Telefones a Preço de Banana e de Péssima Qualidade

Nos velhos tempos da Telesp, empresa pública – sinônimo de terror para o neo e velho liberalismo,  linhas telefônicas eram caras, mas tinham mensalidades razoáveis e, principalmente, funcionavam. 

Hoje, todo mundo tem telefone.  Ótimo. Parabéns!!!  Entretanto, mês sim, outro também,  telefones apresentam defeitos.

Sem “contar as contas”1: antes trocados;  agora, preços muiiiito salgaddos.

Sem “contar as contas” 2: antes, bastava ser alfabetizado para entender o que estava sendo cobrado.  Hoje, no próprio atendimento eletrônico,  já existe a  “opção de teclar x se o seu problema é com sua conta”.  Ou seja, você não é o primeiro que liga lá porque não entendeu  sua fatura e nem eu sou o segundo, infinitamente  menos ainda o último.  Aliás, empresas de telefonia ostentam o título de “campeãs” de reclamações no (s) Procon(s).

Voltando à queda na qualidade do serviço.  Desde que eu me lembre, até o serviço de telefone ser privatizado- entenda-se uns 45 anos – , fiquei um único dia sem telefone.  De lá pra cá, já perdi as contas.  E empresa de telefonia alguma que me venha questionar, pois minhas diversas reclamações, segundo os próprios atendentes,  foram gravadas e, certamente, deveriam estar arquivadas. 

Concluindo com frase, frase de amigo, sobre Iniciativa Privada, lá vai: 

“A iniciativa Privada tem muito mais de Privada do que de Iniciativa” (Renato Amaral Sampaio Coelho). 

Em tempo, não se trata de nenhum jovem estudante universitário esquerdista, mas sim de um homem de quase 90 anos.

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