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Benfeito!

Há  poucas horas, atrás da Igreja São Geraldo, Barra Funda, São Paulo, Capital,  cachorro começou a latir compulsivamente (como eles   sempre fazem) para  sujeito mal-ajambrado que passava.  O cara não teve dúvida.  Pegou uma pedra imensa e partiu em direção ao cachorro.

Foi um tal de o cachorro se esconder nas pernas do dono e o dono e o cachorro correndo para dentro de casa, que só vendo.

Eu vi.  Eu adorei.

Questão de Nível

Hipótese Improvável 1 –

Eu perco completamente o mais mínimo resquício de senso de ridículo e convido o tenista Rafael Nadal, que está no Brasil, para jogar  tênis.

Hipótese Improvável 2 –

Ele aceita trocar meia dúzia de bolas comigo.  Se ele, de fato, quiser  trocar meia dúzia de bolas, ele vai ter que descer ao meu nível.

Bem, mas eu tenho senso de ridículo e isso  jamais aconteceria.

Entretanto, dá para estender o mesmo raciocínio para quem trata cachorro como filho.  O cachorro  jamais vai atingir o nível do ser humano.  Assim, o sujeito tem que descer ao nível do cachorro.   Óbvio.

Minha única dúvida:  quem trata cachorro como gente tem  que descer ao nível do cachorro ou ambos já estão no mesmo  nível, com apenas dois neurônios a mais, para o que caminha sobre duas patas? Explicando a função dos dois neurônio extras: um neurônio para que não mije pelas calçadas e em ambientes fechados e o segundo neurônio para que não faça  número 2, idem por calçadas e em ambientes fechados.

Eu odeio escatologia.  Mas a imbecilidade de muitos me submete a ela.  ( Definição no Dicionário de Escatologia “tratado sobre excrementos”)

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Cachorros…

Às quintas-feiras,  amigos da vizinhança reúnem-se em um bar para tomar cerveja e… conversar  (pensou que eu ia escrever jogar conversa fora???  Eu detesto chavão).  Hoje, só um foi, com ele, duas mulheres que eu não conhecia.  Assunto único: cachorro, inclusive com direito a “gracinhas de cachorro”.  Tomei minha cerveja, não falei coisa alguma,  dez minutos depois de ter chegado,   fui-me embora.

Talvez eu até devesse dar graças a Deus, porque estavam apenas falando de cachorro.  Nesse bar, com mesas na calçada, às vezes,  alguns desinfelizes levam os cachorros para lhes fazerem companhia e, inacreditável, botam os bichos para se sentarem nas cadeiras.

Como eu digo sempre, há limite para a Educação: você pode imaginar pessoas educadas  como a Família Real Inglesa (que não me atrai nem um pouco) ou a Caroline, Stephanie, de Mônaco  e o irmão; para cima disso, não existe nada.  Já para baixo,   barbárie e a falta de educação não têm limites.

Sem Educação só Aprendem na Porrada!!!

Não assisti à cena, mas soube que, cerca de uns cinco  meses atrás, sujeito arranjou confusão do tamanho de um bonde com uma mulher em padaria de Higienópolis, por conta do cachorro dele que estava sem coleira.

Há pouco, cruzo com o mesmo cara e o mesmo cão.  O sujeito gritava em um celular, desses acoplados à orelha (e ao cérebro – se é que ele tem um) e o cachorro,  belo e fagueiro, sem coleira, é lógico.

Domínio Público, a natureza limitou a inteligência, mas não limitou a burrice.

Eu, há  limite para a boa Educação.  Você pode imaginar pessoas educadas como os membros da realeza europeia (inferno, agora é sem acento), acima disso, não há coisa alguma.  Para a barbárie, entretanto,   não existe limite.

Talvez,  se um dia,  esse sujeito levar umas belas porradas, ele aprenda.  Conhecia um orgão sensível dos sem educação – o bolso.  Agora, me dou conta de que o nariz e a cara estropiadas  também doem.

