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P R O C O N, Esclareça: Taxa de Conveniência ou Assalto ao Bolso do Consumidor???

Mesmo considerando que o estádio do Morumby não serve nem para se assistir a jogo de futebol,  comprei ingresso para o show de amanhã (quarta-feira) dos Rolling Stones.

Até aí é problema meu, ou seja, se apesar de achar uma porcaria o Morumby, eu resolvi encarar.

O absurdo é que saí de casa,  fui até o começo da Avenida Paulista, tive que achar lugar para estacionar o carro e, pasmem, me impingiram  goela abaixo 20% de taxa de Conveniência sobre o valor do Ingresso.

Que conveniência é essa???   Cadê o Procon que não mete uma multa pesada em cima dessa violência/afronta ao Consumidor???

Lógico que a melhor Banda do Universo de Todos os Tempos não tem responsabilidade alguma sobre essa BANDALHEIRA.

O Procon, entretanto, precisa agir ou se explicar que tal de conveniência é essa que faz o sujeito sair de casa, enfrentar todas as adversidades que a cidade grande lhe impinge e ainda pagar TAXA DE CONVENIÊNCIA.

Sobre o absurdo que é o Estádio do Morumby, clique

Agora,  pagar Taxa de Conveniência para ir a uma droga de lugar desses,  chega a ser uma afronta ao quadrado!!!

Em tempo, acabei de postar uma mensagem no Facebook do Procon, pedindo que o órgão se manifeste e que providencie para eu ser ressarcido da quantia que paguei referente à tal da taxa de conveniência.

O Inferno da Net – Em Palavras e Link para Vídeo de Fábio Porchat Sobre essa Afronta. Compartilhe, a Net Merece – Meu texto e o Vídeo

Depois de muita luta, literalmente luta, consegui marcar com a Net que o técnico viesse à minha casa hoje entre 11 e 12 horas.  Ele chegou às 12 horas, sem problema.

Resolveu parte dos defeitos apresentados. Passei a ter uma extensão de telefone funcionando, a Internet e televisão.

Os outros dois pontos de telefones continuam mudos.  Segundo o próprio técnico, que me pareceu sujeito competente,  isso aconteceu, agora,  porque  quando migrei meu telefone para a Net, foi usado o sistema de cabeamento da antiga empresa, Tele-a-fônica  , (por melhor que seja o trocadilho, todo mundo acha péssimo.  No caso da “teleafônica”, independentemente da qualidade, reflete bem a eficiência da empresa).  Pois bem, ficou marcado para depois de amanhã.

Outro baile,  porque a chefe das atendentes me disse que não podia determinar uma hora específica para o técnico chegar em minha casa.  Insisti, disse que tinha anotado todos os protocolos de atendimento, conferi os números desses protocolos. A chefe das atendentes, disse que iria colocar na ficha  que eu preferia o horário entre 8 e 9 da manhã, mas não se comprometia.  Pois bem, eu disse que se às 9,30 o técnico não estivesse na minha casa, eu ligaria para a Anatel e pediria Providências.  Anatel, como se sabe, é o órgão regulador das empresas de telecomunicações.

Muitas vezes as pessoas detestam meus argumentos porque eles são ótimo, definitivos, impossível de serem contestados.   Quando começo a ser enrolado com essa história de que entre  oito horas e meio dia o técnico vai “estar passsando” na minha casa, calmamente explico:

– Ao ligar para o dentista, por exemplo, jamais a secretária diz para o cliente aparecer às oito horas da manhã no consultório  e que até meio dia será atendido.

Já está em tempo de a Anatel resolver esse tipo de coisa.  A saber, se é que não ficou claro, proibir terminantemente essa afronta de que entre oito e meio dia o técnico aparece e obrigar as empresas a determinar, no máximo, o período de uma hora para o técnico chegar ao cliente.

Vingue-se da Net e similares, assistindo ao formidável vídeo do humorista Fábio Porchat sobre afrontas do atendimento por telefone dessa empresa.  É impressionante como é verdade tudo o que ele diz.  Clique aqui, ria muito e divulgue para todo mundo.

Não se esqueça de compartilhar o vídeo do Fábio (o pai dele é primo irmão da minha cunhada).  Se quiser, compartilhe também meu texto.  A Net  nos merece!!!  (não estou me comparando ao Fábio, são críticas diferentes e a Empresa  precisa topar com mais disso pela frente  e muito mais, para dar atendimento minimamente decente).

