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Ah, Se eu Fosse O Mike Tyson, o Anderson Silva…

Comprei um aspirador de pó portátil, sem fio, para o carro.  Ainda não usei.

Tô pensando  em ir com ela ao cinema.  O/A sujeito(a) começou a comer pipoca ao meu lado, eu meto o aspirador naquele balde e fim do problema.

Ah, se eu fosse o Make Tyson, o Anderson Silva, não  pensaria duas vezes…

Deveria começar o texto por essa parte abaixo, a coisa chata.

Outro dia, eu e minha namorada no cinema.  A búfala ao meu lado e seu balde de pipoca não pararam de fazer barulho.  No começo, eu ainda fazia uns “psiu”!  Depois, desisti.

Pois não é que ao final do filme, a búfala veio falar comigo e disse que eu deveria assistir filme em casa em DVD se não gostava de gente comendo pipoca ao meu lado.

Quando éramos crianças, os cinquentões/sessentões  de hoje, ouvíamos com frequência, da boca de tios, avós e pais a civilizada norma vigente:

“Meu filho, a sua liberdade vai até onde começa o direito do próximo.”

Hoje o que impera é exatamente isso aí – mas ao contrário: a liberdade dos vândalos/búfalos é infinita;  o cidadão, por sua vez,  se torna a cada dia mais acuado, cerceado em seus direitos essenciais.

Voltando à parte divertida, com a qual deveria terminar e não começar o texto:  Se eu fosse o Mike Tyson, o Anderson Silva…, meu aspirador portátil de pipoca (digo, de carro) teria muito trabalho.

Quiser ler mais sobre pessoas sem educação agredindo cidadãos, clique aqui

 

Pessoas Inconvenientes

Levo todos os dias para a “minha padaria” uma garrafinha com suco de laranja batido com mamão e ameixa e depois coloco granola.

Semana passada, uma mulher desconhecida me pergunta o que era e eu disse os componentes.

Ela:

– Parece muito bom para o intestino.

Ora, uma mulher que nunca me viu fazer esse tipo de comentário…  Deveria ter respondido

– Minha senhora, eu cago muito bem, tomo o suco porque gosto.

Será que estaria descendo ao nível dela se tivesse dado essa resposta?

Observação 1 – Quem me conhece, e mesmo quem lê o  Trombone,  sabe que detesto assuntos que chamo de  “excretivos”, mas a barbárie tá aí.  Fazer o que?  Escrever sobre, oras.

Observação 2 – Minha padaria é a padaria onde tomo café todas as manhãs.  Quiser ouvir  crônica que fiz sobre ela que foi ao ar pela CBN, clique aqui.

 

Muito demais da Conta.

Ontem não almocei e tinha compromisso na hora do jantar.

Parei em excelente e tradicional restaurante árabe do Jardim Paulista para comer dois salgados.

Falei para a garçonete que não queria o joguinho americano de plástico. Veio a superior dela e tuchou  a coisa embaixo do meu pratinho.

–  São normas da casa.

Perguntei por que não usavam  toalhas descartáveis.

Reposta:

–   É que a gente quer ajudar o Planeta.

Não satisfeita em querer determinar o que eu uso ou não à mesa, a mulher  me dá lição barata de ecologia.

É muito demais da conta!

 

Crônica Minha Foi Lida na CBN, Ontem, Aniversário da Cidade

Até já havia me esquecido que enviara  para a rádio CBN  Crônica que escrevi sobre a Padaria do meu bairro, onde todos os dias tomo café da manhã e bato papo.  O texto é legal, com a Interpretação do Milton Jung ficou MUITO MAIS LEGAL AINDA.

Ter o texto selecionado já me deu imensa alegria, ser lido no Aniversário da Cidade, não tem preço.

Quem quiser conferir, clique aqui