Inferno para Passar Telegrama de Duas Palavras. Custo – Quase R$ 10,00

O serviço de telegrama “fonado”  com débito na conta do Telefone não existe mais.

Quem não tem ou não quer usar cartão de crédito/débito é obrigado a sair de casa, pegar trânsito, pagar estacionamento;  se preferir e tiver possibilidade,  caminhar sob sol/chuva em calçadas inviáveis, e enfrentar razoável fila.   Por volta das 17 horas, em Agência dos Correios na Faria Lima, havia cerca  20 cidadãos/ãs aguardando;  três ou quatro guichês apenas  com atendentes, mas um/uma delas estava sempre andando por trás dos outros colegas, ou arrumando papéis. Efetivamente três/ou dois (não me recordo com exatidão) atendiam todo mundo.

Pois bem, um telegrama para a cidade de S. Paulo, onde estava/estou, com a simples mensagem “MEUS PESAMES” ** custou quase R$ 10,00 (não me lembro porque  pedi Nota Paulista, não havia;  e o número do protocolo não trazia o valor pago – de qualquer forma, foi mais do que R$ 9,00.)  Fecho parêntese,  termino o post.  Nada mais há para dizer.

++++++++

** (Conscientemente,   não coloquei acento em pêsames,  para tentar economizar)

3 pensou em “Inferno para Passar Telegrama de Duas Palavras. Custo – Quase R$ 10,00

  1. É Paulo,” esta o preço da morte”. Brincadeirinha, me lembrei dessa frase, acho que é assim mesmo, os antigos diziam isso.
    ++++++

    Caro Júnior:

    A frase é boa. Pena que a Piada das tarifas do Correio, piada de humor, é verdade, seja muito mais contundente.

    Abraços

    Paulo Mayr

  2. Se tem uma empresa de comunicação,que eu não acredito mais,é os Correios e que qualquer pessoa,pode abrir uma franquia.
    +++++

    Caro Cícero:

    Franquia em país sério é coisa boa. Já aqui, sei lá…

    Abraços

    Paulo Mayr

  3. EH PAULO, VOCE TA COBERTO DE RAZAO, O QUE EU TENHO PENADO NESSE CORREIO NAO EH BRINCADEIRA!.TENHO CLIENTES E ELES , PRINCIPALMENTE OS QUE MORAM NA ZONA RURAL, NUNCA RECEBERAM UMA CORRESPONDENCIA EM CASA,
    ++++++

    Caro Walter:

    Inacreditável.
    Mas na zona rural eu não saberia como resolver a coisa. De qualquer maneira, o correio devia estudar alguma possibilidade.

    Abraços

    Paulo Mayr

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *