Classe Média na Visão da Intelectual e do Artista

Conheça a Classe Média na visão precisa e intelectual da filósofa Marilena Chauí e na música de Max Gonzaga, meu conhecido, um dos fundadores do Clube Caiubi.

Em geral, gosto de ver primeiro o mais complexo, o mais denso/teórico e depois o lúdico.  Aqui, entretanto, a explicação da professora é tão clara, precisa, sem contar que chega a ser divertida que não sugiro ordem alguma. A Entrevista é longa, mas vale muito a pena.

Max Gonzaga e sua Música Classe Média – Clique aqui

Marilena Chauí.  Aliás, o episódio que ela conta do Mercedes que impedia sua entrada no Caixa Eletrônico faz lembrar do memorialista Pedro Nava.  Dizia ele não se recordar  de um único dia  em que tivesse saído à rua sem ser agredido.  Para se deleitar com a sabedoria da professora Chauí, clique

Pelas redondezas desses temas, amigo do meu pai, Renato Amaral Sampaio Coelho,  tem definição muito boa sobre Iniciativa Privada.  Diz ele: “A iniciativa privada tem muito mais de privada do que de iniciativa.”  E dá para discordar???

4 pensou em “Classe Média na Visão da Intelectual e do Artista

  1. Aqui em Maringá não é diferente. A classe média é média em todos os aspectos…………………………precisa dizer?
    +++++

    Caro Júnior:

    É isso aí. Entrevista e música muito boas, eu achei.

    Abraços

    Paulo Mayr

  2. Excelente música e entrevista!
    Acredito que essas coisas existem em todas as classes, a diferença é como as coisas acontecem, talvez em outras classes, a violência, preconceito, etc. esteja mais refinado. Penso que seja assim em todo lugar em que há distinção de classes e jogo de poder. Todos estão preocupados com o próprio ego, o problema é a forma e quando ele é tocado.
    +++++++

    Caro Luiz:

    Seja bem vindo na bancada de comentadores do Boca.
    Seu tio Júnior não deixa passar um post sem comentar.
    Espero que vc siga os mesmos passos, mandando comentários tão legais quanto os dele.
    É, mas a arrogância dessa elite (elite de grana, né???) ignorante é de matar.
    E se ao invés de uma intelectual, o motorista do Mercebes pega um cara esquentado pela frente, aí, como é que fica????

    Abraços

    Paulo Mayr

  3. Paulo certa vez eu estava em frente minha casa fumando, que aliás não deveria, reparei um carro estacionado em frente com os vidros abertos e tinha uma bolsa em cima do banco, imaginei que era de alguém do prédio em frente. Fui lá e falei ao porteiro e realmente era de um morador, disse ao porteiro que enquanto ele avisava o dono eu iria ficar ali de olho, pois bem, minutos depois vem um senhor com cara de bunda, nem olha para mim e fecha o carro da meia volta e volta ao prédio, não perdi a chance e disse alto, denada senhor……………ele continuou e entrou. Aquele era um classe média mal amado e mal educado.
    ++++++

    Caro Júnior:

    Um velhinho amigo meu conta história ótima a esse respeito. Diz que quando ele era jovem, estava dentro de um ônibus, bem cheio de gente. Uma senhora faz sinal para o ônibus parar. Detalhe: estava fora do ponto. O motorista se sacrifica, o carro que vinha atrás reclama e ele consegu parar o ônibus. O motorista abre a porta da frente a mulher entra e vai indo para o fundo. O motorista pergunta:
    – O que foi que a senhora falou???
    A mulher:
    – Eu não falei nada.
    O motorista:
    – Ah, eu pensei que a senhora tivesse dito OBRIGADO.

    Foi uma gargalhada só no ônibus.

    Essa era uma mulher normal, que usa ônibus e de antigamente. Mas que as pessoas, principalmente esses pseudo-ricos, estão de uma grosseria que não tem tamanho, estão mesmo!!!
    Tenho explicação legal para isso. Eu digo.
    “Aquilo que sua mãe, a minha nos falaram: “-Meu filho, sua liberdade vai até onde começa o direito do próximo”, atualmente é assim: A liberdade dos búfalos (mal educados, sem qualquer ofensa aos animais) é ilimitada e o cidadão vai se restringindo em seus direitos mais mínimos.” Acho que é exatamente isso que explica o ocorrido com a filósofa Chauí e é o que mais se vê no dia a dia!!!

    Abraços

    Paulo Mayr

  4. Concordo, talvez se o cara do Mercedez pegasse um cara esquentado, poderia ser pior! Mas o cara esquentado não necessariamente pertence a classe média, quem garante que um(a) intelectual não poderia perder a paciência e fazer o pior? Quem formata a classe média é a “Classe Alta”, através do “trabalho”, a perda da consciência!
    ++++++

    Caro Luiz:

    Lógico, qualquer um pode perder a cabeça ao encontrar estúpido como o descrito pela filósofa Chauí.

    Se esses estúpidos sempre topassem pela frente com nego que não leva desaforo para casa, tenho certeza de que a estupidez deles iria se reduzir a níveis impercepíveis. Certamente iriam se limitar a chutar cacchorros pequenos, o que também não deixaria de ser estupidez.

    Abraços

    Paulo Mayr

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