um pouco.

Na ECA, Escola de Comunicações e Artes,  quiçá em toda a Cidade Universitária, e até mesmo na USP inteira,   Ramio  era o xodó.   Muito, mas muito culto mesmo com seus   apenas 20 anos de idade, também se destacava na liderança do  Movimento Estudantil que  estava ressurgindo.    Cabelos longos até os ombros e barba,   Ramio  tinha o visual  hippie, tão em moda na época.  Não só o visual, como razoável   aversão a banhos, faziam dele um semi-hippie, já que morava com a  família muito bem estruturada, pai médico,   e sempre chegava à Faculdade de Carro.

Sílvia Poppovic também estudou na minha turma e de Ramio.   Aliás, eu já havia sido colega de classe  da Sílvia no terceiro colegial,  no  Equipe.

Característica da Sílvia sempre foi a espontaneidade,  falar o que lhe desse vontade.

Outro parêntese, Sílvia tinha uma definição muito boa.  Dizia ela:

– Guiar, escrever à máquina (hj seria operar computador) e falar inglês não são méritos.  É obrigação.

Graças a Deus e ao meu esforço, sei todas as quatro, já que até  curso de datilografia eu fiz.  Meu pai acrescenta ainda nadar, como indispensável. Concordo.

Voltando, em 1975, no meu aniversário,  Sílvia e meu saudoso irmão Beto travaram uma boa polêmica, exatamente a respeito da profissão de jornalista.   Na hora do Bolo, um delicioso bolo de chocolate,   Beto  dá um prato para a Sílvia.  Divertindo-se, ela diz que não iria comer o bolo que ele havia cortado  e que tampouco  qualquer  colega de faculdade  aceitaria aquele pedaço.

Beto passou o bolo para outro amigo meu que ele já conhecia há muitos anos e sabia não ser da turma da Sílvia.

Comentei esses dias com a Sílvia e ela disse que deve ter sofrido, já que sempre adorou bolo de chocolate.  Aí, eu disse  que ela comeu outro pedaço de bolo, cortado por outra pessoa.

Voltando ao nosso líder  da USP.

Um dia Ramio aparece na faculdade, com seus longos cabelos molhados,   cara de quem havia saído do chuveiro momentos antes.

Sílvia fala:

–  Que bonitinho,  camisa branquinha, macacão passado…

E não pensa duas vezes.

Encosta a cabeça no ombro de Ramio, com o nariz virado para baixo e anuncia:

– Hum…!!! Está até cheirosinho!!!

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Quando mandei o texto para Sílvia aprovar, ela disse que eu devia ter colocado o nome inteiro do Râmio, ao invés de protegê-lo.

Eu acho melhor deixar desse jeito e tenho certeza de que ela também vai aprovar.  Assim, apenas eu, ela, o próprio Râmio e os outros poucos que presenciaram a cena vão saber de quem se trata.

Marcelo Adnet, Gênio?

Sempre disse que conheci apenas um gênio na minha vida.  Talvez esteja conhecendo outro, pela televisão, mas  estou conhecendo.

Trata-se de Marcelo Adnet.  O homem é muito  engraçado e faz de tudo, é ator, comediante, roteirista e apresentador.  Hoje, na abertura do programa Adnight, cantou o Hino da Bulgária e, ao mesmo tempo, fez embaixadinhas.  Talvez tenha errado a letra, mas não deixou a bola cair durante uns dois minutos, que durou a música.

Parabéns para ele,  sua formidável mulher Dani Calabresa.  E para os pais da fera, naturalmente.

Se quiser saber sobre o outro gênio que conheci, clique

TV Globo – Sofisticadas Produções e Português Massacrado – 30

Há cerca de dez  minutos (19:55hs), na chamada da TV Globo para Tela Quente,  locutor diz com todas as letras:

– TinhaM outras para fisgar esse cara.

Tinham outras? Onde foi que os redatores da TV Globo aprenderam Português?

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Quiser ler mais afronta ao idioma Português na Globo, clique aqui.

 

Afinal, é Master Chef ou Master Estupidez?

A maneira pouco delicada, para não dizer estúpida,  dos jurados do Master Chef me faz lembrar história que ouvi mil anos atrás de um amigo.  Ele havia dado carona para uma moça (que não era bonita nem feia,  e isso  também não vem ao caso)  humilde subir a serra.  Ele pergunta se era difícil  conseguir carona.  Ela:

– Não, não é difícil conseguir carona.  Difícil é aguentar o papo chato de quem dá carona.

Pois bem,  para aqueles cozinheiros amadores, absolutamente fabulosos,  produzir pratos incríveis parece ser coisa muito fácil.  Duro mesmo é entender como eles suportam tanta antipatia e estupidez daquele “triozinho”.

Em tempo, antes que alguém diga que o ambiente de cozinhas profissionais é tenso mesmo, queria ver esses caras gritarem na hora do pique com um ajudante de cozinha.  O peão não hesitaria em atirar óleo fervendo na fuça do sujeito (a)!!!

Renata Vasconcellos – O Impossível Aconteceu!!!

O impossível, às vezes,  acontece.

Renata Vasconcellos, apresentadora do Jornal Nacional, precisou colocar imenso óculos, há pouco, para ler  documento.

Ficou ainda mais deslumbrante!!!

Para desanuviar um pouco o clima tenso desses dias que vivemos.

Quiser continuar relaxando,  leia mais sobre  Renata Vasconcellos aqui no Trombone, clique

Do Outro Mundo!!!
Do Outro Mundo!!!

Jogo do Corinthians é Assim …

Comercial excelente  que, salvo engano, vi no Sport TV.

Meio de tarde, carros estacionados, ruas, avenidas e até estrada de ferro desertas,  ninguém pelas calçadas,   um cachorro, ventania, folhas em  redemoinho.

Locutor:

–  Quando o Corinthians joga, a cidade para.  Seja para  torcer, seja  para secar!!!

De fato, a cidade para.  Olhe pela janela e comprove.

Assista ao comercial.   Clique aqui.