Alckmin, Sapos e Chuchu

Na primeira página da Folha de Hoje, “Alckmin busca aliança que lhe dê o maior tempo da TV”.

Como dizia ex-namorada, deixa eu entender.  O ex-governador une-se a partidos,  não que tenham, necessariamente,  convergências ideológicas, mas visando tempo na TV?

Não sou tão ingênuo e sei que muitos candidatos fazem e/ou farão assim, visando a coisa idêntica.

Frase minha: “A política é a arte de engolir sapos”, com cara de quem está saboreando lagosta.*

Sobre o apelido de Alckmin,  Picolé de Chuchu, referência à falta de carisma do político, eu acho de uma injustiça imensa – injustiça com o Chuchu.

Quiser ler mais sobre esse ininteligível mundo  da política/políticos ( pelo menos para nós, cidadãos comuns), clique aqui.  Mas atenção à advertência: leia em doses homeopáticas, muito disso ao mesmo tempo fará mal à sua saúde.

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*A primeira parte da frase é de  domínio público.

3 comentários sobre “Alckmin, Sapos e Chuchu

  1. Mayr desculpe o meu comentário, mas sou um pouco como “perco o amigo mas não perco a oportunidade”; sinceramente, não desejo perder o amigo. Então abro meu texto já com pedido de desculpas e que seja tolerante para comigo. Estou admirado em ler seus textos atuais e descobrir que você se sente “desconfortável” com coisas mais importantes do que “pessoas comendo pipoca no cinema”. Pronto falei. Respire fundo e releve. Pois bem… já fui eleitor do Alckmim, hoje eu o enxergo exatamente como a maioria das pessoas inteligentes o denominam: “Exterminador do Futuro” – é exato, sua policia mata os jovens na periferia e ele quer destruir a educação patrocinada pelo Estado. Ele não é mais um chuchu, é coisa pior e penso que ele deve repensar seu comportamento. Política é pior do que “engolir sapos”, mas a sociedade precisa dela, então o que posso dizer apenas é repetir a frase de Chapolim Colorado “quem irá nos salvar?”. Essas alianças espúrias e revoltantes nunca foram feitas para beneficiar o cidadão, mas apenas para os políticos “se darem bem na vida”. Hoje estou convicto de que a política é coisa secundária; o importante é a economia. Qual importância de se discutir política sentado à frente de “um prato vazio”. Vamos primeiro colocar comida no prato de todo mundo seguindo as regras e leis inflexíveis e realistas da “economia”; depois de alimentados podemos até falar de “política”, ciência de “leis difusas”. Triste, mas essa é conclusão que cheguei depois do golpe de 2016. Quem pode mais, chora menos. Um abraço Mayr

    1. Meu caro Clerson:

      Gente comendo pipoca no cinema é um verdadeiro inferno.
      Tenho uma frase que diz: Para mim, o supérfluo e o essencial são absolutamente essenciais”
      Daí, assistir a um filme sossegado é absolutamente importante e essencial.

      Quanto ao que vc falou em relação à política e economia, concordo. Tá aí a Decisão da Caixa Econômica Federal que nos dá endosso.

      Abraços

      Paulo

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