Não Banho e Mesquinhez Inglesa

Meu post de anteontem sobre barbas, barbudos, banhos de banheiras e não banhos de ingleses recebeu  vários – para os padrões do Boca,  naturalmente – comentários.

Costumo responder cada comentário individualmente.  Para facilitar a coisa e também por  ter percebido que o assunto ingleses ainda não se esgotou,  retomo o tema; conto mais detalhes da minha experiência vivendo  na casa de  uma família classe média típica. Foi bem legal.  Mas notei que diversas coisas curiosas na rotina dos ingleses que também foram lembradas por alguns leitores. http://bocanotrombone.ig.com.br/2009/03/24/barbudos-x-barbeados-banheira-x-chuveiro/ 

Durante os dois meses que passei lá em Bournemouth, cidade ao sul da Inglaterra, próxima a Londres, viajei todos os fins de semana. (saia  sexta à tarde e voltava domingo para dormir). Assim, a questão dos três banhos semanais a que tinha direito foi ligeiramente amenizada.

Ainda no setor higiene,  jamais vi algum dos donos da casa (um casal, mais a filha) com cara de quem tivesse tomado banho.  O único contato que presenciei deles com a água não foi dos mais agradáveis. 

Uma  Uma noite, entro na cozinha e o que vejo???  O dono da casa lavando a cabeça na pia da cozinha.  Na volta ao Brasil, contei isso para meu pai, que comentou com um amigo nosso inglês.  Ele  garantiu que era normal, na Inglaterra, as pessoas lavarem a cabeça na pia da cozinha. O porquê disso não fica claro.  Como disse Caetano, “eu não consigo entender sua lógica.”  Entender ou não entender não tem importância.  Grave é usar a louça e comer comida lavada na pia que também serve para lavar cabeça,  e sabe-se lá se não deixei de ver coisas piores…

Um leitor do Boca fala, até de maneira rude, do mal cheiro das inglesas (leia no comentário do post de ontem)  Ele  está muito bem acompanhado. Famoso e prestigiadíssimo  personagem da política,  tido como mulherengo,  diplomata em Londres, ao responder a uma amiga se havia gostado das Inglesas, foi taxativo:

– São bonitinhas, mas muito mal lavadinhas…
 
Voltando à minha experiência com a família inglesa,  passo aos pequenos  truques, golpinhos que me aplicaram. 

Paguei aqui no Brasil uma determinada quantia para a Escola que freqüentei e outra quantia que foi diretamente para a família que me hospedou.

Está mais do que implícito que um quarto alugado durante o inverno em uma casa na Inglaterra tenha calefação.  Pois não é que a dona de casa me disse que a calefação não estava incluída e que eu deveria pagar.   Não quis brigar e concordei. Ela me deu o valor semanal da calefação. Argumentei que pretendia viajar todos os finais de semana e que preferiria pagar por noite a calefação, quando eu, de fato, estivesse usando.  Ela não concordou.  Cobrava sempre por sete noites, embora só ligasse cinco vezes por semana.

Eu e o Javier, mexicano que também estava ali hospedado,  éramos apenas meios de a dona de casa, landlady, reforçar o orçamento.  Nada além disso.

Perguntou-me ainda se eu queria que ela lavasse minha roupa e já foi logo dando o preço.  Falei que era coisa relativa: como ela já podia dar o preço sem saber quanta roupa seria?  Ela foi clara: esse preço é para a quantidade de roupa  que pessoa normal usa por semana : duas camisas, duas meias e duas cuecas. Agradeci e disse que eu mesmo levaria para a lavanderia.

Curioso é que mesmo quando queria ser simpática e mostrar eficiência, ela era seca e até meio rude.  Elogiei bastante os ovos mexidos do café da manhã. (scramble eggs, certamente escrevi errado) de lá. Imediatamente, me responde:

– Às terças e quintas  (lembro-me que eram exatamente esses os dias) tem.

Sou cara extremamente justo, o que é certo é certo e, como já disse e repeti, detesto desperdício.  A dona da casa pediu que avisasse sempre com antecedência quando fosse viajar no fim de semana, para que ela não comprasse comida para mim.  Perfeito.  Nada de desperdício.

Meu pacote de hospedagem compreendia: quarto de domingo a domingo,  café da manhã e jantar de segunda a sexta e as três refeições do sábado e do domingo. 

Como já  disse,  todos os fins de semana, viajei.  Ou seja, deixei de consumir sete refeições a cada fim-de-semana.  Passei lá seis semanas, logo foram  exatamente 42 refeições que, embora tenham sido pagas, não foram consumidas.
 
Uma noite, durante o jantar, ela me pergunta em que dia eu iria embora.  Falei que seria dali a dois sábados.  Ela diz:

– Pois bem,  o café da manhã do sábado em que você vai embora, você vai ter que me pagar porque a escola só me paga até sexta-feira.