E esses sujeitos  acabam  encontrando  outro cara como eles!!!  Aí, eu quero ver!!!  Na manhã seguinte, nem o sujeito  nem  o cachorro estarão pelas calçadas do bairro!!!

 

Cachorro de Madame

Ontem, no melhor açougue das Perdizes,  madame explicava  que seu cachorro só come carne de cordeiro e de carneiro.  E falou a razão:

– Se comer outra carne, fica soltando pum!!!

Elegante ela. Muito elegante!!!

Obviamente, que sacou do smarthphone e ficou mostrando fotos do seu queridinho para o dono do açougue.

Saí de perto!!!

Como dizia uma amiga,  “dá dois cestos de roupa para ela lavar e passar e você vai ver como acaba logo essa frescura!!!

Pedindo Comida, Mas… Adivinha!!!

Começo da tarde na Angélica, carregava uma sacola  de supermercado com embalagem de isopor dentro ( é, um  desses saquinho amaldiçoados quando eram grátis e agora passaram a ser vendidos!!!  Os grátis poluem; os tarifados, não!!!  Só rindo, mas deixo isso para lá.)

Voltando, no isopor,  comida muito bem feita que ia dar para os moradores de rua da vizinhança, mas hoje eles não estavam no lugar de costume.

Pois bem, a um quilômetro de casa, um sujeito me pergunta:

– Isso aí é pra doação???

Perguntou assim mesmo.  Eu disse que sim e lhe dei a embalagem.

O cara tinha um cachorro com ele; não tem dinheiro para comer e sustenta um cachorro.  Talvez até tivesse celular, mas aí é maldade  minha, já que eu não vi.

Esclarecendo 1, não gosto de cachorros, mas acho  um paradoxo e, óbvio, que em momento algum me arrependo de ter dado a comida, que, certamente ele vai dividir com o cão.

Esclarecendo 2, na verdade,  nada tenho contra vira-latas.  Eles ficam na deles e não vem cheirar canelas nas calçadas.  Agora cachorrinho/cachorrão de madames e de madamos… e madames e madamos que levam cachorro com aquela coleira que não tem fim, que muitas vezes ocupam a calçada inteira…  Sem comentários!!!

Imbecilidade e Falta de Educação Sem Limites

Já está se transformando em série aqui no Trombone a adaptação de teoria de Domínio Público  “A Natureza /Sociedade limitou (limitaram) inteligência/refinamento, mas não a estupidez/falta de educação.

Sujeito entra na Padaria com os dois visores do óculos escuros na nuca.  Falava sozinho, mas tinha pregado na orelha aparelhinho semelhante a pen-drive e ainda dois celulares.  Ora, se tinha dois celulares, deveria ter um pen drive em cada orelha e falar simultaneamente usando os dois celulares e os dois pen drives enfiados nos ouvidos.

Outro elemento, como taxa tais tipos o amigo Flávio Asprino,  que freqüenta a mesma Padaria,  está sempre com cachorro grande, que jamais traz junto a si com coleira.  Enquanto toma café da manhã, fica gritando com o SABITO, nome do cão, para que ele não entre na Padaria.  Prender o cachorro nos ganchos que existem no estacionamento  para esse fim, certamente nem lhe passa pela cabeça.  Dá menos trabalho ficar gritando com o cachorro.  Talvez nem seja questão de comodismo.  Certamente ele tem esperança de que algum dia o cachorro responda.

O Sonho Ainda Não Acabou???

Na padaria, sessentão,  cabelos brancos com rabo de cavalo, camiseta preta do Deep Purple, hoje às 10,45 horas, pede café e explica:

– Para acordar, puro, só café!!!

Por pouco não comentei:

– Acordar da década de 60, né???

A respeito da publicidade de prédio em construção que recebera na entrada,  comenta com um funcionário que em tal apartamento, de tão pequeno, nem poderia instalar  a bateria.

Sorte dos moradores do futuro prédio; azar dos vizinhos atuais.

Juvenal de Souza Neto, saudoso amigo jornalista de humor refinado, dizia não gostar de três coisas: cachorro, criança e baterista.