Serial Killer Desajeitado

Assassinos em série, serial Killers, em português, não são  comuns no Brasil.

Agora, que eu tenho vontade de fuzilar todos que estão ao celular, ainda que apenas extasiados diante daquela merda de tela, ao invés de conversar com amigo ao lado, ah, isso eu tenho mesmo…

Mas não se preocupe.  As únicas armas  de  casa são as facas de cozinha.  Aliás, tão mal amoladas…, porque eu sou tão desajeitado…

Barbárie não Tem Limite

Em prestador de serviço vizinho à minha casa, local coberto,  sujeito, se preferir,  elemento,  usava, óbvio, boné;  tinha rabo de cavalo, não só no cabelo, como no no cavanhaque.

Mistura de duas teorias, uma de Domínio Público (1ª) e a outra minha.

  • A natureza limitou a inteligência, mas não limitou a burrice.
  • Educação e classe têm limites; a barbárie, não.

Você pode contrapor, mas que sujeito chato é esse Paulo.  O cara podia estar com  uma bela de uma camiseta regata com sovaco de fora.

Sim, poderia, como poderia estar de sunga de praia, já que a barbárie não tem limite.

Com falta de falsa modéstia, sugiro, para quem não leu, meu texto também aqui no Trombone: Educação Formal e Educação Informal, Ambas Imprescindíveis.    

 

Presidente Temer Está Falando Palavrões!

Você já notou que o Presidente Temer abandonou as mesóclises?*  Pois bem, acabei de ouvir na Globo News que ele, que sempre foi muito comedido em seu vocabulário, passou a fazer uso de palavrões.

Presidente Temer, Presidente Temer, mas que coisa feia!

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*Mesóclise – Colocar o pronome do caso oblíquo no meio do verbo, nos futuros do indicativo e  do pretérito – por exemplo,  dar-lhe-ei,  pagar-lhe-ia.

A que Ponto se Chegou!

Lutou  pela emancipação feminina. Decepcionada,  constata:  “Namoro contemporâneo –  namorado, namorada, dois smarthphones, vinte dedos; todos  sobre os aparelhos”.

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E pensar que os espertinhos da segunda metade do século passado enumeravam assim as três fases do namoro: mão na mão,   mão na coisa   e coisa na coisa.

Pelo jeito, a quarta fase, a mais duradoura,  já esta sendo: mãos no celular.

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Questão Burocrática

Há tempos não postava aqui no Trombone. É porque estou fazendo parte de dois grupos que produzem microcontos diariamente.    Nos últimos tempos, religiosamente, bato ponto em ambos.  Lógico, todos esses meus microcontos estão salvos em um arquivo do Word.

Vou postá-los, um a um, aqui.

O de hoje foi só para os leitores do Trombone saberem que eu não morri.

A propósito da gracinha da linha acima, não tenho escrito coisas que se pretendem engraçadas, mas trágicas, dramáticas.

Aguardem!

A “Minha” Padaria Foi Parar na CBN

Um ano atrás, no quadro São Paulo – Conte sua História, da Rádio CBN,  foi  brilhantemente interpretado por Milton Jung crônica minha  a respeito da Padaria vizinha de casa e suas personagens. Se quiser ouvir, clique aqui

Vale a pena.  Modéstia parte, o texto é legal, com a “brilhante interpretação de  Milton Jung”, efeitos de sonoplastia, ficou excelente.

Curiosidade.  Havia enviado a crônica  para o São Paulo – Conte sua História em Dezembro. Passaram Natal, Reveillon, Dia de Reis e nada.  No dia 24 de janeiro, chego em casa à noite,  email de Milton Jung me avisando que meu texto iria para o ar no dia seguinte em Programa Especial em Homenagem a São Paulo.

Paulistano que adora São Paulo, fiquei muito feliz e orgulhoso.

Suponho que quem ouvir vá gostar.

Amaldiçoar Quem Merece

Não, não amaldiçoo a escuridão, nas faltas de energia,  cada vez mais frequentes.

Acendo vela e amaldiçoo  políticos e tecnocratas, que  nos levam  de volta  a meados do século passado, quando marchinha carnavalesca dizia “cidade maravilhosa, de dia falta água;  de noite falta luz.  Se quiser ouvir, clique.

Ontem  mesmo, fim da tarde, já escuro,  desci do elevador no meu andar, acabou a luz.  Alguém vai dizer: que sujeito chato,  não ficou preso e ainda reclama.