Eu falava legal  inglês e entendi perfeitamente.  Mas, por segurança, confirmei em Portunhol com o mexicano Javier.  Pedi que não comentasse nada, mas lhe disse que iria denunciá-la para a escola. E a escola, muito provavelmente  iria descredenciá-la na mesma hora.  Se eu tivesse consumido todas as refeições previstas, perfeito que ela cobrasse essa extra. 

Detalhe: alguns brasileiros levam lembrancinhas típicas daqui, um anelzinho de água marinha e outras besteiras baratinhas para a dona da casa..  Eu havia levado  três quilos de café da melhor qualidade,  panela própria para esquentar a água, bule, coador e xícaras de porcelana pintadas a mão.  Isso não vem ao caso.  O que conta é que eu deixei de consumir 42 refeições e ela quis me cobrar um ovo, uma torrada e uma xícara de café (aliás, que eu havia lhe dado).

A história acaba assim: fui-me embora na 6. Feira.  Deixei barato, não denunciei na escola e  não teve o quebra-pau anunciado. Nesse momento em que escrevo, acho que agi mal: devia ter denunciado.

Ingleses não são efusivos, abraços e beijos não jorram por lá com parte de cumprimentos.  Mas é lógico que depois de conviver um mês e meio, por mais frio que sejam todos os envolvidos,  na despedida, apertam-se as mãos e até um beijinho e abraço  fazem parte da coisa. 

Eduardo e Marina, brasileiros que iam comigo ao Aeroporto e passaram em casa para me apanhar de táxi, ficaram impressionados porque, já dentro do táxi, limitei-me a um aceno com a cabeça de despedida.

Quatro anos após, morei cerca de quinze dias em casa de família americana.  180º  opostos.  Conto logo mais. 

Para terminar legal, a receita do fabuloso scramble eggs.

Ovos mexidos da Markham Road 103 – endereço da casa  da família em Bournemouth

Fazer uma torrada de pão de forma com manteiga.  Mantê-la quente.
Reservar.

Em uma panelinha pequena, derreter manteiga, quebrar um ovo e, quando começar a fritar, colocar uma colher de leite, diminuir o fogo, por sal e pimenta do reino.  Mexer e quando estiver no ponto (eu gosto mole) colocar sobre a torrada quente.   Comer acompanhado de  café forte servido na xícara grande.  É muito bom!!! Gotinhas de Tabasco, um pouco redundante, já que vai pimenta do reino,  também são bem-vindas (acho que agora bemvindo é tudo junto)!!!

70 comentários sobre “Não Banho e Mesquinhez Inglesa

  1. Caro Paulo:
    Curto e grosso tal qual os ingleses:
    Porcos, pães duros, arrogantes e mal-educados.
    Ah! E ladrões!
    Que tristes lembranças, hein?
    Um abraço.

  2. É, com todos os problemas do nosso país fico com a “cordialidade” daqui e dispenso a “riqueza” de fora. Mas q mulherzinha, hein!
    Fiquei curiosa com a estória dos EUA. Vê se posta mesmo, hein!

  3. Sorte sua que não foi parao Canadá onde vc pode terminar (muito frequentemente) hospedado por uma família chinesa ou coreana onde só uma pessoa fala inglês. O bom é que vc pode voltar fluente em algum dialeto chinês (com certeza n~~ao será mandarim ou cantonês) ou coreano. São muito simpáticos, mas os costumes d higiene e alimentação são Muuuuuuiiiiiiiiittttttooooo diferentes dos nossos. as prá não contar vantagens veja essa sábi observação de um amigo britânico, muito viajado: “o povo brasileiro é o que encontrei de mais higiênico corporalmente e o mai sujo ambientalmente, tem razão, basta olhar as calçadas, etc, etc,…

  4. Morei na Itália a exatos 10 anos, mas morava com meus tios que são brasileiros, então não via esse comportamento em casa e ainda, minha tia ensinou tudo certinho p/ minhas priminhas italianas, mas sabia que a grande maioria dos meus amigos não tomava banho todos os dia e se enchiam de perfume para ir para a escola… as meninas não se depilam e por se tratar de uma cidade litorânea, eu via isso com muita frequência… mocinhas lindas,com axilas peludas e sem tomar banho??? Eca, que nojo!!!

  5. Li seu artigo com muita atenção e confesso que estou morrendo de medo pois estou indo passar 6 meses em Londres em casa de família, só não sei como vou conseguir me virar sem banhos suficientes e praticamente sem dinheiro extra, estou levando 2 mil dolares e ainda a libra é mais cara, lógico que pretendo trabalhar pra me manter porém, tenho medo que a familia que eu ficar me cobre as mesmas coisas que te cobraram…. de qualquer forma me interessei muito pelo seu artigo por ser experiencia real, se tiver umas dicas ou pontos de atenção que eu deva saber agradeço, o pior é que eu não falo quase nada em inglês!

