Neymar, Muito Além de Tudo!!!

No cartaz, banner em português,  na Oficina, foto grande do Neymar à esquerda.

Em cima, a marca do Produto: Baterias Heliar

Embaixo, desenho de uma bateria de carro.

Ainda na parte superior, os dizeres:

“Muito Além da Partida”

Perfeito!!! Além da partida/jogo, partida de partir, Neymar vai infinitamente mais longe  de fato: arranca, dribla, lança, cabeceia, dá passes mágicos, faz gols espetaculares e algumas outras maravilhas das quais nem dá para se lembrar.

Quiser ver algumas delas, clique aqui.  Deslumbre-se!!!

Eles Jamais Estão Onde, De Fato, Estão!!!

Mulher entra na Padaria  falando ao celular.

Pede  pedaço de bolo e  café.  Continua ao celular.

Come o bolo, toma o café.  Ainda ao celular.

Paga, entra na caminhonete, do tamanho de um bonde,  ao celular.   Naturalmente que os vidros  do carro eram nigérrimos,  mesmo assim, percebi que saiu guiando  e tagarelando.

Anos atrás, cena semelhante.

Mulher entra no  Santa Luzia, excelente supermercado da Zona Oeste de São Paulo, falando ao celular.  Quinze minutos comprando coisas e o papo continua. Paga, sai da loja e não desliga o aparelho.  Quem estava em um raio de sete/oito metros teve que suportar a tagarelice dela em alto e bom som  o tempo todo em que permaneceu na loja.

O que me impressiona é que as pessoas não conseguem mais ficar de corpo e alma nos lugares onde, de fato, estão e curtirem o que estão fazendo.   Esse problema é delas.

O grave é que infernizam a vida dos outros!!!  Manada de Búfalos!!!

Iniciativa Nobre No Castelinho

Agora há pouco, às 19 horas, no  quintal do Castelinho da Rua Apa com Avenida São João,  centro de São Paulo, fila de gente humilde.

Farta distribuição de Quentinhas com muito arroz, cenoura picada e salsicha.

A mulher que entregava  me afirmou que a iniciativa era de um cidadão, mas não disse o nome, tampouco queria saber de muita conversa.

Alguns pegavam até cinco embalagens.  Muitos,  transformando a tampa em colher improvisada,   comiam na Praça, a poucos metros.  De vez em quando, alguém  lançava um punhado de arroz para a alegria dos pombos.

Curioso, legal, né???  Pelo menos eu achei!!!

 

Nobreza e discrição
Nobreza e discrição

“Comportamento Adulto, o Mínimo que se Espera do Novo Congresso”

Amanhã, toma Posse o Novo Congresso Nacional.  Chega a ser engraçado o fato de a Posse ser em um DOMINGÃO.  Isso, entretanto, pouca importância tem.  Mas que é engraçado, é!!!

Às vésperas da  última posse do Congresso, escrevi  aqui texto sugerindo medidas para que a Instituição fosse mais respeitada. O Título era o mesmo: “Comportamento Adulto, o Mínimo que se Espera do Novo Congresso”.

Posto novamente o mesmo material.

Como vai dar para perceber,  tudo que eu previa de ruim aconteceu.  Nenhuma das sugestões foi acatada.  Não que eu queira influenciar quem quer que seja, mas o fato é que o mínimo de bom senso não se instaurou nesses quatro anos que se passaram.

Lá vai o texto de 2011.

Novo congresso toma Posse no começo de fevereiro (embora 1/3 dos senadores continuem).

Bem que podia aparecer, se é que existe, algum deputado ou senador minimamente preocupado com a opinião pública e lutar por algo muito simples: obrigação de todos nas duas casas terem  comportamento minimamente adequado desde o instante que pisam o prédio da Câmara/Senado, até colocarem os pés (se bem que todos andem de carro) na calçada no fim do expediente.  Pés na calçada mesmo, já que os carros não são de suas propriedades (embora, tampouco sejam de suas propriedades os apartamentos funcionais). Desde que voltem para casa, ainda que apartamentos funcionais.

Para se atingir esse tal decoro parlamentar ou – posto de outra forma – ter comportamento minimamente compatível, algumas medidas precisam ser tomadas.

1) Sessões iniciam-se no horário marcado.  Todos os congressistas precisam estar presentes.

2) Presentes e sentadinhos em suas cadeiras; e,   e em silêncio, ouvindo o que o colega que está ao microfone diz.  Sentadinhos, como se fala pra criança, quer dizer sentadinho mesmo.  Nada daquele aglomerado de gente pelos corredores, nada  de duplinhas passeando aos papos.  Muitos deles, apesar de sentadinhos, falam ao celular.  Nada disso.    Tem que se sentar e prestar atenção ou fingir que presta atenção!!!

3) O cumprimento do item acima já pressupões plenário cheio; nada daquele mar sem fim de cadeiras vazias.  A desculpa de que estão em reuniões é furada.  Que reuniões  são essas que não terminam nunca???  Reuniões de comissões??? Que essas reuniões sejam feitas com os aspones, digo, assessores dos congressistas.  Já que deputado e senador têm que estar é nas sessões.  Reuniões  de comissões com congressistas que sejam feitas em outros horários, dos três dias de trabalho semanais; horários em que não haja sessões.

Cadeiras vazias, deputados/senadores pelo plenário, deputados sentado batendo papo ao celular– tudo isso é um desrespeito ao seu voto.

Ao meu não porque só votei para presidente; o resto tudo, digitei todos os zeros que a urna eletrônica permitia e confirmei.  Não por julgar que ninguém seja digno do meu voto.  Longe de mim tamanha arrogância. Tampouco sou pela dissolução do Congresso/ditadura. “Mais tampouco” ainda posso endossar esse RECREIO SEM FIM, conforme já escrevi. Quem quiser ler, embora repita um pouco esse todo, clique aqui

Se eu perceber um mínimo de disciplina (ia escrever seriedade, mas o termo é disciplina mesmo),  posso mudar meu voto nas próximas eleições.  Posto de outra forma,  SE OS CONGRESSISTAS SE COMPORTAREM DIREITINHO…

+++++++++++++++++++++++

Pois bem, mais uma vez, no ano passado,  exatamente pelas razões apontadas acima,  votei apenas para Presidente.

Quiserem ler mais sobre Política/ Políticos aqui no Trombone,  clique .  Entretanto, atente para o aviso.  É sério:  leia aos poucos, pois  a leitura excessiva dessas estrepolias vai fazer mal para sua saúde

Bala Perdida???

Dezesseis pessoas atingidas por balas perdidas no Rio de Janeiro em nove dias.  Quatro delas  morreram.

Talvez eu passe a impressão de que só escrevo frases divertidas; na verdade, a quase totalidade delas  é mesmo para fazer rir.

Há poucas sérias.  Uma delas, sobre bala perdida.  Mais que séria, essa minha frase é triste e, infelizmente, verdadeira, como provam os números.  Lá vai:

– Não existe bala perdida. Tragicamente, ela sempre encontra alguém.