 

Hipermercado Zaffari, Excelente e Respeita Direitos do Consumidor

Parabéns ao  Hipermercado Zaffari, do Shopping Bourbon, pelo bom atendimento ao cliente insatisfeito.

Comprei uma bandeja contendo quatro Bifes de Picanha, cerca de 400/450 gramas.  Mesmo com minha fabulosa chapa e toda a destreza que tenho para fazer bifes deliciosos, fui obrigado a jogar no lixo os dois que fritara, de tão duros “incortáveis e imastigáveis”.  Ir da minha casa  até a Turiassu com a Pompéia é o roteiro que mais tenho feito em minhas caminhadas pelo bairro.  Em um desses passeios, expliquei o que havia acontecido e que traria a carne para trocar, quando estivesse de carro, já que o calor que tem feito inviabilizava a coisa a pé.

Pois bem, assim foi feito.  Eles ficaram com dois bifes e me devolveram quatro, mesmo número que havia pago. Sem eu apresentar nota fiscal, sem nada.  Como digo, se o cidadão guardasse nota fiscal de tudo o que compra, um cômodo de todas as casas seria apenas para guardar a papelada.

Alguns anos atrás,  aconteceu o mesmo em supermercado de grande rede nacional.  Coincidentemente, também eram quatro bifes. Também fritei dois que joguei fora.   Como esse supermercado prima pelo mau atendimento,  levei minha bandeja com dois bifes.  Peguei um engradado de seis meias cervejas que custavam o mesmo que os  quatro bifes, chamei o gerente, expliquei, devolvi a bandeja, comuniquei que levaria (como, de fato, levei) as cervejas e fui-me embora.  Nem passou pela cabeça do gerente chamar segurança ou quem quer que fosse.  Sorte dele.  Se ele chamasse a Segurança, eu chamaria a Polícia.

Prefiro a coisa como foi no Zaffari; agora o que não pode mesmo é o cliente ficar com o prejuízo.  Eu não fico.  Se todos fizessem como eu, o Brasil estaria bem melhor.

Em tempo 1, nessa grande rede, se eu não tiver a mais mínima alternativa,  eu só compro mesmo cerveja, sabão em pó e essas coisas, mas só em último caso.  Já que nem o gelo produzido por eles presta.  Comprei uma vez um saco, veio um bloco monolítico;  troquei o saco, outro bloco monolítico.  Aí desisti.

Mais uma vez,  Merecidos Parabéns ao Zaffari!!!

Em tempo 2, os produtos de marca própria do Zaffari são ótimo e com bons preços.  A marca deles de Conserva  é RANNY. Excelentes Aspargos e  Fundos de Alcachofra.

SAC da Kibon Vira o Jogo com Elegância e Competência. Parabéns!!!

Não posso dizer que fui precipitado, menos ainda injusto,  com a crítica que fiz ao Atendimento ao Consumidor da Kibon, aqui no Boca.   De fato, foi frustrante não encontrar sorvete de massa de chocolate  em alguns supermercados  da zona oeste de São Paulo.  Mais estresse ao constatar que não havia   o produto em lugar indicado pelo  próprio fabricante.

Com mérito,  competência e gentileza, a empresa e seu serviço de atendimento ao consumidor viraram o jogo.

Tão logo escrevi o texto a respeito, liguei novamente para a Kibon  e falei que havia publicado a história no meu blog.   No  dia seguinte ao meu telefonema, na secretária eletrônica, simpática atendente deixava recado informando que havia ligado para resolver a situação.

E de fato resolveram com louvor e elegância.

Entregaram em minha casa duas embalagens do sorvete de chocolate que eu não havia encontrado, acondicionadas em caixas térmicas próprias, que posso aproveitar sempre que quiser levar alimentos que necessitem estar gelados,, duas bonitas e grandes taças para sorvete. tudo isso dentro de uma alegre sacola de algodão cru.  Sem contar gentil carta a respeito do fato.

Parabéns!!!  Serviço de Atendimento da Kibon, a partir de contratempo para consumidor,  consolidou imagem de empresa séria e atenciosa.

Eis aí o desaparecido que acabou  aparecendo em dose dupal (foto de divulgação)

Sorvete de Chocolate da Kibon Evaporou-se em Dois Bairros da Zona Oeste de São Paulo

Há dois dias procuro sorvete  de chocolate de massa da Kibon, em padarias, bares e supermercados de Pinheiros e Higienópolis.