  6. ola senhor Paulo, meu nome é gerson tenho vontade deconhecer a Europa principalmente a Inglaterra, acho que pelo fato deste pais ter influenciado atraves da lingua e da musica toda minha adolecencia e juventude, gostaria que me enformaçe ainde fica a tal escola que viabiliza este tipo de passeio, ou curso e qual valor se gasta para o minimo nescessario.
    Quanto aos banhos isto eu ja sabia pois desde o tempo do colegio os professores falavam sobre este comportamento que alias é medieval no velho continete – conta se que Don João VI quando esteve no Brasil ficou cerca de 6 meses sem tomar banho o que ocasionou uma ferida enorme em seu perna, o que fez o distinto monarca, ordenou que lhes confeccionasse um tipo de plastico, naquela epoca imagina, para que assim pudese cubrir o restante da perna nao ferida e assim lavar o machucado………. gerson rodrigues…….

  7. Será que no verão o costume permanece? No inverno, para eles que não gostam do banho, ainda se pode admitir, mas no verão, sem banho, deve ser um desastre! Será que por lá não existe um urubuzinho para beliscar, pensando que é carniça? Enfim, é um problema de saúde pública.

  8. São muito engraçadas – e culturalmente interessantes – essas observações, tanto do Paulo como dos leitores. Minha irmã esteve justamente em Bournemouth em 2005 e conta coisas parecidas… no melhor estilo do marido que diz: “eu sim, que sou mestre de obras, preciso tomar banho todos os dias, mas minha esposa, que fica só em casa, a cada dois ou três dias está de bom tamanho!” (KKKKKK). Outra coisa: lembro que foi justamente aqui no IG que li, naquele ano de 2005, que no verão inglês o governo lançou uma campanha nos ônibus e metrôs para que as pessoas “colaborassem, pensassem nos outros e tomassem banho com mais freqüência” , para facilitar a vida de quem usa o transporte público. Tudo isso na melhor e mais persuasiva linguagem publicitária possível, afinal, ninguém quer ofender ninguém, não é mesmo? No mais, sou paulistana e moro hoje em Cuiabá (MT), seguramente, uma das cidades mais quentes do Brasil… há dias em que é preciso tomar não dois, mas 3 banhos!! Fico imaginando como se virariam, aqui, aquele bando de ingleses cor-de-rosa… rsrsrsrsrs (atenção, Brasil: em novembro passado, ver 48 ou 49C no relógio de rua era comum…e um dia, eu vi, chegou a 53C !!!!! – aí a gente liga no Discovery e os mesmos ingleses-cor-de-rosa-vestidos-de-safári estão “estudando o comportamento social dos animais no escaldante calor de 42C do deserto da Somália…”. É para morrer de rir…).

  9. oi Paulo.
    É a primeira vez que entro por aqui e me diverti deveras.
    Acho que os europeus são porquinhos mesmo, moro em Belém e tinha um alemão fazendo intercâmbio na minha turma da faculdade.
    Aqui faz um calor terrível e acho que o rapaz mantinha o número de banhos que tomava na europa, o mau-cheiro era terrível!

  10. Oi Paulo:
    Muito interessante seu post. Lembrei imediatamente de uma situação nojenta. Em 2002 fui à Espanha com meu marido e ficamos em um hostal bem legalzinho bem no centro de Barcelona. Lá era tudo muito limpo. Tanto a área comum quanto os quartos. Quando fizemos a reserva, só havia quartos sem banheiro. Tudo bem. A primeira coisa que perguntamos foi sobre limites de banho. A dona nos falou que podeíamos tomar quntos banhos quiséssemos, pois ela não gostava de gente fedida. Era Fevereiro e estava muito frio, mas mesmo assim, temos hábito. Não dá para sair com cheiro de cama. Era um banho de manhã e outro à noite quando voltávamos, depois de um dia inteiro andando. No segundo dia no hostal, quando saí do quarto senti um cheiro forte de quem não tomava banho há dias. O cheiro estava impregnado por toda a área comum. O pior é que a porca iria limpar o meu quarto. Com toda a “gentileza” que me é peculiar, mandei : “que cheiro é esse?”, sem resposta.
    Quando saí, deixei a janela do quarto aberta e pedi para que mantivessem assim, até que eu voltasse. Agora imagine você, que quando cheguei a janela estava fechada, a calefação ligada e aquele cheiro de gambá insuportável no meu quarto. Tive que ser indelicada diretamente e falar com a dona do lugar. A fedorenta era uma funcionária. Pior que isso, foi uma francesa porca (hóspede) que além de deixar o absorvente sujo no bidê, deixou rastros de sangue pelo banheiro. Parecia cena de homicídio. rsrsrsrsrs
    Um abraço.
    Erika.

  11. Fiz uma viagem de 2 meses para Norwich, ao norte de Londres e tive experiências muito parecidas. Na época com 16 anos, o que me ofereciam no jantar na dava nem para começo. Então, antes de chegar em casa, comprava um “Mars” grande, para não ir dormir com fome.

    Um dia de inverno, porém, ao chegar em casa às 2:00 da manhã, morrendo de fome, eu comi tudo o que havia na geladeira (que era daquelas anãs). Sim, tudo, limpei tudo, comi até resto de pote de mayonese. E até hoje não sei qual foi a reação deles no dia seguinte.

    Durante todo esse período, nunca vi alguma das quatro pessoas que moravam lá, tomar ao menos 1 banho.

  12. Caro colega, como profissional comunicativo deveria prestar mais atenção no que realmente é bom para o cidadão, e acho que no caso a pesquisa de satisfação realizada pelo IBOPE contradiz o seu texto. Outra questão importante que você já deve ter ouvido falar é o invejado “padrão de atendimento Poupatempo” que certamente no futuro será implantado em todo território nacional. Portanto deveríamos elogiar o Poupatempo, e nos orgulhar dessa ferramenta que a Gestão Publica do Estado de São Paulo teve a felicidade de facilitar a vida do cidadão, e tem facilitando cada vez mais.

  13. Realmente esse povo europeu é muito porco. Já convivi com alguns (ingleses, franceses, italianos e portugueses) e a situação é de doer. Eles fogem da água como o diabo da cruz. Paulo é a primeira vez que leio sua coluna e me diverti muito.

  14. Tambem fiz meu intercambio na cidade de Bournemouth, e ratifico tudo que foi dito, host family é só um meio para ganhar mais . Na casa emq ue fiquei era um casal mais dois filhos, o mais novo era bacana me ajudou muito, já o mais velho eu tinha medo, o cara era esquisito.Quando consegui um emprego, avisei a dona da casa que iria passar a chegar por volta de 22h e pedi para que ela colocasse meu jantar no microondas, a resposta foi um sonoro não, pois ela disse que o horário da janta era as 19h00, como eu não estaria lá não era obrigada a manter minha comida… !!!! e que eu não poderia tomar banho quando eu chegasse para não acordar os filhos dela… ai o pau quebrou.. briguei com ela, com a escola, mas não deu em nada..pois no verão a cidade fica lotada de estudantes e as escolas saem a caça de host family, pouco importa se cuidaram do aluno ou não.
    Colocam os alunos que em muitos casos que sequer falam inglês, em hoteis para dividir o quarto com outros estudantes, tem que lavar suas roupas no banheiro.. enfim.. só quem viveu pode contar…

    Quanto ao banho o filho mais novo tomava dia sim dia não ..os outros nunca percebi.

    Mas apesar dos problemas é uma experiencia que todos devem viver..

  15. Nossa que roubada…..
    Que povo é esse meu Deus?? Resposta…INGLESES……
    E pensar q essa gente vem para o Brasil e de quebra são bem tratados, tudo bem q as vezes são roubados etc e tal….mas este tipo bem q merece….rssss
    Abçs

  16. Q experiencia! Eu estou aqui nos EUA a 4 meses na casa do meu patrao e digo os Americanos nao sao muito diferentes dos Ingleses (Se bem que dos paises que fui, Brasileiro nunca eh bem vindo). Geralmente tem uma visao errada de nossa imagem. Vou ver se escrevo uma historia e posto ai te passo o link e’ legal compartilhar essas novas experiencias.

    Att,

    Edilson

  17. Fiz um curso intensivo de 01 mês no ano passado em Londres. Como saia de casa cedo e voltava somente a noite não pude presenciar essas situações. Certo dia brinquei com eles sobre a historia dos ingleses não gostarem de banho. Entretanto eles juraram que tomavam banho todo dia. A casa era limpa e bem organizada. Mas, era muito comum encontrar no metro com pessoas cheirando mal.

    No geral, minha experiencia foi otima, mas na escola que estudei ouvi relato de alguns estudantes parecidos com o seu Paulo.

  18. Isso é a maior verdade! Estive no Canadá e passei por algo parecdio. Nós saímos do Brasil com um carta informando que teremos uma família legal e que eles estão loucor para nos conhecer, mas quando chegamos lá não é nada disso, são apenas “Negócios”, vc paga para dormir e comer, não existe integração, é como se vc estivesse pagando uma pensão, portanto, quem tiver indo viajar (O que eu recomendo, é muito bom), lembre-se, tudo é questão de dinheiro, famílias ricas não hospedam estrangeiros!!!

  19. Fiquei muito impressionada com a história e com seu título. Quer dizer que você ficou na casa de uma pessoa mesquinha e, por isso, TODOS os ingleses são mesquinhos? Seguindo sua lógica e lendo o seu post, eu diria que TODOS os brasileiros, todos que se formaram na ECA-USP, todos os homens, todos os paulistas, todos que têm 57 anos, enfim, são preconceituosos e generalistas. Além disso, provavelmente, têm algum amigo para garantir as costas quentes para escrever tanta besteira num site tão conhecido no país. Parabéns pra vc.