Estou neste exato momento  falando com o atendimento ao consumidor da Kibon.  A atendente – d. Daniela -,  pesquisando no Banco de Dados da Empresa, demorou quinze minutos para fornecer dois  únicos  locais, um em Pinheiros e outro em Higienópolis,  onde ela disse haver o produto.  Pedi  que me fornecesse o telefone dos estabelecimentos e ela disse que não tinha.  Falei para ela pesquisar no google, fui informado  de  que o computador da empresa  não tinha acesso ao google.

É o caso típico de o Homem  chegou à Lua, há quase meio século, e aqui no Brasil a principal fabricante de chocolate não sabe informar onde eu posso encontrar o produto deles mais consumido.

Já havia postado esse texto.

Um dos locais onde a d. Daniela me garantiu que havia o produto, não há.  Liguei novamente para a Kibon, falei com Flavia que também não conseguiu ajudar em muita coisa.  Solicitei que entregasse a gravação dos dois telefonemas para o Diretor de Atendimento da Empresa.

Agora é esperar para ver se, de fato, a empresa tem algum respeito ao consumidor e  me liga para dar uma explicação minimamente plausível.  Aliás, além da explicação, o bê -a- bá de profissionalismo seria  a empresa mandasse entregar na  minha casa esse misterioso produto que faz dois dias que não encontro, nesse vilarejo – a saber, Sorvete de Chocolate na Zona Oeste da Cidade de São Paulo.

Atendimento Personalizado, Mas Nem a Telefonista Fala com o Cliente

Telefonista da Imobiliária nem deixa eu falar meu nome, menos ainda o assunto sobre o qual quero tratar, e já me enfia ouvido adentro mensagem eletrônica.

Aí, a mensagem diz que o trabalho deles é personalizado. Bem, a mensagem eletrônica ficou falando mais uns três minutos e ninguém me atendeu. Durante esse tempo, repetiu que o trabalho da empresa é personalizado. Nem sei como a famigerada  mensagem eletrônica não mencionou o terminho que esse povo adora: – o diferenciado!!!!

E eu, que tenho mais o que fazer, desliguei o telefone.

Super/Hípermercados – Super, Híper???

Em uma dos maiores hipermercados de S. Paulo, há pouco,  pergunto ao atendente da seção de conservas se havia  aliche.  Ele deixa claro e afirma textualmente não ter a menor noção do que fosse Aliche.  Ficou tão espantado como se eu lhe perguntasse se tinha Retroescavadeira.  O encarregado da seção, tampouco, sabia exatamente o que eu procurava.

Na, certamente,  maior rede de supermercados do país já havia decidido que só compraria produtos  padrões: sabão em pó, café, arroz, feijão, detergente,  etc.  Certa vez, comprei uma carne absolutamente péssima.   Cosnumidor consciente,  voltei lá com a carne e simplesmente comuniquei:

– Ontem comprei três bifes.  Paguei x reais.  Fritei um bife e joguei fora, de tão impossível que estava.  Mas não tem problema, vou levar essas três cervejas que custam o que paguei pela carne e está tudo resolvido.

Comuniquei, devolvia a carne e levei as cervejas.  Nem esperei o gerente dizer que concordava, como, óbvio, ele teria que concordar.

Ontem, comprei um saco de gelo, no mesmo supermercado da carne “incomível”, de fabricação desse supermercado, conforme a propaganda.  Pois bem, nem o Maior e mais Forte lutador de UFC, com as mais eficientes ferramentas, conseguiria separar o imenso bloco  de gelo que se formou em cubos compatíveis com copos de humanos e não com  bebedouros de elefantes.

Não tenham a menor dúvida de que logo mais estou lá no mesmo supermercado, com meu saco de gelo ,  para trocar por outro produto.  Outro produto, que não tenha a mais mínima relação com a rede: coca-cola, cerveja, sabão em pó;  uma vez que o supermercado e suas marcas não têm competência sequer para fabricar gelo!!!

Se alguns fizessem como eu, garanto que todos estaríamos sendo atendidos com um mínimo de respeito e consideração.  Mas, como diz a piada, a falta de consciência (profissional) no Brasil é tão grande que traficante cheira e puta goza.  Infelizmente, não é questão apenas  de falta de conswciência profissional; é falta de consciência mesmo!!!

Projeto Água Na Jarra Não é Bem o Que Parece.