  20. Sr.Paulo Mayr,

    Com licenca.
    Boa tarde.
    Conheci seu blog através de uma chamada na página principal de um site.
    Parabéns pela sua graduacao em Jornalismo pela USP.Muito esforcado e inteligente!
    Grato por comparilhar conosco os seus pensamentos e assim alertar terceiros.
    Com relacao a senhora(dona da casa)acredito que ela tinha o pensamento de carencia.
    Se ela acredita na falta e isto que ocorrerá na vida dela.”Somos o que pensamos”.Se o senhor preferiu nao denunciá-la,
    acredito que uma outra pessoa o tenha feito.
    Concordo com a opiniao de Dani sobre a quantidade de roupa lavada durante a semana.
    Para mim,cueca,meias e camisetas/camisas sao trocadas diariamente e usadas somente uma única vez.
    A calca(jeans) é usada uma vez e depois colocada sob o sol e reusada uma segunda vez,só.
    Bom,existem pessoas que nao molham o corpo,porém se banham,através do esfoliamento da pele.
    Ah,sem tomar banho,para mim,nao dá…o corpo comeca a ficar pegajoso,melado…
    Bom,cada povo com seus hábitos.
    Fui vizinho de umas pessoas chinesas legítimas e o hábito de higiene era precário.Somente a lavagem de roupa era feita com constancia.
    Grato!

  21. Como outros já disseram, este comportamento é cultural. Em toda a Europa você encontra este mesmo tipo de problema. Passei três meses fazendo estágio na RATP em Paris e sofria com o odor dos franceses. Vai ver por isso os perfumes deles são os melhores. Creio que isto tem haver com os vários períodos de dificuldade que esses povos passaram, principalmente na idade média. Mas hoje em dia é de lascar.

  22. Ola Paulo,

    Meu nome e Victor e pela falta de acentuacao voce ja deve ter percebido que nao moro no Brasil.

    Ja estou em Londres por 6 anos, trabalho em uma Media Company ( terrapinn ) e sou casado a 5 anos com uma inglesa.

    Achei legal a sua historia mas nao acho que todos os ingleses sao assim, e isso eu digo por experiencia propria. E a mesma coisa que dizer que todo o Brasileiro e mulherengo, mal educado e sambista.

    A cultura inglesa e historia sao uma das maiores e mais respeitadas de todo o mundo, eu estou falando de guerras, ( l e ll Guerras Mundiais, War of the Roses por exemplo), de musica ( BEATLES, Led Zeppelin, THE WHo , THE JAM, … sao tantos!!) literatura ( o mais obvio Shakespeare, Edmund Spencer, john Donne…)

    Acho que numa epoca aonde o homofobismo, racismo e o preconceito nao sao mais aceitos numa sociedade ”evoluida”,e com toda a razao, mal vistos, eu fico meio assustado quando leio um feedback como esse que aqui encontrei:

    Caro Paulo:
    Curto e grosso tal qual os ingleses:
    Porcos, pães duros, arrogantes e mal-educados.
    Ah! E ladrões!
    Que tristes lembranças, hein?
    Um abraço.

    Eu tenho filhos, nascidos em criados aqui, de naturalidade brasileira e inglesa. Nao sao porcos, ladroes e mal educados.

    Gostaria de ouvir o seu feedback.

    Um abraco

    Victor Cruz

  23. Oi Paulo,
    Nunca tinha lido a sua coluna até ontem. Coincidentemente, o assunto dos banhos me chamou a atenção e hoje, ao entrar no site, me deparo com a continuação. Excelente relato (realmente ontem achei a estória meio vaga). Concordo que você deveria ter levado a reclamação adiante. Aguardo ansiosa seu relato sobre os EUA, de onde acabei de voltar de férias.
    Para ilustrar, compartilho uma situação que vivi em Amsterdam. Estava lá há estudando (durante 15 dias). Um dia antes de voltar que já estava de saco cheio da comida, do ontem e principalmente das pessoas. Ocorre que estavámos eu e outra brasileira tomando um chocolate naquelas mesinhas que ficam do lado de fora dos restaurantes, comuns em Amsterdam. Sinti vontade de ir ao banheiro, entrei no restaurante, fui ao banheiro. Na saída do banheiro uma mulher me abordou, em inglês (que é bom – principalmente qdo estou sendo ofendida), e disse que eu tinha que pagar pelo uso do banheiro. Ora bolas, eu estava no restaurante, consumindo, mas vá lá…eu pagaria sem problema, não fosse a atitude grosseira e o tom que ela usou comigo. Eu expliquei que estava do lado de fora do restaurante e que não sabia que o uso do banheiro era pago. Voltei à mesa, peguei umas moedas e literalmente joguei sobre a mesa em que ela se encontrava e saí do restaurante. Isso aconteceu na véspera da minha volta, dei por encerrada ali a minha temporada na Holanda.
    Saudações,
    Adriana

  24. É de arrepiar…..pode-se resumir isso em Europa e nao apenas Inglaterra.
    A propósito: bemvindo creio que agora seja tudo junto …mas antes de uma consoante acho que se escreve com ‘n’ ainda. OPS…
    AbrAÇOS

  25. Me diverti muito com as declaracoes ja morei na Inglaterra mas la em casa, como bons brasilerios banho todo dia e no verao que nao e muito quente dois banhos muitas vezes e olha quea conta nao e nada assim impossivel de pagar, nao vejo porque essa miserabilidade, eu achava chato tomar banho de banheira todo dia, mas a primeira coisa que faziamos em casa que nao tinha o chuveiro era trocar a torneira. Acho horrivel o jeito que lavam a louca la metem tudo junto na pia e depois usam a mesma agua para lavar a louca toda. Mas a pior experiencia foi qdo mudei para a Belgica e fazia curso de Holandes com uns Marroquinos Mulculmanos as mulhere fediam embaixo daquelas robes que sao obrigadas a usar e no inverno qdo tiravam o caso…so Jesus na causa. Agora voce ficou na casa de um pessoal bem scumbage.

  26. Ótimo , o seu post. Tenho 3 filhos, dois dos quais vão morar na Itália ,e é dêsse~jeito mesmo , uma amiga dêles, que mora lá ´há um bom tempo , disse que o banho , não é o forte dêles, e que as pessoas , depois se acostumam , e segue seus costumes , xiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!!!! Abraços

  27. ahuahuahuahuahuahuahuahua!!!!! Aqui as ruas são sujas vamos admitir isso é errado más…..TOMAMOS BANHO E SOMOS LIMPOS CERTO!!??? Agora esse POVO “EUROPEU” tem o couro sujo e as ruas mais LIMPAS….ahauahauahuhauhau QUE IRONIA!!!!!!

  28. Fico imaginando como esse pessoal faz sexo sem se lavar antes e nem depois… o cheirinho das periquitas cabeludas e sem ver água a muito tempo deve ser algo fantástico…

  29. ahhhh tava me esqueçendooooo Será que depois DE UMA BEM DADA (se é que fazem bem o negocio) eles tomam banho ou vão dormir…..CREDoOOoOOOOOOOoooOOOoooooOOOOOOoooooOoooOOoOooooOoOOoO

  30. Uns amigos meus tiveram oportunidade de travar conhecimento c/um sr. inglês de passagem pelo Brasil; infelizmente esse sr. veio a falecer subitamente, então meus amigos, por pura solidadiedade e compaixão, ofereceram-se para hospedar seus 3 filhos (e rapazes e 1 moça) q vieram p/tratar do translado. Por dois dias sofreram uma maratona de idas ao Consulado, IML, PF, papeladas ser fim, burocracias mil; era verão e fazia um daqueles calorões q só os paulistanos conhecem e meus amigos ao chegarem em casa sempre ofereciam as comodidades de um banheiro completo c/hidro e tudo para um banho refrescante, o qual, apesar de 3 dias consecutivos de maratona, era sistemáticamente recusado, não sem um certo horror – banho numa hora dessas?!
    Meses depois meus amigos receberam de presente, em agradecimento, um belo quadro. Até hoje, ao contemplar o mimo, devidamente pendurado na parede, meus amigos de lembram dos “sujinhos”, como são lembrados os ingleses até hoje! (Ah: as roupas de cama usadas tiveram q ser “fumigadas!)

  31. Caros frequentadores do Blog do Paulo
    Também acho horrível toda essa história de três banhos por semana ou ingleses sem higiene, mas acho um pouco mais relevante pensarmos em como nós brasileiros, estamos fazendo uso da nossa água, acho que o brasileiro tem como costume tomar tantos banhos quanto achar necessário, eu sou assim também, mas já esta comprovado que em menos de vinte anos, se o consumo de água continuar como está, a água, boa para consumo, irá acabar, então gostaria de propor a todos o seguinte, tomemos quantos banhos acharmos necessários, mas deixemos de achar que carros, calçadas e outros devam também tomar esses banhos.E caro Paulo, adorei a história, imagino o quanto você sofreu com os igleses, por favor não entenda mal meu comentário, pensando que achei sua história irrelevante, mas achei um bom espaço pra tentar conscientizar as pessoas sobre o uso correto da água, afinal de contas, seu Blog é muito lido e bem recomendado.

  32. Paulo, é uma pena que vc não reclamou na escola da sua homestay….assim o próximo brasileiro que fosse se hospedar lá não passaria por isso……Estive no Canadá em Toronto e passei por situações difíceis também…..se os gringos tivessem a consciência de que nós brasileiros (milhares) ajudamos e muito a economia deles gastando nosso dinheiro suado em roupas, eletronicos, comidas, passeios, etc. etc. etc., eles nos tratariam melhor. Só para completar ainda acho os gringos uma cambada de vagabundos que querem trabalhar pouco e ganhar muito bem.

  33. BEm English mesmo..acabei de chegar de lá e embora os ache solícitos estava cansada daquelas caras amarradas de manhã no metrô…o gentinha emburrada!!

  34. Ô Paulo, parece que os europeus tem essa mania.
    Moro em Belém, que mesmo em período de inverno faz bastante calor a ponto que se estiver em casa tomo pelo menos três banhos/dia.
    Quando um alemão com quem eu trabalhava entrava na sala de reuniões parece que tinham aberto o carro de coleta de lixo do mês passado, empestava. O curioso é que o apelido dele na instituição era “Natura”……Mas ele não sabia!!!! rsrsrs.