Já ouvi na CBN,  mais de uma vez,  que bares e restaurantes participantes do  Projeto Água na Jarra ofereciam  água filtrada de boa qualidade, servidas em jarras, aos clientes.  O objetivo é diminuir  a fabricação e descarte de garrafas de plástico.  Detalhe importante que ouvi todas as vezes: o freguês nada pagaria por essa água.

Aliás, isso é comum em alguns países. Aqui mesmo,  em Salvador, Bahia, década de 60, ao pedir sucos ou sorvetes, eu  sempre recebia antes um copo de água, igualmente filtrada.

Pois bem, ontem fui almoçar em um pequeno  restaurante da Vila Madalena.  Ofereceram-me a água, disseram que o estabelecimento fazia parte do Projeto Água na Jarra.  Eu aceitei.  Na hora da conta, me foi cobrado R$ 1,50 e a descrição do ítem: água na Jarrra 1 un.  (guardei a nota fiscal mencionando o valor e o produto).

Mandei email para a competente âncora da Rádio CBN que fizera as entrevistas.  De manhã, ao abrir, minha caixa de entrada, havia duas mensagens dela.  Copio e colo a primeira, que ela me mandou às 22:37 de ontem.

Olá,

Também acho um absurdo, mas acho que essa é ideia da campanha. Veja aqui:
Vou questioná-los sobre isso.

Eu fiz algum comentário e ela mandou novo email, hoje às  7,35 hs.

Eu acho um absurdo cobrar a água. Qdo eu fiz a entrevista eu tb achei que a água era de graça. Em nenhum momento eles falaram em cobrar.

Vou citar o seu caso no ar.

Repare que ela é enfática ao  dizer que em nenhum momento eles falaram em cobrar (pela água), durante uma entrevista para uma das  Principais Emissoras de Rádio do Brasil.

Pois bem, entrei no site da campanha, cujo link a âncora me enviara, para pedir explicações.    Como todo site que se preza,  os telefones são cuidadosamente escondidos (não os encontrei)   Havia um caixa grande para mensagem do consumidro/cidadão.  Comecei a redigir.  Mal tinha escrito  sete/oito linhas, e não podia mais digitar, já que, suponho, tenha atingido o número máximo de caracteres que poderia usar, embora ainda houvesse muito espaço em branco, supostamente para ser preenchido.

Quer dizer, vendem um peixe, entregam outro.  E mais, quem se sente enganado,  quer se manifestar não pode, já que não encontra telefone e ainda é ludibriado pela caixa de mensagem do “atendimento ao consumidor/cidadão do SAC do Projeto”.

Feio, muito Feio!!!

Britadeira, a partir das 22 horas!!! É isso Mesmo!!! E é Quase todos os Meses!!!

Há alguns dias, a Congás faz conserto no cruzamento da Rua Tupi com Cândido Espinheira, Santa Cecília, S. Paulo, Capital.  Com muita britadeira; leia-se, INFINITO E INSUPORTÁVEL BARULHO. Trata-se de região com pouquíssimo comércio e incontáveis prédios residenciais.  Some-se a isso, que é Janeiro, época de trânsito, repetindo o termo, infinitamente menor.

Pois bem, a que horas que a Congás usa suas britadeiras a todo o vapor???  Pense um pouco…  Pensou????

Resposta:

A partir da 22 horas!!!

Moradores protocolaram queixas na Congás e na Polícia, por conta do desrespeito ao Sossego Público.  Um dos moradores  ouviu ontem da Polícia Militar, responsável por garantir o sossego da População, que se tratava de emergência, portanto, com direito de fazer barulho a hora que quisesse.  Hoje, o barulho voltou a acontecer, novamente a partir das 22 horas.

Está certo, digo, tudo é feito em função do carro, pouco se importando com a saúde do cidadão, mas não precisa chegar a esse ponto.

Detalhe:  com freqüência absurda, esse trecho da Cândido Espinheira entre Conselheiro Brotero e Alameda Barros é  escarafunchado com britadeiras que infernizam milhares de pessoas.

Perguntas:

Trata-se de assunto que exija  habilitades tão sobre-humanas assim???  A saber,  furar trechos da rua com britadeiras, refazer tudo o que está errado e só voltar a perfurar uns cinco, seis anos depois????

Lembrando sempre que há mais de quarenta anos o americano pisou a Lua; aqui no Brasil, entretanto,  uma – ou algumas -empresa(s) não consegue(m) resolver problema tão simples quanto esse.

E durma-se, digo, não durma com um barulho desses…!!!