  35. Certamente,os ingleses numa temporada na Rocinha,aqui no Rio,aprenderiam exemplos edificantes de higiene,generosidade e efusividade humana.Talvez,um pouco de português,também.

  36. Olha,
    Banho é uma coisa cultural. Eu adoro, mas não dá pra provar que seja questão de saúde. A inglaterra tem uma das maiores expectativas de vida, e uma das menores taxas de mortalidade infantil do mundo. Outra coisa, não generalizemos. Estive na França e conheci desde porcos educados, a limpos e frescos. Agora não dá pra dizer que são todos iguais. Existe alguma regionalização, mas nas regiões mais quentes da Europa, obviamente, tomam mais banhos.
    Se por um lado o “cheirinho” europeu não agrada, e não são tão “sociáveis” quanto os brazucas, por outro lado, em geral, diferente da história aí contada, são muito honesto (mesmo em Paris, cidade mais mal-humorada do mundo!)

  37. Gente, eu sei eh um choque cultural …… Estou estudando Ingles na Universidade de Surrey. O que percebi eh que o povo Ingles eh um povo triste, melancolico, bebe muito pra “se soltar”, nao gostam que toquem neles e eh claro, banho nem pensar!!!!qd. tomam (?????), eh de banheira . Nao seguram os proprios filhos no colo, nao demonstram afeto publicamente, sao muito arrogantes, detestam qualquer estrangeiro . Na verdade, eles sao muito tristes ,

  38. Paulo,

    Moro na alemanha, e aqui as pessoas deveriam moram com os porcos num chiqueiro, pessoas imundas, terrível
    Tanto homem como mulher ou crianca nao se banham diariamente, falam que faz mal pra pele, acho qo que faz mal é nao manter a higiene.
    Uma vez uma amiga contou a história de uma colega que teve um filho, e o médico disse para dar banho na crianca somente 1 vez por semana, fiquei de queixo caído, mas ela falou um NAO bem grande e disse: meu filho é alemao mas nao vai ser porco!
    Além de nao tomarem banho, também nao escovam os dentes após as refeicoes, escovam antes de dormir e olha lá, e a maioria tem dente estragado, podre mesmo, e as vezes nem em dente.
    Conheci um pedagogo, qdo olhei pro dente dele, tava podre, fiquei muito espantada, como que pode.
    Aqui nao depende da classe alta, média ou baixa, TODOS tomam banho 1 vez por semana e olha que os de idade avancada nem sei se tomam banho, e como fedem.
    Corro desse povo.
    Homem depois que faz sexo nao se lava antes e nem depois, mulher também.
    E olha que tem muitos brasileiros que nao tomam banho todos os dias aqui, se justificam falando que a agua é cara.
    Posso ficar sem comer mas sem banho eu nao fico!!!
    Sem palavras, depois vem em falar de cultural kkkkkkkkkk
    Cultura dos porcos, nunca é tarde para aprenderem a boa higiene.
    Conheci alemaes porquinhos que depois de ir pra america latina voltaram mais limpinhos, ou menos sujos.
    Essa coisa de banho em revolta demais, nao entra na minha cabeca.
    Nainglaterra estive perto de Bristol, e fiquei numa republica com 1 polonesa 1 casal de 5o anos ingleses e 1 cara ingles.
    Somente quem tomava banho td dia era o cara ingles e a polonesa, e ela ficava coisa de meia hora no chuveiro.
    Pessoa limpa é outra coisa.

    Jennifer nao sao somente os ingleses que sao tristes, os europeus sao frios e nao tem amor próprio e eu nao sei pq.
    Geralmente nao demonstram afeto publicamente mesmo, nao sei de onde vem tanta frieza, e além de frios sao sistemáticos e egoístas.
    Tenho pena.

  39. tem mt gente no Brasil q tbm ñ toma banhoo, e ñ é por opção e sim por falta de agua…a falta de higiene tbm é um problema serio.. admito, mas creio que os ingleses tem mais opções que os Brasileiros…nós temos mais problemas que eles…ta na cara…penso que devemos parar de ser tão intrometidos…é problema do povo de lá…se eles ñ gostam de tomar banho… problema deless..eles tem direito de optar… assim como a gentee…aquii…
    obs: eu gostoo de tomar banho todo dia..3 x ao dia…

  40. Morei lá 3 meses, em residencia estudantil
    Pretendo nunca mais voltar pra Europa, morei com um japones que dizia nao entender os europeus pois os japas curtem banho e bem quente, dei sorte, pois outro brazuca que dividia quarto c frances disse que nao suportava a catinga e o chulé do cara, alem da arrogancia de todo bom europeu

  41. Pois é, e depois os judeus é que são judeus – os muquiranas da História. E os francêses é que são os mal-lavados…
    Legal.
    ab
    Vasqs
    +++++

    Caro Vasqs:

    Esse episódio é impressionante, não é mesmo???
    Qto à mesquinhez, estamos de acordo.

    Agora, quanto ao mal lavados,… Tem outra historinha que já publiquei no blog, não consegui achar.
    Depois eu lhe conto.

    Abraços
    Paulo Mayr

  42. Não são apenas os europeus que são porquinhos. Japoneses também e 90% da população tem dentes podres.Fumam demais e não escovam os dentes. Preferem trocar de carro, comprar uma novidade eletro do que tratar da dentição. Quando abrem a boca pra falar parece que abriram a tampa de uma imunda latrina. Mas, nós com nosso complexo viralata, justificamos dizendo… é coisa cultural. Desculpem discordar… mas é porquice mesmo!
    ++++++
    Caro Sidney:

    Eu gosto de japoneses e não tenho essa impressão a respeito deles.

    Abraços
    Paulo Mayr

      1. Davi,

        Quanto a Japonês, não sei. Em relação a inglês, é o que eu pude observar e escrevi.

        Obrigado pela força.

        Abraços

        Paulo Mayr

  43. Mayr, pra não haver mal entendido, no meu comentário eu me refiro aos japoneses que vivem no Japão. Os nossos aprenderam as regras de limpeza rapidinho, são higiênicos, cheirosos e costumam ser excelentes dentistas. Feita a retificação, um abraço.
    ++++++

    Caro Sidney:

    Exatamente nessa ocasião, um fim de semana prolongado, fomos de carro( dois carros)para a Escócia. Foi um japonês (do Japão) no grupo. Ele ficou no hotel comigo e outro companheiro daqui do Brasil e foi ótima a nossa convivência. Gente finíssima, o cara.

    Abraços

    Paulo Mayr

  44. Caro Paulo Mayr!!!
    Este episódio de sua vida deve ter sido muito importante e engraçado,pois, não só você,mas todos nós(seus seguidores)aprendemos um pouco mas da nossa vida cotidiana e que não sabemos o que nos acontecerá amanhã. Tudo vai depender de onde poderemos estar,e com quem estivermos.Gostei muito e acho que este Post poderia concorrer como um dos seus favoritos do seu premidado blog.Se o citado Post pudesse ser tombado pelo Patrimônio Histórico,eu o recomendária…
    +++++++++++++++++

    Cícero:

    Quero dizer que se alguém achar que não gostei da minha viagem para a Inglaterra por conta da mesquinhez dessa família, engana-se. Gostei. Aproveito e escrevo sobre o caso. Só isso. Eu acho esse texto bem significativo, já que não é exceção. Vc viu que amigo do meu pai, que também conheci muito, disse que o padrão na Inglaterra é esse mesmo.

    Quanto a Post Tombado, quem sou eu???

    Repito: elogio de amigo não vale.

    Grande abraço
    Paulo Mayr

  45. Cara gostei demais da suas percepções e aprendizado ta claro que existe choque de cultura. Fica óbvio que devemos agradecer a nossa herança tupiniquin esse habito maravilhoso. também é óbvio que existe porco ou porcos dos dois lados dos continente e que generalizar é perigoso. Todavia a historia por traz desses hábitos é antiga remonta a um período recuado no tempo e que se enraizou de maneira profunda na consciência e valores europeus. A falta de bom senso que vemos hoje revela todavia uma certa arrogância disfarçada de hábitos culturais. Caberia aos europeus aprender com outras nações e suas culturas a refinar seus modos operandi ou estilo de vida. Banho esta ligado a um momento de higiene prazer e bem estar que deve ser visto como um ato lúdico além de revelar a consciência própria de quem esta fazendo algo que tem um imenso valor para a saúde. Lavar as mãos parece ser um gesto simples mas esse gesto salvou milhões de crianças na Europa e no mundo que nasciam pois na hora do parto muitas mães morriam só porque alguém estava ali tentando ajudar mas sem perceber contribuíam para a proliferação de doenças. Lavar as mãos significou a salvação para muitas gerações. Eu diria que o cheirinho que vemos hoje grudado em muito pelo fato de continuarem uma pratica antiga não justifica como não justifica nossa falta de bom senso com uso da nossa agua esse desperdício generalizado. No mais achei otimo seu relato só mostra que tanto lá como aqui existe pessoas de todo tipo .

    1. Ian:

      Gostei de seu comentário.

      Para mim, tão bom quanto comer a comidinha gostosa aqui da minha casa, é a hora dos dois banhos do dia. O banho pontua o dia. O da manhã desperta. O da tarde, relaxa.

      Lavar as mãos também é primordial.

      Atualmente, há muita precariedade no que diz respeito ao preparo de comida, mesmo em padarias refinadas.

      Talvez você goste da Carta que Mandei para a Anvisa. Talvez você não goste da Resposta da Anvisa. Se quiser ler as duas cartas, Clique aqui

      Gostaria de receber um comentário seu nas “Cartas Anvisa” – minha carta e a resposta do órgão.

      Abraço

      Paulo Mayr

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